
dos dicionários:
Terrorismo – "acto de aterrorizar; sistema de governo que procura governar por intimidação; actos violentos cometidos fora da lei por grupos organizados pretendendo destruir governos".
O dia em que o mundo parou para ver ruir os símbolos do capitalismo norte-americano - o 11 de Setembro - foi o começo da execução do Grande Plano de Dominio do Mundo em que estão implicados os Neocons de Bush:
“A Guerra ao Terror” foi um conceito muito anterior repescado à obra do teórico Emmanuel Goldstein (1984) e onde Condoleezza Rice, em Março de 2000 se tinha igualmente inspirado para atirar o chavão “We need a common enemy to unite us". Não se trata, assim, de um caso isolado de um lunático que chegou transitoriamente ao Poder, mas sim de um Sistema em progressão, inspirado na obra daquele filósofo, “THE THEORY AND PRACTICE OF OLIGARCHICAL COLLECTIVISM” a que se veio juntar a “Guerra de Civilizações" de Samuel Huntington.
Alem da pré-falência em que se encontrava a economia,literalmente virtual, com o crash do Nasdaq, outras razões mais profundas são evidentes: o Declinio do Império Americano e o Fim da Idade do Petróleo.

"Crossing the Rubican" - Michael C. Ruppert - "The Decline of the American Empire at the End of the Age of Oil".
Para fazer face aos novos desafios, em cada época, espalhar o terror sempre foi historicamente a estratégia no caminho para a Guerra e para a Ditadura.e , no embuste em que se converteu a “guerra ao terrorismo” Bin Laden, que muitos afirmam estar já morto desde Dezembro de 2001, continua a ser acenado como fantasma, servindo os interesses do Governo Americano,encobrindo mal e porcamente os fabulosos negócios da guerra nesta perigosa aventura capitalista. Há quem não resista a fazer humor negro e afirme jocosamente que Laden, cuja família Saudita é dada como próximo da família Bush, “se escondeu na Internet”.
Óbviamente as opiniões públicas interrogam-se questionando o mundo depois do Relatório oficial da Comissão Keane sobre o 11 de Setembro, com que a Administração Bush tentou encobrir as mentiras e contradições., mas Bush impede investigações conducentes a provas, restringindo o acesso a documentos escondendo-os como informação classificada.
São evidentes as semelhanças entre o 11/9 na ascenção do IV Reich com o Incêndio do Reichtag na ascenção do III Reich.
Estará, porém, quatro anos depois, o mundo melhor?,,, quanto a “terrorismo” estamos conversados, com a sua actividade em crescendo justificando a sua escalada o aumento dos chorudos negócios do Complexo Politico Militar americano e seus Associados. No panorama de dominação global da única Superpotência, a situação está tambem longe de ser tranquila. Paul Volcker, um ex-CEO do Banco Federal Americano afirma que não vê maneira dos Estados Unidos continuarem a viver dos investimentos emprestados que fundamentam o consumo exagerado para aquilo que produzem, enquanto a maioria desses produtos é deixada à produção dos países estrangeiros. È o cenário para o que aponta ser “o eminente desastre económico americano”.
“Porque desmesurado, o projecto dos Estados Unidos está sem dúvida condenado a falir, mas decerto a um terrível preço humano. A resistência das suas vítimas irá reforçando-se e acabará por derrotar o inimigo. Seria muito melhor, todavia, que o desastre fosse detido quanto antes” avisa do lado dos mais fracos, Samir Amin.

"Para fazer coisas horriveis de forma organizada e sistemática é necessário apoiar-se na normalização" escreveu o autor de "The Banality of Evil"
A Era das encenações para os Media foi inaugurada pelo Perú de Plástico do Dia de Acção de Graças comemorado no Iraque.A partir dai a banalização da Mentira é recorrente e aceite sem grandes contestações, minimizada brejeiramente pelos comentadores oficiais. Normal portanto.
Existem no entanto, quanto ao 11/9 própriamente dito, muitas dúvidas e questões que não são veiculadas pelos Media Corporativos.
Na efeméride da data, aqui fica uma lista, não exaustiva, que destrói a credibilidade dos fait-divers com que os inefáveis comentadores dos nossos jornais de referência se divertem enquanto “ganham honestamente” o seu salário. Até o insuspeito Adelino Gomes, o mais à esquerda que se pode arranjar, desmonta as mentiras do 11/9, mas pela via da publicitação do livro “102 Minutos” que vai ser adaptado para cinema pela máquina publicitária de Hollywood, apenas pelas contradições das comunicações entre bombeiros e entre as outras vítimas em geral do WTC. Mais um passo na manipulação novelística das opiniões públicas portanto. Vejamos então outras contradições mais graves,,,
* Ver links, aqui
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