Desde que se tomou conhecimento que o social-democrata Alan García passava à segunda volta disputando com Ollanta Humala a presidência da República, a Direita, a Extrema Direita e os Social-Democratas uniram-se numa causa comum e expressaram o seu apoio àquele que já foi presidente do Perú na década de 80, Alan García, e que deixou o país à beira da bancarrota e com uma inflação de muitos centos por cento. Mas ninguém está interessado em pensar sobre o passado deste personagem corrupto e ladrão chamado Alan García, muito pelo contrário, o objectivo do sistema é impedir que Humala obtenha neste domingo a victória que pode unir o Perú ao eixo bolivariano Cuba/ Venezuela/ Bolivia. Não se podem esquecer os apoios explícitos dados pelo PSOE de Zapatero de mão dadas com os Populares do ex-ministro Aznar ao corrupto García. O Bloco Central neoliberal e neocolonialista funciona - e já se levantam suspeitas de fraude eleitoral. Dos 27 milhões de peruanos, 12 milhões vivem na capital em Lima e destes mais de 90% vivem nos morros periféricos nas favelas em barracas de madeira, colmo e chapa,,, ainda assim em muito melhores condições do que aqueles que permaneceram nos campos.Falar em "eleições livres" neste ambiente social degradado só pode ser obra dos redactores do "Inimigo Público". Se Ollanta Humala vencer, as próximas já serão um pouco mais livres, certamente.
* 1ºs resultados: Partido de Humala tem maioria no Congresso!
O partido de Ollanta Humala, Unión por el Peru (UPP), elegeu a maioria dos congressistas (45 de um total de 120). Em segundo lugar ficou o APRA de Alan Garcia, com 36, e em terceiro o conservador Unión Nacional (UN), da ex-candidata Lurdes Flores, com 17. O partido fujimorista Alianza por el Futuro elegeu 13 congressistas e o centrista Frente de Centro, do ex-presidente Valentin Paniagua, fez 5 parlamentares. Peru Posible, o partido que dá sustentação ao atual presidente Alejandro Toledo, elegeu apenas 2 congressistas, mesmo número de outro partido conservador, Restauração Nacional.
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