Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta Iraque. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Iraque. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, outubro 09, 2015

Russos são recebidos em apoteose na Síria

Сирия сегодня - Спасибо России ! Друзья ! Смотрите видео и передайте дальше всем !

Росси́я - Российская Федерация 1 de Outubro de 2015
a Casa Branca espera um pedido de desculpas da Siria por ter convidado Putin a invadir o país. Zbigniew Brzezinski: "estão loucos? Obama deve retaliar os Russos imediatamente!" 

No seu discurso o conselheiro de Estado Brzezinski reconhece implicitamente que os Estados Unidos têm aliados entre os grupos terroristas que actuam na Síria e dirigindo-se a Vladimir Putin ameaçou: parem de atingir a nossa Al-Qaeda "ou teremos uma terceira guerra mundial" (VeteransToday)
Conselheiro ucraniano quer ajudar o "Estado Islâmico" a vingar-se dos soldados russos.

domingo, agosto 24, 2014

o "Estado Islâmico da Síria e do Iraque"; o mesmo post anterior no léxico oficial

1. O Estado Islâmico (EI, ex-ISIS) é uma ameaça de tipo novo. Não é “mais um” grupo terrorista ou de fanáticos apocalípticos. Tem outra ambição.

Encara-se como um verdadeiro Estado em construção — o “califado” — e não como uma organização de militantes. Controla, na Síria e no Iraque, um território da dimensão da Grã-Bretanha. Utiliza métodos de tal modo violentos que suscitou a repulsa da Al-Qaeda. Está a mudar o mapa do Médio Oriente (1) e a dinâmica das “guerras por procuração” que lá se travam. Mais relevante do que o fanatismo é a sua vocação totalitária.

Os analistas atribuíram inicialmente o seu sucesso a três factores: uma extraordinária mobilidade com elevado poder de fogo, a brutalidade dos ataques e uma refinada propaganda de actos de barbárie para desmoralizar quem lhe resiste. Chuck Hagel, secretário da Defesa americano, declarou depois do vídeo da decapitação do jornalista James Foley: “É um grupo mais bem organizado do que qualquer outro de que tenhamos conhecimento. Eles não são um simples grupo terrorista. Aliam ideologia e sofisticação militar. Dispõem de fundos financeiros incríveis.” (ler mais, Jorge Almeida Fernandes, no Público)

(1) Israelitas imaginários. O cineasta israelita Eyal Sivan, decifra os argumentos dos manifestantes pró-Israel que apoiam os criminosos ataques militares contra o governo eleito e civis na Faixa de Gaza, manifestando-se aos gritos de "morte aos terroristas do Hamas" a 31 de Julho de 2014 em Paris.

terça-feira, novembro 30, 2010

Wikileaks, a Conexão Sionista

O que será suposto Israel fazer agora que é conhecida a origem das pressões dos serviços secretos israelitas que induziram os Estados Unidos a atacar o Iraque?
Engana-me uma vez e a vergonha é tua, engana-me uma segunda vez e a vergonha é minha. Poderá quem por seis décadas a fio enganou a população e os gestores correntes de uma superpotência como os Estados Unidos considerar a relação terminada? – o que está em jogo é a credibilidade e a legitimação de um Estado que o mundo inteiro considera ilegal e criminoso.

Se o governo de Telavive sabia disto, o governo de Jerusalém sabe-o ainda melhor, e os Estados Unidos não o desconhece, tanto que mudou a sua Embaixada para a nova capital Jerusalém, à revelia das atrocidades ali cometidas na usurpação de territórios árabes por colonatos judeus. O que pode o Estado Sionista de Israel fazer para desviar as atenções destas verdades elementares? Resposta: a Wikileaks.

Porque não? Contra-informação desviando as atenções do essencial. Divulgação selectiva a cinco jornais de referência que depressa viraram o assunto para fait-divers sobre as características pessoais dos intervenientes. Maior ênfase em apontar os holofotes todos para Washington, para deixar Israel na penumbra. É o tipo clássico de operação psicológica tantas vezes já vista. Primeiro que tudo desafia a credibilidade de Washington e é sem dúvida o primeiro passo na direcção da não re-eleição de Obama em 2012. O Idiota já desviou as atenções dos demo-crentes durante dois anos, o próximo passo é deitar o empecilho fora e retomar, com concordância maioritária, o caminho bushista que nunca deixou de ser seguido.
Qualquer investigador forense face a um crime a primeira pergunta que faz é “a quem aproveita isto?”, de seguida olha para os meios empregues: “quem são os lideres mundiais em tecnologia e segurança informática?”, depois averigua o motivo: “manter a estabilidade de serviços de espionagem de um Estado-nação com ambições globais dentro de um conglomerado industrial militar como são os Estados Unidos”
Para além de Israel qual seria qualquer outro candidato credível? – note-se como os traumas decorrentes do agravamento do processo de paz para o Médio Oriente desapareceu rapidamente das noticias. O que ficou em cima da mesa de momento é o Irão e os objectivos da Mossad. Mais uma vez, a quem beneficiará um novo crime?
A Wikileaks deve ser fortemente questionada por aquilo que se está a perder: a ausência de divulgação de qualquer material que possa provocar danos aos objectivos de Israel.

(Baseado nos tópicos principais do artigo “The Tel Aviv Connection” de Jeff Gates publicado no Rense)
.

sábado, janeiro 10, 2009

programa "democracia por petróleo"

entretanto no Iraque, sem grandes fanfarras, os invasores inauguraram a nova embaixada em Bagdade - para se ter uma ideia da quantidade de "democracia" exportada para um país que vem sendo degradado por agressões desde há 18 anos (com o famigerado programa petróleo por alimentos), basta comparar a descomunal área ocupada pelos americanos com a exíguo tamanho do "parlamento nacional" habitado por fantoches animados. E as marionetas indígenas até passam a dispôr de "assessoria técnica" a partir de um edificio próprio para as instalações do CIA. Esta arquitectura de "zonas verdes" com piscinas para as mais altas indivualidades sociais é bem o prenúncio do novo tipo de sociedade que chega: os colonatos murados onde se refugiam os bandos de facínoras que gerem militarmente os recursos das regiões que se considerem relevantes. Tudo e todos os precários bantustões do lúmpen que estiverem extra-muros é terra e vítimas para queimar

terça-feira, dezembro 16, 2008

Take Off Your Shoes América

Na cultura árabe o acto é considerado o supremo insulto que se pode fazer a alguém - tradução do que disse o jornalista que arremessou os sapatos ao Bush:
Isto é um beijo de despedida para ti cão! vem da parte das viúvas e dos órfãos de todos os que mataste no Iraque

Diz-se que foi a única coisa que Bush conseguiu fazer bem até agora: evitou levar com dois sapatos no focinho, e mesmo assim precisou da ajuda da mão do fantoche al-Maliki. Muitas pessoas ao redor do mundo gostariam de ter feito o mesmo, embora se presuma que Muntader Al-Zaidi, 28 anos jornalista da Al-Baghdadia TV, esteja agora descalço. Porém, já era um herói, e irá decerto contribuir para relançar a luta contra os invasores e suas marionetas. Milhares de populares têm-se manifestado pela sua libertação imediata. O presidente eleito Barack Obama deveria fazer deste homem cidadão honorário norte americano, porque Bush também tem vindo a provocar um rol imenso de órfãos e viúvas nos Estados Unidos. Se este prosseguir a mesma política, fica uma exortação aos americanos: tirem os sapatos!
.

sexta-feira, março 14, 2008

crise, consumo & psicopatas

O bisavô do Euro é o Plano Marshall, que reforçou a cooperação europeia”, afirmou recentemente Jacinto Nunes, ex-governador do Banco de Portugal (um intocável do tempo de Salazar) (1), na cerimónia que teve lugar na Fundação Luso Americana (FLAD) no aniversário dos 60 anos “do que se pode considerar o lançamento do Programa de Recuperação da Europa”.

A assistência financeira da banca norte americana com novos investimentos em 16 paises europeus (para além dos chorudos retornos em juros e lucros que nunca são mencionados na propaganda) “tinha como objectivo aumentar a produtividade, reforçando por esta via o nível de vida, caminho considerado essencial para evitar tensões sociais que criassem tentações revolucionárias com alinhamentos à URSS”

Descoberto o mistério de polichinelo de que o anticomunismo é o fantasma real que sempre tem guiado a política ocidental, salte-se umas décadas por cima da Guerra Fria até ao presente mais recente, o da emissão efectiva da moeda única europeia: quando o Euro foi lançado em 2001 uma vulgar carcaça custava 2 tostões; hoje custa 30 escudos. Da criação de mais valias aumentando os custos de produção, numa espécie de espiral inflacionária eterna, vive o sistema capitalista, atropelando tudo e todos em nome do sacrossanto sistema financeiro. (é urgente que cada um investigue por si quem detém os poderes de decisão que gerem os bancos centrais, que são de natureza privada, e se disponham a agir em conformidade no momento em que votam)

Que Europa, e em particular que Portugal temos então hoje? Paulo Ferreira em editorial no Público (12/3) explica: “os excessos financeiros têm os seus custos; o crédito está mais dificil e mais caro. Os desiquilibrios serão certamente corrigidos, nem que seja à custa de uma recessão”. E tudo isto porquê? “porque o país tem vivido acima das suas possibilidades”. Mas de que país se fala? O dos salários minimos, do trabalho precário, das empresas deslocalizadas que remetem milhares para as esmolas do fundo de desemprego ou para a emigração de mão de obra desqualificada e não raro escrava? – ou o das remunerações principescas dos gestores da banca, suportadas por lucros excessivos, crédito fácil para especular em bolsa ou reformas douradas dos gestores públicos e privados? a perplexidade que deixa neste parágrafo cinco pontos de interrogação, pede um último: porque têm uns, muitos, de pagar os escandalosos privilégios de outros, poucos?

Gilles Lipovetsky na “Era do Vazio” (2) teorizou sobre o problema mais geral da coesão social na actual época de mutação originada pela diversificação dos modos de vida, pela desagregação da sociedade, dos costumes, a emergência de um modo de individualização inédito e do modelo de socialização dos prejuizos do sistema fazendo-os distribuir equitativamente pela colectividade como um todo, o aliciamento publicitário do individuo contemporâneo para o consumo de massa, enfim, a nova forma de controlo dos comportamentos. A pensar certamente nisto, Durão Barroso, noutra página da mesma edição do jornal, afirma que os “consumidores estão mais fortes numa Europa mais próspera” deixando o aviso: “mesmo as empresas mais poderosas não poderão ignorar a opinião daqueles que as mantêm em funcionamento

E é do consumo da produção “das maiores empresas mundiais” que vos quero falar, no 5º aniversário da invasão do Iraque, uma triste efeméride que protestamos no próximo sábado dia 15. Como escaparam essas “empresas mais poderosas” à crise latente que assola os Estados Unidos desde o crash da economia virtual de 2001 e a emergência da catástrofe Bush? Despejando e esturrando literalmente milhões em material de guerra sobre dois paises – significa que existem “consumidores” que consomem compulsivamente bombas e balas sem o seu acordo, produção essa que deveria ser urgentemente ilegalizada. Para finalmente e de uma vez por todas, pôr um fim à crise, cujo custo, não o esqueçamos, é pago por todos nós. Exagero?
O núcleo duro das 10 maiores empresas mundiais, certamente o verdadeiro coração que bombeia a vida pelas veias da economia global (em 1.Samuel.25 a Vida está no sangue, o coração é o orgão que a bombeia; e a Lei do coração é a aniquilação dos menos aptos Levi 17.14) – ultrapassando a lei da concorrência, actuam em regime de cartel, desprezando a insignificante “sociedade civil” e sobrevalorizando a componente militar (3), de facto o verdadeiro motor do capitalismo contemporâneo que já não se funda na produção mas principalmente na destruição, sendo ambas as componentes habilmente conjugadas e a sua compreensão ocultada das opiniões públicas. Chega-se até ao desplante do apelo ao negócio, pedindo o alistamento de voluntários para engrossar as fileiras dos exércitos mercenários contra inimigos criados artificialmente.

Nesta encruzilhada, “os direitos do homem são simples extensões particulares de um direito único, o de sobreviver com o único fim de trabalhar para a sobrevivência de uma economia totalitária, que se impôs falaciosamente como único meio de subsistência da espécie humana” (4) E esta situação apela a uma viragem histórica – justamente ao contrário do que diz Barroso – mesmo as empresas mais poderosas não poderão ignorar que não as queremos em funcionamento para este tipo de produção; não como consumidores, fazemos essa exigência na qualidade de cidadãos!

(1) salazarismo: ver na Revista Atlântico (sem link)
(2) Gilles Lipovetsky "A Era do Vazio", Ensaio Sobre o Individualismo Contemporâneo", Ediç. Antropos, 1983
(3) A expressão "Complexo Industrial Militar" foi cunhada no discurso do Presidente Dwight D. Eisenhower de despedida à nação em 1961
(4) in Declaração Universal dos Direitos do Ser Humano, Raoul Vaneigem, Edit. Antígona, 2003
.

sábado, março 17, 2007

o Senado dos Estados Unidos aprovou hoje
a abertura do debate sobre a guerra no Iraque,
ameaçado pelo veto da Casa Branca
a qualquer iniciativa que contemple um calendário
para a retirada das forças agressoras.

mas, como se verá
Para acabar de vez com as vítimas do Capitalismo
não bastará substituir o governo
por uma alegoria "democrata" do mesmo governo

Quando o cadáver do recém- assassinado Martin Luther King foi recolhido do chão, no dia 4 de Abril, encontraram-lhe num dos bolsos um rascunho – a minuta do que seria o discurso, que nunca chegou a ser pronunciado, tinha por titulo “Os 10 mandamentos sobre o Vietname” e seria depois lido emocionadamente pela sua mulher no dia 28 de Abril de 1968 num comício em Central Park. Foi a época em que se iniciou a contestação à guerra, que atingiria o auge ao som de “Give Peace a Chance” juntando 1 milhão de pessoas também no mesmo local, novamente marcado, anos depois, por aí ter sido assassinado outro famoso militante do movimento anti-guerra: John Lennon. As fichas que o FBI e depois a CIA tinham compilado sobre Lennon foram mantidas como segredo de Estado durante 25 anos – quando foi conhecido publicamente o seu conteúdo, permitiu a rodagem do documentário “The U.S vs John Lennon” que foi estreado no Festival de Veneza em 2006. Não é provável que venha a ser exibido em Portugal.

17 de Março - Jornada Mundial contra a Guerra no Iraque

Inspirado na bilhetinho de Luther King, aqui fica a sua adaptação, ao jeito da nossa época, para os "10 Mandamentos sobre o Iraque"

01 - Não deverás acreditar na vitória militar
02 - Não deverás acreditar numa vitória politica
03 - Não deves acreditar que os Iraquianos nos adoram
04 - Não deves acreditar que o governo iraquiano tem o apoio do seu povo
05 - Não deves acreditar que a maioria dos iraquianos se parecem todos com clérigos islâmicos ou com terroristas
06 - Não acreditarás que o número de mortos iraquianos podem ser comparados com os de americanos mortos
07 - Não deves acreditar que os Generais depois de reformados sabem melhor o que é a guerra do que antes, quando lá estiveram e não a puderam ganhar.
08 - Não deves acreditar que a vitória dos “inimigos” significa “terrorismo”
09 - Não acreditarás que o mundo inteiro apoia o Estados Unidos
10 - Não matarás
.

segunda-feira, novembro 06, 2006




















Eleições na América – repórteres MacDonalds


No julgamento-Farsa o Tribunal Marioneta de Bagdad presenteia à opinião pública yankee a cabeça de Saddam Hussein numa operação perfeitamente sincronizada com as eleições no Capitólio.

That`s Incredible. Um “jornalista” na TSF, de quem não fixei o nome, dirige-se a Cavaco Silva inquirindo-o sobre a sentença de morte a Saddam proferida pela “JOVEM DEMOCRACIA IRAQUIANA” (sic). Exactamente assim, nestes termos.
Este estilo de “jornalismo” para asnos vulgarizou-se de tal modo que ninguém de seu perfeito juízo compra este tipo de coisas. Se esta gente que tais dislates profere não vive de subsidios, ninguém sabe do que é que vivem. O falhanço dos media noticiosos (oficiosos) regra geral espelha as ridículas, grosseiras e cínicas manipulações da realidade que têm sido a imagem de marca do regime Bushista. Mas, não desesperemos, porque isto não é sinal de vitória da tropa neo-fascista. Bem pelo contrário.

Na medida em que não existe hoje um só tribunal justo em todo o planeta – são estruturas ao serviço das oligarquias governantes em cada lugar, quanto mais no Iraque ocupado pelas tropas invasoras – é natural que os porta-vozes da nova Inquisição “se congratulem por simulacros de julgamentos deste género poderem ser levados até ao fim” – acrescentando-lhe magnanidade qb, relembrando a nossa tradição contra a pena de morte. Se Portugal tivesse em 1852 abolido igualmente a pena contra Mentirosos estavam safos! Sobre a “brutalidade do regime deposto” (palavra de Cavaco), depois de 650 mil mortos (assassinados) pelos ocupantes e seus sequazes, a história dos “ditadores que cometem atrocidades” (palavra de Cavaco), neste caso desmonta-se em meia dúzia de linhas.
O fim de Saddam, mais do que um castigo, deverá ser a garantia do seu silêncio. Um Presidente legitimo, membro de um partido de cariz a armar ao "socialista" árabe, é condenado à forca pela pior espécie de lumpen politico financiado por interesses geo-estratégicos estrangeiros. Deposto o lider iraquiano, a administração Bush impediu que fosse julgado por um tribunal internacional similar áquele que processou Milosevic em Haia, sem dúvida porque nenhum tribunal civilizado admite hoje condenações à morte como o menino rico ex-bêbado antigo governador do Texas sancionava regularmente. Há pressa para eliminar o ex-ditador, a quem decerto nenhum carcereiro do Império terá dado papel e lápis de forma que pudesse redigir as suas memórias. Ninguém se lembra de nos informar que Saddam não era nem sunita nem árabe em termos religiosos ou étnicos, apenas um simples tirano que para se manter no poder eliminou centenas de democratas de todas as etnias e ideologias. Se os acusadores quisessem recordar que os milhares de pessoas que foram executadas entre 1992 e 2003 foram sunitas, foi porque as regiões Curdas e Xiitas eram zonas de exclusão e estavam debaixo dos controlo dos EUA que supervisionavam as sanções depois da primeira guerra do Golfo.
Saddam é acusado junto com outros sete colaboradores da matança de 143 pessoas na povoação xiita de Duyail, em 1982; mas a memória dos acusadores é tão selectiva que não se recordam que Saddam se estreou com este ofício de mandatário sanguinário muito antes – em 1963, quando assumiu um alto cargo na nomenklatura iraquiana. Então, doutrinado e com armas fornecidas por Ronald Rumsfeld, linchou e executou um número próximo de 4.000 militantes comunistas iraquianos – acção pela qual mereceu o louvor e a inscrição nos ficheiros da CIA como um amigo canino dos americanos.















Saddam Hussein, Donald Rumsfeld e as Esporas Douradas que picaram a besta.