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terça-feira, novembro 18, 2008

organigrama do fascismo visível

Somos cegos, não usamos a razão”, diz Saramago, e por uma qualquer razão que a razão desconhece o “Ensaio sobre a Cegueira” teve a sua antestreia no Freeport de Alcochete

Sócrates, o robot de Cavaco:



Santana Lopes dá entrevistas às
revistas onde afirma que Barroso
lhe pediu para ele o substituir porque
era o único que o PSD aceitava




o último "cão de bush" a sair de cena?


um alfarrobeco livrito chamado "Bancarrota" de 1962 a propósito do exame à escrita das agências divinas, cita Alexandre Herculano: (1910) "...vejo dar exemplos inauditos de subserviência às pretensões da curia romana; vejo trair sem pudor as tradições antigas e o nosso direito público, para contentar Roma, a insaciável"

Valério Arkary, um historiador marxista autor de "O encontro da revolução com a História" e que esteve presente aqui com um extracto de "As Esquinas Perigosas da História" lembra que, sob o tema o Estado e a Revolução, "quando as crises políticas não encontraram uma solução no limite das relações político-sociais dominantes, abriu-se sempre uma situação revolucionária (...) Se contudo, as mudanças não forem realizadas por reformas, (progressistas e não reaccionárias como as actualmente em curso) as revoluções serão impreteríveis; e as revoluções tardias sempre foram as mais radicais" - até Marcelo Caetano percebeu isso, quando se prestou a embarcar rapidamente de férias para o Brasil
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