alerta laranjaTinha sido desejado por muitos, que o funeral de Milosevic fosse uma coisa discreta, que passasse desapercebida, que não desse motivo a muitas conversas. A julgar pelo que vi na televisão, primeiro no Euronews, depois na RTPN, mais tarde noutros canais, não foi assim: milhares de emocionados sérvios quiseram assistir às cerimónias fúnebres, saudaram o morto como herói nacional, como resistente à intervenção estrangeira e ao desmembramento da Jugoslávia. Depois foram as "revoluções coloridas" que deixaram de se auto-sustentar. Agora as duvidas continuam quando nos interrogamos porque razões quereriam os Estados Unidos outro presidente na Bielorrussia?
Então afinal onde é que pára a "revolução"?
Uma coisa parece certa: decididamente tudo se joga no papel e na atitude que vier a ser desempenhada pela Russia - leia mais em:
a RÚSSIA DESAFIA ESTADOS UNIDOS NA QUESTÃO NUCLEAR

Quando em 2002 Donald Rumsfeld visitou o Turquemenistão, na curta conferência de imprensa que se seguiu, Rumsfeld parecia bastante contente. «Terminei há pouco uma reunião com o Presidente Niyazov e com a delegação. Tivemos uma excelente visita… Como sabem, o Turquemenistão é um membro dos Parceiros para a Paz da NATO e os Estados Unidos mantêm com ele uma relação há já algum tempo…Também agradecemos ao Presidente pelos direitos de voo no que respeita à guerra global contra o terrorismo, o que tem sido uma grande ajuda para os Estados Unidos». Durante o primeiro mandato de Clinton, o Turquemenistão recebeu uma quantia estimada em 2,6 milhões de dólares em ajuda militar e uns estimados 34,9 milhões de dólares em ajuda total. A ajuda militar desceu para 1,6 milhões de dólares sob Financiamento Militar Estrangeiro (FMF), subvenções apropriadas dadas pelo Congresso a governos estrangeiros para comprarem armas fabricadas nos EUA, e 943.000 dólares sob Treino e Educação Militar Internacional (IMET), subvenções dadas para pagar educação profissional na gestão de sistemas de armamento dos EUA. Depois dos ataques do 11 de Setembro, as relações entre os EUA e o Turquemenistão tornaram-se mais chegadas, com Niyazov a conceder o espaço aéreo do seu país para direitos de voo e permitindo uma via de trânsito para auxílio ao Afeganistão. Por estes esforços, Niyazov foi recompensado com um aumento na ajuda militar, eventualmente atingido um total solicitado de 19,2 milhões de dólares em 2003. A ajuda solicitada em 2005 foi menor, totalizando 9,28 milhões de dólares.
Quando questionado sobre a possibilidade de células da al-Qaeda no Turquemenistão, Rumsfeld retorquiu: «Bem, esse assunto particular não veio a lume mais do que num sentido amplo de que ele, o país dele, tem sido cooperativo no que respeita à guerra global contra o terrorismo, pelo que nós estamos gratos e reconhecidos». Como um bónus extra, quatro meses mais tarde Niyazov recebeu o general Tommy Franks que prometeu promover a cooperação militar entre as duas nações. Presentemente, não há sinal de que o regime de Niyazov enfrente qualquer oposição suficientemente forte (ou, compreensivelmente, suficientemente corajosa) para o derrubar. Tudo isto não teria nada de anormal, não fosse o presidente do Turquemenistão Niyazov continuar a afirmar-se como comunista,,, embora possa ser considerado apenas como "comunista"

Sem comentários:
Enviar um comentário