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terça-feira, dezembro 19, 2006

o suave individualismo dos "militantes" do Bloco

Daniel Oliveira (DO), reconhecido por amplos sectores do centrão neoliberal como militante de extrema esquerda, mas que, (para não deixar clientela de fora) tem coluna e mochila ideológica acampada no jornal do principal mentor do Grupo Bildelberg em Portugal, entre façanhudas querelas (à séria) com os seus antipodas politicos, lá vai arranjando disponibilidade para exercitar a sua arte de comparar "ditadores". Ainda este fim de semana, na reunião de palonços (excepção feita, talvez, a Clara Ferreira Alves) que dá pelo nome de "O Eixo do Mal" o conviva D.O. da burlesca mesa-redonda de futilidades, visivelmente irritado, e agastadissimo, declarava que não tinha vertido uma única lágrima por este conforme, de igual forma, não verterá também nenhuma por este. Simplesmente assim, absolutamente simplório, como se fosse uma questão de pessoas a titulo individual; como se se pudesse comparar a ditadura chilena com a sua base social de apoio especifica (os sectores minoritários mais retrógados da sociedade),

com a opção de democracia popular maioritária, livremente consentida, implementada e institucionalizada por todo o povo de Cuba.
Os que condenam a Revolução Cubana como totalitária, só falam de alguns dos presumiveis erros, porém jamais se recordam das soluções de recurso que tiveram de ser encontradas por via de um bloqueio criminoso.

Hugo Chavez, outro ódio de estimação na galeria de personagens "sinistras" que o Daniel abomina (é tonto, diz ele), pareceu ouvir a picada da pulga e respondeu-lhe à letra:
Al socialismo no vamos a llegar por arte de magia... necesitamos un partido, no una sopa de letras”.
Para engulho e grande escândalo entre os potenciais apoiantes do nosso P"S"(D), aqui está, indecentemante vestido de rosa-choque, o longinquo Partido Socialista Unificado (da Venezuela)- uma remake exacta das necessidades sentidas por Cuba na evolução do seu processo de democratização económica:



Modesta contribuição para perguntar ao Daniel Oliveira, à Joana Amaral Dias e a outros compinchas sociais democratas do BE porque é que (?) eles podem a titulo individual aspirar aos seus lugarinhos à mesa do orçamento, e os povos como entidades colectivas organizados em torno dos seus lideres não podem tomar conta dos seus destinos?, sem que lhes caiam em cima as mais torpes deturpações?

relacionado:
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