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quarta-feira, julho 01, 2009

Honduras

a Organização dos Estados Americanos (OEA) dá três dias ao "novo governo" para restituir presidência
















Imagens e videos da repressão (via Aporrea)


Segundo dia de greve geral. Mais de 60 organizações populares mantêm a resistência organizada contra o Governo golpista. Seis autocarros da empresa Transul, propriedade do presidente fantoche Roberto Micheletti foram incendiados (fonte)
A desobediência civil está instaurada e vamos mantê-la e fortalecê-la porque exigimos a restituição do Presidente Zelaya ao seu cargo e que cesse a violência contra a vontade popular. Somos um povo que está defendendo os seus direitos e a sua vontade, a que foi expressa quando elegeu José Manuel Zelaya Rosales como Presidente da República" - afirmou o secretario geral do "Movemento Comunal Hondureño", José María Meza (fonte)

Democracy Now: o general Romeo Vasquez que liderou o golpe foi formado na "US School of the Americas", em Fort Benning, a famigerada escola militar que forma legionários para servir no estrangeiro.
o presidente Manuel Zelaya Rosales (que lhe aconteceu para cair em desgraça?), já depois de exilado à força para a Costa Rica declarou à Telesur: “Voy a pedirle al presidente dos EUA y al embajador en Tegucigalpa que si no tienen nada que ver con este golpe, que lo aclaren” e acrescentou, “si detrás de todo no está el Gobierno de EEUU el golpe no debería durar ni 48 horas” - Portanto, se o golpe se está a prolongar é porque conta com o apoio implícito dos EUA
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actualizações:
* últimas fotos da defesa da democracia nas ruas
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Criado um gabinete de Governo na Resistência observando sete considerandos
* Multinacionais farmacêuticas directamente implicadas no golpe de Estado
* Nikolas Kozloff: as divergências por trás do golpe
* a Guerra contra soluções de governo de esquerda continua e globaliza-se: "na verdade a "School of the Americas" deveria mudar o nome para "Escola contra o Planeta"
* o embaixador das Honduras nos EUA Roberto Flores Bermúdez regressou hoje ao país para "consultas", e afirmou à sua chegada que a "remoção" de Manuel Zelaya da Presidência "não é um golpe de Estado"
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