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segunda-feira, maio 18, 2015

impuseram sanções contra nós mesmo, estúpidos

As sanções ocidentais contra a Rússia deveriam causar grandes danos ao país, mas afinal, não por acaso e falta de cretinisse dos politicos neocons euro-americanos, a economia russa está actualmente num estado bastante melhor que antes. A análise é de um especialista da Forbes, que não analisa que os combustiveis na Europa subiram14,75 por cento e o Euro se desvalorizou. Ao passo que o rublo se fortaleceu em 17% desde o início do ano e continua a valorizar-se enquanto o dólar permanece abaixo dos 50 rublos, pese que os especuladores ocidentais (p/e Goldman Sachs) para esse mesmo periodo tivessem previsto que os russos iriam precisar de 70 rublos para comprar 1 dólar. Enquanto isso, o mercado russo foi classificado pelo fundo "Market Vectors Russia" (RSX) de o melhor entre os países em desenvolvimento. Quer dizer, a Rússia nos novos mercados internacionais tornou-se favorita para os investidores. Consoante a entrada de fundos especulativos não é admitida, atualmente, a relação entre a Dívida e o PIB na Rússia é de um valor irrisório de 14 por cento. Enquanto os juros no crédito interno descem. No último ranking do "The Human Capital Report" produzido pelo Fórum Económico Mundial, a Rússia fortaleceu a sua posição, passando do 55º para o 26º lugar. Este "Índice de Capital Humano" é determinado tendo em conta as competências e habilitações da população relacionadas com as metas de produção. Neste ranking a Rússia, cujo modelo de capitalismo regressa à valorização do trabalho, ocupa um lugar acima de Israel, Itália, Grécia, Portugal, Espanha e Brasil, todas economias dependentes do valor financeirizado em papel impresso que os Estados Unidos decidirem dar-lhe, a bom proveito da casta que subjugou o Estado imperial global e as populações dos paises seus vassalos. (SputnikNews/Brasil)
"para me comprarem combustivel isso não é dinheiro. Rublos, dá-me Rublos"

sexta-feira, maio 15, 2015

o desfile do Dia da Vitória tem a ver com o Povo Russo, não com o regime de Putin

Como Federação de Estados laicos as manifestações religiosas na Federação Russa são por principio afastadas dos actos oficiais. Mas este ano, pela primeira vez, houve uma excepção: "Um pequeno detalhe do desfile chamou especialmente a atenção: o ministro da Defesa Sergei Shoigu, budista, nascido na República de Tuva, e um dos mais respeitados líderes russos, que comandou o Ministério de Emergências, antes de assumir o Ministério da Defesa, fez algo que nenhum de seus antecessores jamais fez: no instante de iniciar a cerimônia, antes de pôr o quepe, o ministro fez o sinal da Cruz, à maneira dos russos ortodoxos. Esse simples gesto converteu o desfile, de simples exibição de pompa militar, num ritual sagrado" - premonitório? é deste modo que o Povo Russa encara as ameaças de invasão e perda de soberania, como uma Guerra Sagrada

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a recordar
Berlim, Maio de 1945

sábado, maio 09, 2015

9 de Maio de 1945, a história que se tenta reescrever no ocidente (V)

Esta ano a parada militar em Moscovo "foi a maior da história", segundo tinha anunciado o Kremlin, desfilando (hoje sábado a partir das 10 horas locais) mais de 16.000 soldados, incluindo em particular unidades da República Popular da China, da India e da Sérvia, aos qual se juntam 2.300 veteranos da Grande Guerra Sagrada pela defesa da Pátria. A grande demonstração de força será contudo posta na apresentação do armamento, especialmente o blindado Armata T-14, construído para ser o tanque mais "mortal" de sempre devida à sua couraça impenetrável e canhões automáticos. Da sua torre de controlo remoto e radar podem-se controlar simultaneamente até 40 alvos terrestres e 25 alvos aéreos num raio de 100 quilómetros. Como se trata da inauguração oficial da nova Guerra Fria, como meios dissuasores serão apresentados mais 200 veiculos militares, a maioria de características inovadoras, e 143 aviões e helicópteros de combate. Portanto, este é um momento de nostalgia que fará regressar à mente dos nazi-fascistas europeus o legendário tanque T-34, que tantos estragos provocou entre as tropas alemãs faz 70 anos. (ler mais)

Pequim retira lições do passado soviético
As “democracias financeiras” do Ocidente estão hoje então a braços com a capacidade de produção tecnológica russa aliada ao extraordinário potencial humano chinês – conforme o Acordo de Colaboração para as mais diversas áreas entre Vladimir Putin e Xi Jinping assinado ontem em Moscovo. Uma reedição contemporânea da “Rota da Seda” através do continente asiático, sobre o qual o imperialismo norte-americano tem utópicas e estúpidas ambições desde que pariu o “The Grand Chessboard”. Mas desta vez, com o poder entregue a vassalos, a Europa não dispõe de nenhum Marco Polo capaz de ser o embaixador que aprenda e nos traga conhecimento sobre sociedades organizadas para o desenvolvimento humano com ênfase na defesa colectiva do povo.

Como europeus estamos então encomendados às personalidades caguinchas de Hollande, (em vez de DeGaule), a Cameron (em vez de Churchill) e a Merkel (em vez de Hitler) - e a Merkel assenta como uma luva nas trombas a letra do hino que galvanizou os soldados do Exército Vermelho em 1941: “Não se atrevam as vossas negras asas/ a voar sobre a nossa Mãe Pátria/ não se atrevam a pisar/ os nossos campos imensos/ Disparemos uma bala na testa/ dos parasitas fascistas/Façamos um robusto ataúde/ para tal raça/ Que a nossa Ira/nos levante como uma onda/ Esta é uma guerra do Povo/ esta é uma Guerra Sagrada” (ouvir aqui)

9 de Maio de 1945

a partir das 7,00 horas tmg
Transmissão em directo de Moscovo e das comemorações do Dia da Vitória por toda a Rússia. Especial ênfase posta na Crimeia, onde pela primeira vez se juntam à Esquadra Naval Russa dois cruzadores da Republica Popular da China vindos do Mediterrâneo. Seria impedir o acesso da Marinha da Rússia ao Mediterrâneo o principal objectivo do golpe nazi-fascista na Ucrânia, apoiado e financiado pela União Europeia e pelos Estados Unidos. Estão na Tribuna da parada militar de Moscovo dezenas de presidentes de todo o mundo;  entre eles (apenas) 5 governantes Europeus da área da Nato. A demonstração de força da Federação Russa aliada com a República Popular da China é em primeiro lugar uma demonstração de respeito pelos milhões de mortos nos trágicos acontecimentos de 1941-1945, em segundo lugar, uma mensagem acutilante para que não se repitam
traduzido em castelhano
Segundo um inquérito realizado recentemente apenas 12% dos europeus sabe que a União Soviética teve um papel determinante na vitória sobre o Nazismo em 1945. Nos Estados Unidos numa amostra colhida em Times Square a ignorância é ainda mais confrangedora - a estupidificação é de tal ordem que quase ninguém sabe sequer o que foi a 2ª Grande Guerra. Muitos respondem ter sido um conflito entre Bush e Saddam Hussein. Um tal panorama cultural é criminoso, propicio a lançar de novo milhões de pessoas num conflito cujas causas se expressam apenas em defesa de um capitalismo que se tornou insustentável e destrutivo.(ver para crer)

o Dia da Vitória começou a desenhar-se em 1943 (III)

Hitler em 1941 tinha prometido aos seus soldados e generais que três semanas após a invasão da União Soviética, estariam desfilando em Moscovo, queimando de seguida a cidade para remover da face da terra o Bolchevismo, defensor dos judeus e de raças impuras. Mas passados 3 anos era este o estado miserável da tropa agressora nazi – finalmente desfilavam sim, mas desarmados, sujos, humilhados e expostos como animais à curiosidade do tão sacrificado povo russo. Ainda assim, apesar das atrocidades, e numa lição de grande dignidade, durante o tenebroso cortejo dos prisioneiros alemães não se ouvia do povo russo a mais pequena invectiva ou o mais que merecido insulto  

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sexta-feira, maio 08, 2015

70º Aniversário da Vitória sobre o Nazismo (II)

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A passividade das potências capitalistas ocidentais face ao expansionismo alemão, italiano e japonês – que vinha já de trás, da ocupação e anexação de diversos países e territórios – tinha um objectivo bem definido: empurrar a agressividade nazi-fascista para destruir o regime daa União Soviética, propósito principal de Hitler, evidente no próprio Mein Kampf e na assinatura com o Japão do Tratado Anti-Komintern, ao qual viria a aderir a Espanha fascista em 1939 no final da guerra civil.

A resposta do povo russo encarnado no Exército Vermelho liderado por José Estaline foi fulminanante, como se sabe, culminando na batalha de Berlim com o hastear da bandeira dos operários e camponeses na cúpula do Reichtag. Um facto pouco lembrado, que entre os defensores nazis em Berlim se encontrava a famosa Divisão Azul da Espanha fascista (1). A conquista de Berlim é um feito imortal de que se comemora agora o 70º aniversário. A epopeia foi paga com mais de 20 milhões de russos mortos na Guerra Sagrada pela Pátria e pela erradicação do Nazismo na Europa Oriental. Mas a Grande Guerra Mundial não terminaria nesse dia 9 de Maio. Três meses depois, no extremo oriente asiático a União Soviética declarou guerra ao Japão e conquistou a colónia chinesa da Manchúria ocupada pelos japoneses. No dia seguinte os Estados Unidos efectuaram o primeiro ataque terrorista com armas atómicas, destruindo Hiroshima e três dias depois Nagazaki. Este acto desesperado dos imperialistas norte-americanos acontece para evitar a todo o custo que fosse o Exército Vermelho a ocupar o Japão e transformasse o Império do Mikado num país socialista. A rendição do Japão chegou a 2 de Setembro de 1945 assinada perante o general MacArthur a bordo do cruzador Missouri ancorado no porto de Tóquio.

(1) O revisionismo histórico em marcha tenta apagar factos incómodos para o regime da nova "democracia" neo-fascista. Mais de 125.000 europeus ocidentais não alemães serviram militarmente a Alemanha de Hitler! A Divisão Azul espanhola enviada para a frente leste alemã era composta por 47.000 "voluntários" dispostos a lutar pelo nacional-socialismo hitleriano. Embora não existam estudos historiográficos de voluntários portugueses entre esses combatentes pró-Nazis, como antes os "Viriato" na guerra civil espanhola, Portugal fez-se representar em apoio dos homens de Franco por "observadores estagiários” junto da Divisão Azul - um deles, que depois se viria a tornar famoso, foi António de Spínola, que chegaria ao posto de Marechal. 
(“Mercenários de Hitler – Tropas extranjeras al Servicio del Tercer Reich”, de Christopher Ailsby, Editorial LIBSA, Madrid)

quarta-feira, maio 06, 2015

71º Aniversário da conquista de Sevastopol

Realizou-se no passado domingo uma cerimónia comemorativa e uma reconstituição da batalha que teve lugar nos arredores de Sevastopol a 3 de Maio de 1944. O evento marca o 71 º aniversário da libertação da cidade pelo Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, até essse dia uma base impenetrável para as forças de ocupação nazi. Os moradores locais participaram na reencenação da ofensiva que o Exército Vermelho que expulsou os alemães dessa posição estratégica do Monte Sapun a partir da qual se reconquistou Sevastopol (na novamente reconquistada Crimeia aos nazis que ocupam de novo a Ucrânia desde 2014). Soldados das Forças Navais do Mar Negro ostentaram as bandeiras nos navios de guerra e unidades de infantaria que lutaram na batalha, e depositando coroas de flores no monumento da Chama Eterna que arde no topo do Monte Sapun para homenagear aqueles que morreram para libertar a cidade.
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Cartazes do tempo da guerra. Legendas, da esquerda para a direita: Soldados do Exército Vermelho, Salvem-nos!; Defenderemos Moscovo até à morte!; as Mulheres soviéticas tudo farão pela vitória, apoiando as nossas tropas na frente!; Agitemos a nossa bandeira sobre Berlim; o meu Pai é um Herói, o teu tambèm?; a Europa será Libertada!

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

escusavas de ouvir isto óh porco fascista

na tradição revolucionária dos russos, Velikaya Znamenka revolta-se contra os agressores a soldo da Junta de Kiev



uma boa questão: Porque é que a população da Ucrânia em guerra, foge precisamente para o país que todos nos dizem ser o "agressor"? existem 2,5 milhões de emigrantes ucranianos na Rússia 900.000 dos quais refugiados fugidos da agressão a Donbass