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quinta-feira, maio 07, 2015

por uma moeda única mundial

O decadente dólar como moeda de hegemonia global vem juntar-se às guerras cambiais. A soma de todas as balanças comerciais do mundo é igual a zero, o que significa que nem todos os países podem ser exportadores líquidos - e que guerras cambiais acabam sendo jogos de soma zero. É por isso que a entrada dos EUA na guerra cambial era apenas uma questão de tempo. (Nouriel Roubini, Maio de 2015). É também por isso que na República Popular da China se advoga abertamente a criação de uma moeda única global (afinal uma ideia de Keynes não aceite em 1945) que possa reflectir o valor trabalho e ponha termo às infames disparidades nas trocas desiguais e especulações financeiras.  

A batalha de Waterloo, os assassinatos de seis presidentes dos Estados Unidos, a ascensão de Adolf Hitler, duas grandes guerra mundiais, a deflação da bolha económica japonesa em 1994, a crise financeira asiática de 1997-98, a destruição ambiental, tudo no mesmo mundo desenvolvido, no best-seller editado na China “As Guerras Cambiais” (Currency Wars) esses eventos díspares abrangendo dois séculos têm uma única raiz causuistica: o controle da emissão de moeda através da história pela dinastia dos banqueiros Rothschild. Ainda hoje, reclama o autor Song Hong-bing, a Reserva Federal dos EUA continua a ser um fantoche dos bancos privados, que em última análise, também devem vassalagem aos omnipresentes Rothschilds. Uma tal super-abrangente teoria da conspiração interessa tanto quanto os muitos fétidos ensaios que ainda podem ser encontrados no Ocidente sobre os "gnomos de Basileia" e manipulação das finanças globais por Wall Street?
Mas na China, que se encontra no meio de um longo debate sobre a abertura do seu sistema financeiro sob pressão dos Estados Unidos, o livro tornou-se um surpreendente êxito e está a ser lido em níveis superiores do governo e de empresários envolvidos em negócios com o estrangeiro - "Algumas cabeças seniores de empresas foram-me perguntando se tudo isso é verdade", diz Ha Jiming, economista-chefe da “China International Capital Corp”, o maior banco de investimento nacional. O livro dá também argumentos, para os muitos economistas que na China argumentam que Pequim deve resistir à pressão de os EUA e outros países para permitir que sua moeda, o renminbi, se possa valorizar. A editora do livro, uma unidade de produção do grupo estatal CITIC, disse que as Guerras Cambiais” publicaram até agora cerca de 200.000 livros, estimando que tivessem sido fotocopiadas mais 400.000 exemplares. Song Hong-bing, consultor de tecnologias de informação e historiador amador que viveu nos EUA, diz que o seu interesse foi despertado pela tentativa de descobrir o que esteve por trás da crise asiática em 1997. Depois que começou a blogar algumas de suas descobertas, os seus amigos sugeriram que ele devia encontrar um editor para o apoiar num trabalho mais longo. Hoje confessa-se surpreendido com o sucesso do livro - "nunca imaginei que pudesse despertar tanto interesse (…) as pessoas na China estão nervosas sobre o que está a acontecer nos mercados financeiros globais, e não sabem como lidar com os perigos reais. Este livro dá-lhes algumas idéias". O que mais choca as pessoas, diz o autor da descoberta, é que a Reserva Federal (FED) é um banco de propriedade e gestão privada. "Eu próprio nunca poderia imaginar que um Banco Central pudesse ser um organismo privado".

A Reserva Federal faz-se descrever como “uma mistura pouco comum de elementos públicos e privados". Conquanto os seus sete governadores sejam todos nomeados pelo presidente dos Estados Unidos, os bancos privados detêm as acções dos seus 12 Bancos de Reserva Regionais. Podemos ignorar o papel do governo e pensar que é esta corporação financeira que selecciona os presidentes levados a eleição. A FED é em última análise controlada por cinco bancos privados, entre eles o Citibank e o Goldman Sachs, os quais mantêm uma "relação estreita" com os Rothschilds, descrita no livro como tendo as características de um clã judaico. "O povo chinês pensa que os judeus são inteligentes e ricos, por isso, devemos aprender com eles (…) mesmo eu acho que eles são muito inteligentes, talvez as pessoas mais inteligentes da terra". Jon Benjamin, presidente-executivo da Câmara de Deputados dos Judeus Britânicos, não está impressionado. "Os chineses têm o maior respeito por aquilo que vêem como perspicácia intelectual e comercial dos judeus, e têm pouca ou nenhuma cultura de anti-semitismo. Esta afirmação, no entanto, joga as cartas mais desacreditadas e obsoletas que cercam os judeus e a sua influência. Que estes pudessem vir a ganhar dinheiro emitido por um Banco Central na economia emergente mais importante do mundo é uma grande preocupação”. O livro vem sendo ridicularizado na internet chinesa a partir do exterior, por exagerar a influência dos Rothschilds e ser uma contrafacção das teorias da conspiração inventadas no Ocidente. As “Guerras Cambiais” narram as crises financeiras até à década de estagnação no Japão e da crise financeira asiática, que segundo o autor tiveram um impacto profundo em muitos decisores das políticas chinesas. Tais funcionários executivos permanecem profundamente desconfiados do “aconselhamento” gentilmente prestado por países capitalistas ocidentais que seria muito mais benéfico abrir o sistema financeiro da China e fazer flutuar a moeda nos mercados cambiais. “Pensamos que esse “conselho” é apenas uma nova forma de saquear países em desenvolvimento". Entretanto, o autor foi contratado pelo governo para escrever uma série de novos livros capitalizando o seu sucesso, sobre o yene, o euro e também sobre o sistema financeiro da China.

Mas, ao tempo do lançamento em entrevista ao Financial Times, Song Hong-bing parecia hesitante sobre a linha que os seus futuros livros deviam tomar - "este livro pode estar totalmente errado, por isso, antes do próximo, tenho que ter certeza que o meu entendimento está certo (…) antes deste livro, eu era um zé-ninguém, podendo dizer qualquer coisa dependendo apenas do meu gosto, mas agora a situação mudou". Certo é que logo ao 2º livro Song Hong-bing ilustrou a capa com a famosa mão invisivel que mexe na sombra os cordelinhos de toda a economia Ocidental. Desde 2011 “Currency Wars” já conta com 5 novas sequelas e actualizações estudando vários períodos e moedas susceptiveis de entrar em guerra.

fontes e leituras complementares
1. "O fim do dólar como moeda de reserva global? A China anuncia planos para a criação de uma moeda mundial. Currency Wars: The Making of the Next Global Crisis", James Rickards  
2. Os chineses compram as teorias da conspiração (Financial Times, Setembro de 2007)
3. O ultra-secretismo que rodeia as negociações de Barack Obama para um novo Tratado Económico Global (The Economic Colapse, Maio de 2015)
4. O "Bancor", uma moeda supranacional proposta pela Inglaterra como potência hegemónica cessante por Lorde Maynard Keynes, não aceite no final da 2ª GGuerra pelos triunfantes capitalistas imperialistas dos Estados Unidos (wikipedia)

sexta-feira, março 20, 2015

12º aniversário da invasão do Iraque. Quem sopra as bombas do bolo?

Mais de uma décda depois dos Estados Unidos, (o Império mais benigno que a humanidade já conheceu, segundo José Manuel Fernandes) terem libertado os iraquianos e oferecido generosamente a democracia ao país "em poucos meses surgiu o avanço irresistível das forças do "Estado Islâmico do Iraque e da Síria" (ISIS na sigla em inglês para Islamic State in Iraq and Syria) provocou o colapso do Exército iraquiano e conquistou dezenas de cidades da Síria e do Iraque, tendo os falcões dos EUA declarado guerra a um "Estado" que não existe nem tem fronteiras.

Curiosamente, o promitente beneficiário da situação, o Estado de Israel, existe mas também não tem fronteiras. No final de Junho de 2014 os terroristas do ISIS proclamaram o "Estado Islâmico" como um novo Califado com a ambição de fazer regressar os povos árabes ao estatuto de poder universal. O que é uma mentira grosseira da propaganda ocidental, uma vez que os muçulmanos através da história nunca foram um império unificado, sempre mantiveram diversos poderes descentralizados, como se viu nos reinos e taifas do Al-Andalus. De onde surgiu então esta nova organização desconhecida até há pouco tempo? Quem a criou? De onde vêm os seus fundos? (...) Antecipadamente e em paralelo os Estados Unidos criaram em 2010 a Força Global de Ataque Rápido dos EUA/Nato (US Prompt Global Strike) com a finalidade de dissuadir (o que em politica externa norte-americana quer dizer atacar) a Rússia e outros adversários que se oponham ao expansionismo de Israel no Médio Oriente. Um dado importante a reter é o de Vladimir Putin disfrutar de enorme popularidade na Rússia por ter tencionar nacionalizar o Banco Central controlado pelos Rothschildsdizimado a clique de Oligarcas judeus russos (após o saque iniciado em 1991 que desviou triliões para os bancos do Ocidente). Para ver:  "The Rise of Putin and The Fall of The Russian-Jewish Oligarchs"

Segundo os cerca de 3000 documentos obtidos pelo jornal britânico The Guardian, o armamento utilizado pelo ISIS foi fornecido pelos EUA com a intenção de ajudarem grupos armados a intervir na Síria para derrubar o regime de Bashar el-Assad
* Próximo alvo: "Graças à empreitada militar contra o ISIS o Irão está a expandir a sua influência no Irão" (Foreign Affairs)

* a União Europeia acaba de aprovar uma campanha de propaganda cujo leit-motiv é a imagem de uma mulher ocidental debaixo da bota de um soldado russo, encimada pelo slogan "Se a Rússia pudesse Vencer"  
(ver aqui)

quarta-feira, janeiro 07, 2015

Como vivem os Palestinianos em Gaza?

Shujaiyea era um dos bairros na zona oriental da cidade de Gaza. Foi completamente destruido durante a ofensiva israelita de 2014. Actualmente os que sobram dos seus habitantes esforçam-se por levar uma vida normal por entre os escombros. Walid al Zaza, um dos habitantes, contou ao canal Al-Jazeera cómo o seu bairro, antes cheio de vida se converteu num sitio fantasma - Tinhamos casas, negócios, vida, das nossa janelas viam-se zonas verdes, era dos mais bonitos da região (...) agora as nossa crianças já sabem o quem é um ataque com bombas lançadas de drones, sabem o que é ser vitimas de uma guerra". O carniceiro Netanyahu já fez saber que tudo fará para impedir que os seus "soldados" possam vir a ter de prestar contas no Tribunal de Haia. Veremos.

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terça-feira, dezembro 23, 2014

A evolução das fronteiras no Médio Oriente desde 1900

A guerra na Europa eclodiu no Verão de 1914. Um complexo sistema de alianças, a tutela militarista sobre os governos, a corrida armamentista, ambições coloniais, e má gestão geral nos níveis mais altos do governo levaram a esta guerra devastadora que tirou a vida de 12 milhões de pessoas entre 1914 e 1918. Pelo lado dos "Aliados", com ambições imperialistas, estavam os capitalistas da Grã-Bretanha, França e Rússia. Os poderes "centrais" a abater eram a Alemanha e o Império Áustro-Húngaro. A maioria das fronteiras saídas do conflito foram traçadas pelos imperialistas europeus de modo a criar identidades nacionais falsas e fazer implodir por meio de conflitos étnicos a outrora grande comunidade de nações Árabes. De certo modo, essas antigas fronteiras ainda existem hoje em dia nas mentalidades de todos os árabes. O que se passa hoje é o redesenhar de novas fronteiras no Médio Oriente em beneficio do "Estado" de Israel, cujos mentores controlam através dos Estados Unidos - FED e Pentágono - (quase) a totalidade do sistema financeiro mundial. É esse "quase" - a Rússia, China, Irão, Síria, Cuba, Venezuela, Coreia do Norte e Hungria que poderá estar na génese de um novo conflito em grande escala. Começou pela Síria... e como é Natal, a Igreja Católica cá estará para mais um novo ano a benzer as novas ambições imperialistas de todos, Jesus In Nomine Dei - boas festas
cartoon de 1912, uma sátira aos banqueiros de Wall Street, um ano antes da concessão da capacidade de emitir moeda em nome dos cidadãos dos Estados Unidos (1913) ainda sem consciência da catástrofe que a exportação de quantidades maciças de dinheiro provocaria na Europa

segunda-feira, setembro 01, 2014

"O preço de ser Israel"

"A história do sionismo é um debate permanente, fora e dentro do judaísmo". E logo nesta primeira linha surge a falácia: porquê o sr. António Guerreiro autor deste artigo acha que as pessoas têm de ser organizadas por dentro ou por fora das religiões? o tratado de Westfalia no século XVI pôs fim às guerras religiosas, pensávamos nós, com a criação da forma "Estado", uma entidade laica, mediadora da liberdade de expressão (1). Três séculos depois, relembra-se o que Marx escreveu sobre a "Questão Judaica": que os judeus, como expoentes máximos do capitalismo, acabariam por desaparecer consoante se fossem integrando nas sociedades de acolhimento, concluindo: "O dinheiro é o Deus zeloso de Israel, diante do qual nenhum outro deus pode existir (...) portanto, a emancipação dos judeus é a emancipação da humanidade do judaísmo (...) num regime socialista não existirá discriminação por motivos religiosos (...) os amantes do dinheiro extinguir-se-ão...". E foi isso mesmo que aconteceu: os judeus, por opção religiosa ou por proselitismo estão todos juntinhos a gerir a Reserva Federal dos EUA que emite a moeda imperial à qual todas as outras nações pagam tributo. Como se vai vendo, a história do Sionismo não se resume ao Médio Oriente, goes global - uma nova forma de fascismo, conforme escreveu o mesmo António Guerreiro sobre a uniformização cultural que se vai tornando igualmente global

A medalha cujo verso e reverso se reproduz abaixo foi cunhada por ordem de Joseph Goebbels em 1933, para comemorar a expedição Nazi à Palestina. Um dado que é preciso investigar a fundo para esclarecer as obscuras conexões entre o Sionismo e o III Reich alemão. A imagem da educação em Israel na disciplina de uso de armamento de guerra é contemporânea.
O plano consignado com a criação da empresa alemã Haavara ("uma espécie de agência de viagens para a Palestina") foi assinado em 25 de Agosto de 1933 entre a Federação Sionista da Alemanha (Zionistische Vereinigung für Deutschland), o Banco Anglo-Palestiniano (agindo sob as ordens da Agência Judaica) e as autoridades económicas da Alemanha Nazi. O acordo de tranferência foi projectado para facilitar a emigração de judeus alemães para a Palestina...

...o emigrante pagava um certo montante de dinheiro à empresa de colonização sionista, a título de investimento, recebendo o capital ou bens de fabrico alemão no seu destimo como colono.
Nada de muito diferente do que se continua a passar hoje em dia "Na Alemanha de Hitler, o acordo funcionou regularmente pelo menos até um ano antes da declaração de guerra dos judeus ricos dos Estados Unidos à Alemanha (1939), sendo conhecido como "Kapitaltransfer nach Palaestina". O principal proponente do Acordo Haavara foi o judeu Haim Arlosoroff. O acordo entre sionistas e nazis, além de permitir a emigração de judeus possibilitou a recuperação de boa parte dos valores dos activos de que dispunham na Alemanha - apesar do imposto sobre a remessa de capitais para o exterior, correspondente a 25% sobre o valor transferido, conforme previsto pela legislação alemã. Aproximadamente 60.000 judeus alemães beneficiaram-se dessa cooperação entre as organizações sionistas e autoridades alemãs. Ao emigrar, levaram consigo 100 milhões de dólares (uma quantia astronómica para a época), recursos que serviram para lançar as bases da infraestrutura do futuro estado de Israel. (wikipedia)

sábado, agosto 09, 2014

ligação a redes sem fios indisponivel

vamos lá experimentar: "Os bancos criam dinheiro a partir do nada num teclado de computador como meio de endividamento e fazem-no desaparecer da mesma maneira?"
Se o primeiro pressuposto é certo, a conclusão do dinheiro que "desaparece" não é certa, pelo meio biliões e biliões de bens tangiveis são expropriados e mudam de mãos. Como tudo na natureza, o dinheiro que no principio não existia apenas se transforma noutra coisa qualquer. Por exemplo, como quem sai aos seus não degenera, em salários para Ricardo Salgado passar a andar escoltado por mais seguranças da Mossad - pulverizada por empresas muito flexíveis... Os perigos não provêm certamente do povo, nem dos pequenos depositante do banco. Cherchez la femme!... e lá saberá porque uma empresa israelita protege um goyim cujos antepassados próximos estiveram envolvidos nas vendas portuguesas de volfrâmio a Hitler (que pagou, ao que parece, com ouro nacionalizado aos judeus" (daqui)

segunda-feira, agosto 04, 2014

Obama impotente face à revelação por Edward Snowden da verdadeira escala da ajuda dos Estados Unidos a Israel

As duas cliques de oligarcas que governam nos Estados Unidos necessitam em absoluto que Israel seja o 51º Estado da União, no caso equivocadamente não fosse o petróleo, situado no Médio Oriente.

Os criminosos actos de banditismo que ocorrem no Oriente Médio são um resultado directo da oferta de milhares de milhões de dólares, armas e meios tecnológicos de vigilância pelos EUA a Israel, reafirma-se na mais recente revelação de Edward Snowden. O "indefensável desinteresse" por um lado e o "desgosto" por outro de Obama perante o genocidio que ocorre na Palestina é apenas show-off. Na verdade Obama e todos os anteriores governos apoiaram e apoiam incondicionalmente o Estado Judeu que faz a guerra na Palestina desde a sua fundação em 1948 até ao momento decisivo de 1967 e a partir daí ao seu apetrechamento com armamento nuclear e à expansão da ameaça desde Bush em 2003. Uma análise do ex-jornalista do Guardian Glenn Greenwald sobre um documento publicado no site "The Intercept", revela o incrível contraste entre o que os Estados Unidos dizem publicamente, e o que fazem por detrás das cortinas vedadas aos media.

O maior intercâmbio entre a agência de espionagem norte-americana NSA e a israelita SIGINT National Unit (ISNU) é sobre alvos no Oriente Médio, que constituem ameaças estratégicas para os interesses dos EUA e de quem domina a sua vertente financeira assente no poderio militar. "As mutuamente acordadas metas geográficas passaram a incluir para além da sua região, os países do Norte de África, o Golfo Pérsico, a Ásia do Sul, e as repúblicas islâmicas da antiga União Soviética. Dentro desse conjunto de países, a cooperação abrange a exploração governamental, militar, de seitas civis organizadas e de canais de comunicação diplomáticos. Para as organizações de segurança e serviços secretos no exterior uma das "prioridades" desta cooperação é o "programa de desenvolvimento nuclear iraniano, seguido dos esforços nucleares sírios, dos planos de intenção libaneses do Hezbollah, o "terrorismo" palestiniano, e o embuste da "Global Jihad". As directivas do documento mencionam "atingir e fazer explodir alvos". (ler mais)

A recente decisão do recuo da energúmena tropa terrestre nazi-sionista que invadiu Gaza
 tem razões em concreto: os misseis Kornet de fabrico russo

quinta-feira, julho 31, 2014

as judiarias da banca que controla a politica nacional há três gerações

imagine-se... é bem capaz de ter sido algo próximo disto... 
(mas esta é apenas a nossa ínfima parte num esquema global muito além da nossa compreensão local: o volume do sistema paralelo que é retirado dos balanços oficias dos bancos é de muitos triliões... bem acima do PIB mundial)

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quinta-feira, julho 24, 2014

as americanices como ideossincrasia: "o show diário" de Jon Stewart

provocam as desgraças e fazem comédia com elas, porque as desgraças são planeadas para dar lucro. E a televisão, ainda por cima "de laracha crítica", é um portentoso meio de controlo de massas;  para que a populaça não seja acrítica, mas que não enverede por acções radicais para travar o genocidio. Deixem a coisa com o judeu Jon Stewart que ele trata do assunto: "Precisamos falar acerca de Israel":

De cada vez que o entertainer pronuncia a palavra "Israel", a sua equipa de correspondentes salta-lhe em cima. Um deles grita-lhe na cara "és um judeu que odeia judeus!". pegando na deixa, Stewart pensa para dentro (será possivel a existência de Israel sem a doutrina religiosa, racista e expansionista sionista?) e responde: "obviamente, há muitas opiniões fortes sobre esta questão (...) mas quem apenas se limita a mencionar Israel ou a questionar de alguma forma a eficácia ou a humanidade das políticas de Israel não pode ser acusado do mesmo modo como se fosse pró-Hamas", isto é, pró independência do Estado da Palestina.
22 de Julho de 2014
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domingo, julho 13, 2014

Parabéns Gaius Julius Caesar!!

Felix natalis dies, magne dux, Caesar, ataque aeternam gloriam semper habeas!!!... se fosses vivo, eterno César, comemorarias hoje 2.058 anos. E não serias romano, mas judeu e bom sionista. Na transição da República para o Império continuarias a pintar a face com o sangue dos reis inimigos dos teus interesses em operações militares com o auxilio de nuvens divinas, a exibi-los em desfiles na televisão e a pendurá-los mediaticamente pelo pescoço perante grandiosas audiências. Salvé César, o teu glorioso espirito continua bem presente. Os mortos que te fazem a glória te saúdam...

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o Triunfo de Julio César, da série "Roma" da cadeia de televisão HBO

sexta-feira, julho 04, 2014

4 de Julho: também feriado na Europa?

ainda os traidores às populações nacionais do directório do Euro não concluiram as medidas de uma crise provocada, já nos estão a tentar meter noutra... o Mercado Único Transatlântico (TIFT)

No dia 21 de Maio, 250 organizações não-governamentais europeias enviaram uma carta coletiva ao comissário europeu do comércio, Karel de Gucht. Nela exigiam a remoção da cortina de secretismo que oculta o decorrer das negociações, a divulgação dos documentos principais e informar a opinião pública sobre os acordos que estão sendo negociados entre Bruxelas e Washington. Na Europa cresce a oposição a esse pacto. Os analistas diziam então  que, depois das eleições para o Parlamento Europeu, o novo parlamento poderia não aprovar o acordo - mas, ao melhor estilo de golpe-de-estado, o TIFT foi assinado com o maior secretismo no próprio dia das eleições - relendo o texto da carta: “Para os consumidores europeus, quase 500 milhões de pessoas, há muitas coisas que não são positivas nesse acordo de comércio. Nós tememos que o acordo seja alcançado à custa da redução dos padrões de segurança nas áreas alimentar e dos bens de consumo, da química e da proteção de dados eletrónicos. Na UE eles são bastante mais elevados do que nos EUA. Os nossos padrões serão prejudicados com esse acordo
Mas não são apenas essas quatro áreas as que estão sob ataque. Do que se trata é de abrir aos investidores financeiros norte-americanos novas oportunidades de negócio na area dos serviços públicos na Europa, como por exemplo a da Saúde, cujos serviços públicos andam a ser desmantelados. É este acordo e esta politica que esteve na origem do convite/convocatória ao ministro da saúde Paulo Macedo para receber mais instruções no Bilderberg
Quem manda no Bilderberg?
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quarta-feira, março 19, 2014

"Processo de Paz", sob o regime de Apartheid?

Os palestinianos não têm nem o direito de utilizar os caminhos principais. Só os carreiros marginais - está lá escrito "Jews Only"! (Só para Judeus) exactamente como no antigo regime racista da África do Sul (cuja economia e finanças aliás está nas mãos de judeus) onde se inscreviam em africander nas tabuletas "only slegs blanks" ou sob a mesma politica de segregação racial  nos Estados Unidos até 1964.

Um Povo Esquecido 

A história dos Palestinianos não se confina aos que permaneceram no campo de concentração de Gaza e à região ocupada na Cisjordânia. Milhares de expulsos das suas terras em 1948 e os seus descendentes continuam a viver em campos de refugiados no Líbano, na Siria e na Jordânia, aprisionados entre um passado traumático e um futuro sem futuro. Os mais jovens adquiriram aqui os seus próprios traumas. As familias vivem em acampamentos precários, equiparáveis às ruinas onde continuam a viver os que ficaram na Palestina. Sem a mais pequena esperança de sairem desta situação com brevidade, treinam o ressentimento aprendendo como se usa uma arma contra o racismo, a qual, devido ao cerco e à vergonhosa manutenção deste status por parte da ONU e das potências ocidentais, nunca lhe chega.

A qualquer cidadão natural da Palestina que tenha nascido, por exemplo, em Jaffa, Nazareh ou Ascalon, é-lhe vedado o direito de regresso e a poder residir na sua terra. Mas, qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo que se reclame judeu pode requerer a sua qualidade de cidadão nacional em Israel. Para auxiliar o elevado propósito de ajudar esses emigrantes a ocupar uma terra alheia, os requerentes recebem ainda um generoso subsidio do Estado de Israel para prover às suas necessidades de instalação e habitação. Vontade politica para a expansão dos colonatos para instalar esta espécie de carne para canhão numa região explosiva é coisa que não falta aos Sionistas. Não é o caso de precisarem de casa à borla, mas a judia Rebbekah Kasner Jentsch (conhecida no meio politico por Angela Merkel), ou a filha de judeus polacos Hillary Rodomski (famosa como Hillary Clinton) poderiam invocar o seu direito a cidadãs do Estado religioso de Israel. Não precisam de invocar essa qualidade, mas é inegável que são serventuárias do regime Sionista. E trabalham no sentido de expandir o Sionismo à escala global (1). A sua "terra prometida" é o mundo que sonham em dominar espezinhando todos os que não professam a sua doutrina racista

(1) o lobie sionista tenta anexar a Europa aos Estados Unidos para sobreviver, desenvolvendo a sua actividade no sentido de: a) construção de uma armadilha para desviar a Europa da autonomia e liberdade dos seus povos b) Ataques em programados em série na Europa, para dominarem a população pelo medo. c) Impor à Europa uma politica assente numa nova Cortina de Ferro. d) Obrigar a Europa a decidir de forma grosseira de que lado está: "ou o Sionismo ou a Liberdade".

terça-feira, março 04, 2014

Quem enfia o capacete. Factos que precisa de saber sobre a Ucrânia e a Crimeia

O jornal da Sonae traça uma incrivel estória dos Tártaros como "vítimas do estalinismo". Se é bom para os revisionistas da História serventuários de uma cadeia de supermercados, então é mau para toda a gente. São eles que pela sua idiossincrasia estão na linha da frente da tentativa de golpe-de-Estado pró ocidental em curso na Ucrânia, o plano mais idiota de Obama. O "nacionalismo ucraniano de fachada democrático" exige um Oposição controlada. Um dos primeiros actos oficiais do governo golpista de extrema direita foi reunir com o embaixador de Israel prometendo fidelidade incondicional ao lobbie judaico. Não é apenas possível, mas altamente provável, que um grupo usando tais símbolos nacionalistas nazis esteja a ser manipulado pelo Sionismo Judeu. Por sua vez os Judeus ucranianos afirmam que o ódio e o anti-semitismo à sua à sua organização politica e religiosa chega pelas mãos dos soldados russos. Pois é, eles entendem que a maneira mais eficaz para neutralizar a Oposição é tornarem-se eles mesmo uma falsa Oposição.

“O núcleo forte deste povo singular é constituído por desertores… em busca dos recursos da Natureza; Na constante chegada de fugitivos frescos o seu número aumentou rapidamente. As tribos assim formadas abriam os seus braços a todos os potenciais recrutas de todas as nações, que assim integravam todos aqueles cujos crimes os compeliam a abandonar as suas civilizadas sociedades de origem. Deste modo, deixavam de ser meros fugitivos, convertendo-se progressivamente num povo. Tanto quanto se pode supor, os seus hábitos revelavam contudo a mancha escondida das suas origens”. (Henry Tyrrell, “History of the Russian Empire”)

Neste cartaz de acção psicológica produzido pelo Exército Vermelho que combateu na Grande Guerra de Libertação Patriótica (1939-1945), um soldado russo agarra pelos fundilhos um  traidor Tártaro que está simbolicamente enfiado dentro de um capacete das forças Nazis alemãs que então ocuparam a Ucrânia e a Crimeia. A etnia Tártara é por natureza genética bárbara, oportunista e reaccionária. Em 2004 apoiaram o presidente que agora ajudam a depôr. Historicamente sempre se venderam ao poder do mais forte, ao que ocupa o governo de turno no momento, desde o apoio aos Czares, passando pela colaboração com a Alemanha Nazi, até à sua maioritária integração nas forças de repressão policiais depois da desagregação da União das Repúblicas Socialistas Soviética, da independência da Ucrânia em 1991 e cda "revolução laranja" de 2004.
Após a vitória russa em 1945 os Tártaros pagaram um preço pela degeneração dos seus actos. O governo de José Estaline considerou que, tal como os judeus oriundos da Khazaria, não existe "uma raça" nem "um povo tártaro" e dissolveu a associação pelos seus actos de banditismo, repatriando-os para as suas terras de origem.
Leituras sobre a evolução dos acontecimentos.
* Um ex-banqueiro corrupto e milionário é o 1º Ministro do novo governo de piratas.
* China apoia Moscovo e exige amortização de dívida ucraniana
* A Crimeia foi desanexada da URSS em 1954 e oferecida aos nacionalistas Ucranianos pelo revisionista Nikita Khrushchev
* Cravos, chá, sandwiches, música e fotos com os soldados, marcaram o fim de semana da maioria da população ucraniana face à "invasão" das tropas russas
* "É verdade que Obama se atreve a culpar a Rússia por violação do direito internacional por intervir na Ucrânia? óh Santa Hipocrisia.

quinta-feira, janeiro 23, 2014

... e quanto á farsa do "Anti-Semitismo"

... basta ouvir a verdade da boca da própria ex-ministra de Israel Shulamit Aloni, quando declara: "este é um truque que usamos sempre: Quando na Europa atacam Israel, nós sacamos do truque do holocausto. Quando nos Estados Unidos criticam Israel, sacamos da arma do anti-semitismo" - é ouvir e pasmar


http://reseauinternational.net/2014/01/07/interview-de-shulamit-aloni-ex-ministre-israelienne/

Israel acaba de condenar 5 crianças palestinianas a prisão perpétua

Não existe nada de perpétuo, a começar pela própria vida. Um dia a subjugação a que o povo da Palestina está sujeito acabará, tal como acabou o sistema de escravatura na antiguidade, tal como acabou o sistema de servidão dos feudos na Idade Média, o sistema de castas, tal como acabou o regime racista na África do Sul, tal como se vão extinguindo todos os seus diversos sucedâneos contemporâneos sob a forma de salariato. Haverá um tempo em que a criminalidade contra as comunidades sociais não será permitida



off-record:
Katia Guerreiro, a fadista intima do Cavaco, convidada amiúde para eventos oficiais em representação de Portugal, fiel guardadora do esmero da 1ª Dama quando cuida dos afrancesados "naperons" do Palácio, foi condecorada pela França. Isto é normal?
por outro lado, vem num cantinho de um jornal gratuito: "nos últimos meses os serviços policiais de França detectaram 250 cidadãos franceses, em particular menores recrutados pela internet, que combatem na Síria ao lado de grupos islâmicos contra as tropas regulares do presidente Al-Assad"

terça-feira, janeiro 14, 2014

por morrer um Assassino não se acaba o Genocidio

"É preciso dizer que o que acontece na Palestina é um crime que nós podemos parar. Podemos compará-lo ao que aconteceu em Auschwitz" (José Saramago).
Sieg heil! dizem os alemães, ao menos nos nossos campos de concentração sempre houve trabalh*, santificado pelo futuro Papa Wojtyla, pelo menos até os nazis e os seus exércitos colapsarem - na Palestina nem trabalh* há... a população vive de subsidios, oferecidos em grande parte pela União Europeia, a mesma que apoia incondicionalmente Israel...

É preciso entender quais as razões porque se comemora a morte de mais um "herói" do Sionismo. A dor espelhada no rosto de milhares de mães de palestinianos abatidos a tiro, detidos sem acusação, presos por anos a fio, humilhados nos controlos onde são contados cabeça a cabeça como se fossem gado, as condições miseráveis em que se encontram os sobreviventes em campos de concentração nos países vizinhos, a falta de perspectivas de vida com dignidade... Um brinde à saúde apodrecida deste ou daquele finado, pode amenizar por um instante o ressentimento - não pode contudo, porque uma besta caíu fulminada pelo seu próprio fel interior, fulminar toda a pleiade de facínoras que, invocando conceitos racistas, de fanatismo religioso, de "empreendorismo", sempre ocuparam os postos-chave na autodenominada Tribo expansionista de Israel". Todos eles em nome da animalidade primitiva que invocam como direito à terra, têm proferido declarações acintosas e tirânicas sobre a sorte dos subjugados, como se, como seres superiores se pensassem e tivessem sido eleitos pelo santo deus deles que na sua imaginação os pariu.

Posto isto, o Vice-Presidente Joe Biden chefia a delegação dos EUA ao funeral do carniceiro de Jenin, Qibya, Sabra e Chatila. (aqui). Obama diz que Sharon foi um lider que teve uma vida de dedicação à Pátria (aqui) em vez de relembrar aos humanistas que o psicopata conseguiu morrer sem se apresentar perante a justiça. Os líderes europeus apressam-se a prestar-lhes  vassalagem. Lamentando (que vontade de rir) a morte de Sharon a chanceler Merkel chamou ao assassino "um patriota” que tomou a “decisão valente” de evacuar os colonatos judaicos no Campo de Concentração de Gaza em 2005". Mas fica muda quando dias após a recente visita de Kerry ao país, Israel anuncia a construção de mais 1.877 casas em colonatos nos territórios da Cisjordânia ocupados à Palestina.



sexta-feira, janeiro 10, 2014

"Holocausto" - onde é que está o Willy, perdão, o Hitchcock?

A "descoberta" de mais uma fita restaurada (encenada) pelo realizador norte-americano especializado em filmes de terror e suspense, muito a condizer com o tema, é mais uma engenhosa treta inventada à moda de Hollywood que serve à vitimização dos "coitadinhos" Judeus Sionistas, tendo em vista legitimar perante a opinião pública o sistema de apartheid nazi aplicado na Palestina ocupada aos árabes.
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Quem visita, ou visitou até aqui, o Imperial Museum of War em Londres o que lá viu foi os excertos de filmes realizados pelas tropas britânicas quando libertaram o seu único campo de concentração: Bergen-Belsen, no norte da Alemanha. As imagens são horrorosas, na medida em que retratam dezenas de mortos pela epidemia de tifo que ali grassou, devido às condições degradadas originadas pelo colapso das tropas alemãs. É apenas isto, não venham para cá com invenções de "holocaustos" montados através da pós-produção de filmes utilizando os mesmos materiais originais por famosos. As imagens existentes (que o Museu vende selectivamente para diversos fins aprovados) são estas ... mas, igualmente em Bergen-Belsen, no mesmo local e à mesma hora, também as há de gente tão contente que não parece nada comovida com a sorte dos outros pretensos judeus "vitimas do holocausto" que alegadamente teriam existido exactamente no mesmo sitio.

quinta-feira, janeiro 09, 2014

Mapa da Evolução do Sionismo Global (1975-1991)

A Resolução 3379 da ONU votada a 10 de Novembro de 1975 decreta que "o Sionismo é uma forma de racismo e de discriminação racial", afirmando que “a cooperação e paz internacionais requerem [...] a eliminação do Sionismo". A Resolução foi aprovada por 72 votos a favor contra 35 (com 32 abstenções). O Portugal de 25 de Abril votou a favor, junto com a URSS e a República Popular da China, tendo os Estados Unidos votado contra. A decisão assentava na Resolução 77 da OUA que declarava que "o regime racista na Palestina ocupada e o regime racista no Zimbabwe e de apartheid na África do Sul têm uma origem imperialista comum, formando um todo e tendo a mesma estrutura racista e sendo organicamente ligados na sua política destinada à repressão da dignidade e integridade do ser humano (fonte)

Coincindindo mais ou menos com o golpe de Estado que desmantelou a União Soviética, a Resolução 3379 contra o Sionismo  foi revogada pela Resolução 4686 da mesma ONU em 16 de Dezembro de 1991, por exigência expressa de Israel como condição para a sua participação na Conferência de Paz de Madrid (1) sob o patrocinio do presidente dos EUA e ex-director da CIA George Herbert Bush, e consistia numa única linha, assim: "The General Assembly Decides to revoke the determination contained in its resolution 3379 (XXX) of 10 November 1975". Votaram a favor 111 paises, o Portugal de Cavaco Silva já incluido ao lado dos EUA e do arremedo da URSS de Gorbatchov. 13 paises abstiveram-se, a China e mais 14 paises não compareceram à sessão; 25 paises votaram contra, incluindo a Arábia Saudita. (fonte) 

(1) a Conferencia de Madrid foi uma entre as 18 "conferências de paz", levadas a cabo desde 1919, que não lograram produzir quaisquer resultados na modificação do regime vigente em Israel. Em Madrid os Sionistas negaram-se a reconhecer a OLP como interlocutora, de modo que os representantes palestinianos que foram enviados tiveram que participar integrados na delegação da Jordânia. (fonte)

Ver também: o Sionismo e a União Soviética http://pt.wikipedia.org/wiki/Sionologia

terça-feira, janeiro 07, 2014

os Sionistas usam os genuinos Judeus como carneiros

Todos querem falar com Deus, mas o Céu está vazio 

o Sionismo leva cerca de 100 anos apenas da sua transformação de religião em nacionalismo e daí para o materialismo criado por judeus não religiosos que odeiam a religião. A razão porque usam o nome de Israel, a estrela de David e Salomão, usurpando, roubando a identidade do Judaismo e do povo Judeu, verifica-se pela tentativa de obter legitimação para a existência do seu fundamentalismo, de modo a fazer crer ao povo “oh, sim, foi Deus que nos deu esta missão”. E com isto criam o medo e intimam o povo a não falar sobre as suas acções, porque a quem o fizer, irão chamar-lhe anti-semíta, difamação que não pode andar mais longe da verdade (Rabi Ysroel Weiss)

ser soldado de Israel: uma vergonha para a Humanidade

No dia que o presidente dos EUA, Barack Obama chegou a Telavive, o exército israelita deteve um grupo de crianças a caminho da escola na cidade de Hebron. De acordo com uma organização de direitos humanos, algumas das crianças eram jovens de oito a dez anos de idade.
(fonte: Huffington Post)



os "Goyim (os não-Judeus) nasceram apenas para nos servir. Sem isso, eles não têm nenhum lugar no mundo, existem apenas para servir o Povo de Israel",
afirmou neste sábado em Jerusalem o rabi Ovadia Yosef, durante uma discussão pública sobre o tipo de trabalh* que os não-judeus estão autorizados a realizar durante o Shabat (…) "porque são necessários os gentios? eles vão trabalhar, vão arar, eles vão colher. Enquanto nós vamos nos sentar como uns Senhores e comer", disse em jeito de paródia.(…) "um gentio será como qualquer pessoa? eles morrem, mas Deus dá-lhes longevidade. Porquê? imagine que um burro iria morrer, o dono perderia o seu dinheiro. Enquanto vivo ele é o seu servo. É por isso que ele vive um certo tempo de vida, trabalhando e bem para nós judeus.". Concluindo, afirmou: “a vida dos Goyim precisa ser protegida, a fim de se evitar perdas financeiras significativas para os judeus”.

Yosef, 90 anos, é o líder espiritual do partido Shas e ex-chefe dos rabinos sefarditas de Israel. Uma gravação de áudio de algumas destas observações do rabino foi transmitida pelo Canal 10 de Israel. A Comissão dos Judeus Americanos (American Jewish Committee) condenou as declarações do rabino: “são abomináveis... e uma ofensa à dignidade humana e da igualdade humana", disse David Harris, Diretor Executivo do AJC. (fonte)

o verdadeiro holocausto nazi-sionista