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terça-feira, fevereiro 22, 2011

revolução e soberania nacional

Muammar al-Gaddafi não é um presidente, é o líder eleito da revolução líbia” (citado do próprio durante o discurso desta tarde)

Líbia, um enclave não submetido ao imperialismo cambaleia, um país rico onde a riqueza é razoavelmente bem distribuida pela maioria da população – a ONU, ponta de lança dos interesses norte americanos, especialmente das multinacionais petrolíferas, reúne de urgência para calcular as possibilidades de intervenção – cada vez se torna mais

evidente que o que está em marcha é um plano de ocupação do país por tropas da NATO – para grande gáudio dos amarelos "esquerd- istas demo- cráticos" ocidentais dos mais estafados matizes, mas amigos indefectiveis do poder neoconservador dos direitos humanos (para usar só como intenção, enquanto as condições materiais das populações no Ocidente definham e provocam lentamente a degradação e a perda desses mesmos direitos humanos)

* Para ler atentamente: "Na rota do ouro negro, a chave africana: al-Gadaffi e o golpe petrolifero da CIA sobre a Líbia"
* Eduardo Galeano no La Jornada: "A independência é o outro nome da dignidade"
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