"Existem 2 Poderes no mundo, a Espada e a Mente. A longo prazo a Espada é sempre derrotada pela Mente, logo, é esta última que importa verdadeiramente conquistar"
(Napoleão Bonaparte)
O recente documentário “Psy-War” põe em evidência a correlação de forças entre a teoria elitista da democracia burguesa (como na antiga Grécia, há uma moral para escravos e uma moral para Senhores, democracia na qual só estes últimos 10% é que têm condições económicas e status para participar) decidindo no relacionamento entre declarações de guerra, propaganda e classes sociais.
Guerra Psicológica inclui entrevistas inéditas com um significativo número de intelectuais académicos dissidentes, incluindo o anarquista Noam Chomsky, e militantes de diversas correntes marxistas de diferentes nuances como Howard Zinn, Michael Parenti e Peter Phillips (reunidos no think-thank “Projectos Censurados”), John Stauber (PR Watch), Christopher Simpson (A Ciência da Coerção) e outros.
Estudo aprofundado e ricamente ilustrado da natureza e da história da propaganda, apresentando a mundovisão de alguns dos actuais críticos mais perspicazes, "Psy-War" expõe o sistema de propaganda imperialista global, afinal o exercício de fundo crucial que controla a informação e o pensamento de milhões de pessoas que vivem assumidamente escravizadas pela escassez, num universo onde as 100 pessoas mais ricas do Mundo (com 60% de acréscimo de riqueza nos últimos 20 anos) poderiam acabar quatro vezes com a Pobreza global (segundo a Oxfam)
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Uma simples mistificação dos economistas da escola neoliberal norte-americana, fazendo tábua rasa da distinção entre o Valor de Uso e o Valor de Troca das mercadorias de Karl Marx em “O Capital” moldou o mundo do pós-guerra tal e qual o conhecemos. Neste sentido, só o Presente é nosso, não o momento passado nem aquele que aguardamos, porque um está destruido, e do outro, se não lutarmos, não sabemos se existirá.

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