Pesquisar neste blogue

domingo, outubro 26, 2008

da Comédia delle "Change"

Centenas de milhares de italianos manifestaram-se contra o governo mafioso de Berlusconi e contra os excessos da Camorra enquanto mandantes do Governo (ou vice versa, a influência é mútua) E se a comparação pode parecer excessiva, recorde-se que o governo de "centro- esquerda" de Prodi caíu devido à prisão da mulher de um Ministro lider de um minusculo partido (um da coligação de 11 partidos) envolvida com os negócios da máfia que domina a recolha do lixo em Nápoles. Assim, para "a maioria (apurada por métodos dúbios) ter votado" nestas duas abjecções, só pode haver duas explicações: ou a alternativa dos políticos "da esquerda" neocon posta à escolha ainda é pior (e os apoiantes da convocatória do chamado "partido democrático" de Veltroni nem se apercebem disso), ou as eleições são manipuladas, porque ninguém parece aceitar os resultados práticos da politica dos mafiosos que "elegeram". Os inúmeros cartazes com a carinha laroca do Obama e os slogans "sim, nós podemos", não enganam: "Yes We Can" ou "Si, Si Puó Fare" esta é mais uma manifestação da política externa americana exportada para os funcionários políticos locais capitalizarem o descontentamento .
Como disse Edward Bernays “Se se conhece a lógica e dominam os mecanismos que regulam o comportamento de um grupo, pode-se controlar e arregimentar as massas populares em proveito do Poder de forma insuspeita, usando a psicologia e o subconsciente individual das pessoas”- a alternativa seria uma Esquerda de combate, que tem estado ausente, expulsa da visibilidade mediática.

Falsas esperanças

Então, se se espera (desespera), que por via de eleições do centro de comando capitalista saiam mudanças democráticas estruturais, saibam que "o eleitorado não reflecte a população dos Estados Unidos da América" - segregados, os pobres e a classe média, que são de facto a maioria, jamais se poderão constituir em maioria eleitoral - a organização ACORN (Association of Community Organizations for Reform Now) publicou uma nota onde se afirma que "se organizam as pessoas segundo critérios de baixos e médios recursos que pertencem a minorias, afroamericanos, hispânicos, asiáticos e brancos da classe operária - e essas pessoas têm sido sistematicamente privadas do direito de participar no processo eleitoral. A mais recente e escandalosa demonstração de exclusão é a de que as pessoas que não cumpriram o pagamento de créditos bancários, e inclusivamente perderam as habitações (10.000 desalojados por semana) perdem igualmente os direitos cívicos e são riscadas dos cadernos eleitorais. Pelo contrário, sob os círculos conservadores, Amy Goodman descobriu boletins de inscrição claramente fraudulentos, onde até com o nome de Mickey Mouse se vota.

Inédito,um caso único!, Segundo o DN que por sua vez cita o NYT consta que o secretário Robert Gates da administração Bush transitará para o gabinete de Obama. Outra "novidade", (segundo as almas simples) desalinhada das politicas anteriores, é a previsivel nomeação como Secretário do Tesouro de Timothy F. Geithner. Esta personalidade então é indiscutivelmente mais um factor de "mudança" decisiva - vamos conferir:

"Tim" Geithner (46 anos, Bilderberg 2004 e 2007) próximo de Ben Bernanke, faz parte de um poderoso grupo de mentores; o actual Governador da FED de New York será o talmúdico enviado para desferir o tiro económico certeiro para o “crash” global. é um jovem turco consolidado pelos serviços prestados aos assassinos económicos judeus Sionistas que governam os bancos privados que dão pelo nome de Reservas Federais. O rapazinho tem um currículo notável: director do departamento da politica internacional do Fundo Monetário Internacional, trabalhou com Larry Summer (judeu, anterior Secretario de Estado do Tesouro), foi subscretário de Estado para os Assuntos Internacionai com Robert Rubin (judeu) secretário do Tesouro na administração Clinton; é um ex-membro da assembleia geral do Citigroup a maior instituição mundial em “corporate governance” cujas decisões ultrapassam as dos governos;

colaborador próximo de Alan Greenspan (judeu) e da mais que conhecida Kissinger Associates Inc. (o judeu mais famoso do século XX). É também membro do CFR (70% de membros judeus), igualmente do CPSS (Committee on Payment and Settlement Systems) e trabalhou para o Bank of International Settlements (propriedade de judeus). A seu último acto notável foi assinar de cruz, sem qualquer plano prévio, a liquidação da Lehman Brothers, permitindo assim a sua tomada pelas instituições de crédito sediadas em Londres, propriedade dos judeus Rothschilds
.

1 comentário:

Anónimo disse...

romano prodi, enel