
e os ingénuos a pensar que, com a galopante crise do subprime*,
o acesso ao crédito ia ficar mais dificil,,
* relacionado:
Este fim de semana o FMI*, o Banco Mundial, os governadores dos Bancos Centrais e os ministros das Finanças dos 7 paises mais ricos do mundo (G7) vão debater de urgência a situação da economia mundial. Reúnem-se em Washington para “tomar medidas radicais, incluindo (segundo se consta) pouco ortodoxas, destinadas a impedir que as actuais perdas no sistema financeiro global se convertam em desaceleração económica” generalizada desembocando na crise mais grave desde 1929. O encontro tem carácter reservado e para o jantar de encerramento são convidados os principais representantes dos bancos privados.
Estamos a falar de quê? De riqueza e de medidas que interessam ao Tesouro dos Estados Unidos. Neste super-meeting, não há um único personagem que tenha sido eleito. - o mais aproximado, por tabela, são os ministros das finanças, que como se sabe, no actual sistema, são grandes amigos do povo.
* Segundo o FMI os custos da actual crise “atingem já o bilião de dólares” (mais precisamente 965.000 milhões) de prejuizo causado às instituições que operam no sistema financeiro internacional, mas é errado continuar a atribuir a totalidade das causas aos chamados “subprime” (créditos hipotecários de risco sobre o imobiliário) – que apenas representam cerca de metade, segundo os dados fornecidos: 565.000 milhões de dólares. A outra metade do valor dos prejuízos que continuam em subida acelerada deve-se ao valor acrescentado aos pacotes de hedge-funds que foram durante anos inflacionados nas bolsas
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