brindemos pelas tuas rápidas melhoras
Zapatero foi eleito sem maioria absoluta porque estrategicamente uma parte do grupo parlamentar socialista não esteve presente na votação – deram assim uma mãozinha, previamente combinada, ao Partido Popular cuja importância, para os fins em vista do Bloco Central, não pode ser subalternizada.Em Itália os amigáveis “comunistas cor de rosa” desapareceram da representação parlamentar. Óptimo, o berlusconismo, uma variante propagandística euro-imbecilóide do neoconservadorismo yankee não desaparecerá mesmo depois da erradicação de Bush.
Em Portugal, todos os comentadores (com assento nos media) nas últimas semanas andam preocupadíssimos com o trauma que é a divertida volatilização do PSD, desde a esquerda da direita (Rui Tavares: “Como destruir um partido”, que pena!) ao neto do velho comunista Pulido Valente (VPV, a crítica ao centrismo como emprego) até a toda a espécie de cão e gato que teima em centrar o discurso no partido de Santana Lopes quando, com resultados miseráveis na última eleição o voto popular já o tinha escorraçado. Porque temos de aturar isto de novo? Por uma questão de marketing de mercado; Porque se não houver direita, “a esquerda da direita” tinha de se haver com a Esquerda
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