Segundo o currículo que consta no site do governo, Franquelim Alves nasceu em 16 de Novembro de 1954. Está certo, espera-se. Terá iniciado a sua carreira, em 1970 (ou seja, com 16 anos de idade), como auditor e consultor da empresa internacional Ernst&Young, empresa que só foi fundada 19 anos depois, em 1989. Temos então o homem certo para o Empreendedorismo, Inovação e Competitividade (Esquerda.Net)
1959 | o rapaz-prodígio, então com 5 anos, formava uma banda: Franquelim & the Beatles. "Fizemos umas coisas engraçadas" disse ele
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Uma simples mistificação dos economistas da escola neoliberal norte-americana, fazendo tábua rasa da distinção entre o Valor de Uso e o Valor de Troca das mercadorias de Karl Marx em “O Capital” moldou o mundo do pós-guerra tal e qual o conhecemos. Neste sentido, só o Presente é nosso, não o momento passado nem aquele que aguardamos, porque um está destruido, e do outro, se não lutarmos, não sabemos se existirá.
quinta-feira, fevereiro 07, 2013
a Leitura como perda de tempo com a Ignorância
«Quando lê um livro a sua cabeça é uma floresta viva cheia de canto de pássaros.» (E. E. Cummings) mas o bitaite também dá para o aterrorizante grasnar de abutres...
Cuidado com as generalizações, é o recado dado lá para os compadres da Biblioteca de Beja. o Livro é uma arma de dois gumes, pode proporcionar sabedoria ou não. Ler é uma importante selecção de escolha, porque mais de 90% do que se edita hoje em Portugal é palha. E ninguém quererá ser alimentado a palha, excepto os inteligentes que têm a mania que já sabem tudo. Veja-se bem o ridiculo da "sabedoria" do imbecil Ministro que em tempos "já leu" tudo e de nada lhe serviu:
"a Indústria de hoje não tem nada a ver com o exército social de reserva de trabalhadores nem com o Capital, já não estamos no século XIX senhor deputado..." (Álvaro Santos Pereira).
Por acaso a propriedade dos meios de produção mudaram de mãos senhor ministro? na grande revolução industrial milhões de trabalhadores, em fuga da fome e privações, viram-se constrangidos a emigrar dos campos para os novos Burgos onde encontraram "o progresso das máquinas" (capital fixo) dos novos senhores, que continuaram e agravaram as condições de exploração no novo regime de assalariamento. A miséria, a fome e as condições de insalubridade dessa época ficam para sempre na história, imortalizadas por Dickens e Vitor Hugo. Hoje, quando no berço da nossa civilização se assiste a nova onda de migrações em massa, fugindo às mesmas condições de fome, miséria e impossibilidade de pagar um abrigo, por acaso o regime de propriedade dos meios de produção mudaram de mãos? ou permanecem na posse da nova Burguesia Transnacional? o Capital em fuga aos impostos nacionais por acaso não é responsável pelos danos causados a milhões de vítimas?
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Cuidado com as generalizações, é o recado dado lá para os compadres da Biblioteca de Beja. o Livro é uma arma de dois gumes, pode proporcionar sabedoria ou não. Ler é uma importante selecção de escolha, porque mais de 90% do que se edita hoje em Portugal é palha. E ninguém quererá ser alimentado a palha, excepto os inteligentes que têm a mania que já sabem tudo. Veja-se bem o ridiculo da "sabedoria" do imbecil Ministro que em tempos "já leu" tudo e de nada lhe serviu:
"a Indústria de hoje não tem nada a ver com o exército social de reserva de trabalhadores nem com o Capital, já não estamos no século XIX senhor deputado..." (Álvaro Santos Pereira).
Por acaso a propriedade dos meios de produção mudaram de mãos senhor ministro? na grande revolução industrial milhões de trabalhadores, em fuga da fome e privações, viram-se constrangidos a emigrar dos campos para os novos Burgos onde encontraram "o progresso das máquinas" (capital fixo) dos novos senhores, que continuaram e agravaram as condições de exploração no novo regime de assalariamento. A miséria, a fome e as condições de insalubridade dessa época ficam para sempre na história, imortalizadas por Dickens e Vitor Hugo. Hoje, quando no berço da nossa civilização se assiste a nova onda de migrações em massa, fugindo às mesmas condições de fome, miséria e impossibilidade de pagar um abrigo, por acaso o regime de propriedade dos meios de produção mudaram de mãos? ou permanecem na posse da nova Burguesia Transnacional? o Capital em fuga aos impostos nacionais por acaso não é responsável pelos danos causados a milhões de vítimas?
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quarta-feira, fevereiro 06, 2013
pim!
Franquelim Alves tinha um salário de 800 mil euros por ano na SLN. Ali, a sua actividade principal foi a de esconder um prejuizo já nessa altura de cerca de mil milhões provocado por um esquema de gestão fraudulenta durante mais de uma década. Franquelim Alves bateu com a porta ao ex-minitro Cadilhe e saiu do BPN em 2008, indo trabalhar para o Banco BIC o qual, "por uma insuspeita coincidência", acabaria mais tarde por comprar o BPN por um preço irrisório. É agora acusado pelo Banco de Portugal como ex-gestor do BPN, de ter escondido á Entidade Reguladora os nomes dos accionistas do Banco "off-shore" Insular. O que é que Franquelim Alves estará de novo encarregado de esconder quando é nomeado para fazer parte do Governo?
artigo de referência:
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BANIF - Onde é que já vimos isto? ou ainda vemos?
o BANIF foi sempre um instrumento para financiar o PSD/Madeira, mas também acolheu ex-governantes do Partido dito Socialista
Anunciam-se as primeiras medidas tendentes a criminalizar a actuação das agências de Rating?
No total, os lobyistas da Standard&Poor, Moody’s Investor Service,e Fitch’s Ratings assumiram ter gasto um total de 9 milhões de dólares para influenciar as políticas federais desde 2001 a partir de Washington, e colectivamente ter pago remunerações aos seus empregados e membros das suas famílias de pelo menos 300.000 dólares anualmente ao longo das últimas duas décadas. Por contraste, nos primeiros seis meses do ciclo eleitoral de 2012, o banco Goldman Sachs, os funcionários e os seus familiares receberam mais de 512.000 dólares, e nesses mesmos últimos seis meses, os lobyistas que actuam sobre valores mobiliários e sociedades de investimento assumiram ter gasto 49,5 milhões dólares. Quanto mais dinheiro, menos perspectivas de saída da crise?
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terça-feira, fevereiro 05, 2013
Quem é Franquelim Alves?
Quando se apercebeu das fraudes no BPN, o executivo do banco Franquelim Alves preferiu mantê-las em segredo em lugar de as comunicar ao Banco de Portugal, como tinha o dever de o fazer. Não o fez por “prudência”, disse ele. Prudência, no léxico da gatunagem politico-bancária, significa, neste caso, ter escondido mil milhões de euros de prejuizos provocados por gestão danosa durante mais de um década... O caso seria investigado? não! a fraude foi "nacionalizada" pelo PS
Deleitem-se, a ler a acta da audição de Franquelim Alves na comissão de inquérito à fraude no BPN. O documento transcreve as declarações de Franquelim Alves (até à pág. 147) e, logo em seguida, o que Fernando Fantasia — o amigo comum com quem Cavaco Silva permutou moradias — disse na mesma comissão parlamentar de inquérito. Dois em um
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Deleitem-se, a ler a acta da audição de Franquelim Alves na comissão de inquérito à fraude no BPN. O documento transcreve as declarações de Franquelim Alves (até à pág. 147) e, logo em seguida, o que Fernando Fantasia — o amigo comum com quem Cavaco Silva permutou moradias — disse na mesma comissão parlamentar de inquérito. Dois em um
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Recordar é Dever; e o BPN é Dívida
Inquérito sobre a fraude BPN | local: Parlamento | tempo: início da 28ª sessão da comissão de inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN
| quem estava presente: Maria de Belém Roseira (PS), dirigindo-se a Nuno Melo (CDS-PP), antes de começarem as perguntas a Franquelim Alves, ex-administrador do BPN
1ªhipótese: deve ter sido promovido a secretário de estado pela excelência do trabalho que fez no BPN
2ª hipótese: quem participar em fraudes que prejudicam milhares de pessoas tem como prémio ser secretário de Estado de qualquer coisa, como se pode inferir daqui:
Franquelimstein. O problema não é só a existência deste moço de recados de nome Franquelim Alves, mas sim no todo deste governo de vende-pátrias em conluio com o grande capital e seus bancos... portanto nada de chorar em cima do leite derramado, mas sim lutar pelo derrube deste governo de traidores e vende-pátrias. (daqui)
"Foi a maior fraude de sempre em Portugal que nós contribuintes pagamos com o nosso dinheiro e não acontece nada!"
Durante cinco meses, uma equipa da SIC mergulhou no dossier BPN. Falaram com 51 pessoas, entre banqueiros e ex-banqueiros, arguidos dos processos judiciais em curso, advogados, accionistas e administradores do BPN e da SLN, hoje Galilei, clientes lesados, políticos. A investigação da SIC juntou pontas soltas, chegou a factos novos, mergulhou a fundo na fraude, descobrindo nomes de eventuais implicados que permaneciam afastados das manchetes. Esperemos bem que desta vez se tenham lembrado de fazer jornalismo de investigação sobre as ligações ao caso de Cavaco Silva e a cumplicidade de José Sócrates ao admitir a transferência da fraude para as contas do Estado. Esperamos também que se esclareçam as fortes razões para admitir que o BPN financiou o PSD.
A Grande Reportagem apresenta a partir de hoje a (ou uma parte da) Fraude dividida em quatro capítulos, a emitir dias 5, 6, 7, e 8 de Fevereiro. a ver com atenção
1ªhipótese: deve ter sido promovido a secretário de estado pela excelência do trabalho que fez no BPN
2ª hipótese: quem participar em fraudes que prejudicam milhares de pessoas tem como prémio ser secretário de Estado de qualquer coisa, como se pode inferir daqui:
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Franquelimstein. O problema não é só a existência deste moço de recados de nome Franquelim Alves, mas sim no todo deste governo de vende-pátrias em conluio com o grande capital e seus bancos... portanto nada de chorar em cima do leite derramado, mas sim lutar pelo derrube deste governo de traidores e vende-pátrias. (daqui)
"Foi a maior fraude de sempre em Portugal que nós contribuintes pagamos com o nosso dinheiro e não acontece nada!"
Durante cinco meses, uma equipa da SIC mergulhou no dossier BPN. Falaram com 51 pessoas, entre banqueiros e ex-banqueiros, arguidos dos processos judiciais em curso, advogados, accionistas e administradores do BPN e da SLN, hoje Galilei, clientes lesados, políticos. A investigação da SIC juntou pontas soltas, chegou a factos novos, mergulhou a fundo na fraude, descobrindo nomes de eventuais implicados que permaneciam afastados das manchetes. Esperemos bem que desta vez se tenham lembrado de fazer jornalismo de investigação sobre as ligações ao caso de Cavaco Silva e a cumplicidade de José Sócrates ao admitir a transferência da fraude para as contas do Estado. Esperamos também que se esclareçam as fortes razões para admitir que o BPN financiou o PSD.
A Grande Reportagem apresenta a partir de hoje a (ou uma parte da) Fraude dividida em quatro capítulos, a emitir dias 5, 6, 7, e 8 de Fevereiro. a ver com atenção
segunda-feira, fevereiro 04, 2013
o Dinheiro é Matéria Constitucional. Tudo o mais é retórica.
(...) há momentos em que, mesmo que não vamos nós ao encontro da Política, vem ela, irresistivelmente, ao nosso encontro. E, então, não há que fugir-lhe... “desistir é a derradeira tragédia”, disse um dia um escritor pouco conhecido... (Eugénio Lisboa)
A Politica hoje transformou-se num caso de Justiça. Nada de debates nem combates politicos. Quando existem dúvidas sobre as sentenças dos Governos (PS=PSD) apela-se, primeiro para a Policia em caso de dissidência da esquerda não autorizada, depois para os Tribunais em caso de desavenças entre apetites concorrentes do sistema autorizado às mais que apetecíveis mesas dos Orçamentos. No final, as dúvidas constitucionais esbarram num orgão colectivo "eleito" pelas cliques partidárias designadas por PS&PSD. Então, limpas dali, chegadas as questões à suprema sapiência politica dos Tribunais de classe, nada de politico acontece. Botam-se sentenças que desafiadoramente não são cumpridas: o ex-ministro de Durão Barroso Isaltino Morais, Macário Correia, Avelino Ferreira Torres, etc.) nem nada de Juridico igualmente acontece: apesar das mais que muitas evidências ninguém está preso! O mais alto magistrado da Nação que o diga, ele que observa o mais feroz silêncio sobre o processo social de Terrorismo de Estado em curso
artigo de referência
Gomes Canotilho: O dinheiro é o nervo da República e por isso é matéria constitucional
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A Politica hoje transformou-se num caso de Justiça. Nada de debates nem combates politicos. Quando existem dúvidas sobre as sentenças dos Governos (PS=PSD) apela-se, primeiro para a Policia em caso de dissidência da esquerda não autorizada, depois para os Tribunais em caso de desavenças entre apetites concorrentes do sistema autorizado às mais que apetecíveis mesas dos Orçamentos. No final, as dúvidas constitucionais esbarram num orgão colectivo "eleito" pelas cliques partidárias designadas por PS&PSD. Então, limpas dali, chegadas as questões à suprema sapiência politica dos Tribunais de classe, nada de politico acontece. Botam-se sentenças que desafiadoramente não são cumpridas: o ex-ministro de Durão Barroso Isaltino Morais, Macário Correia, Avelino Ferreira Torres, etc.) nem nada de Juridico igualmente acontece: apesar das mais que muitas evidências ninguém está preso! O mais alto magistrado da Nação que o diga, ele que observa o mais feroz silêncio sobre o processo social de Terrorismo de Estado em curso
artigo de referência
Gomes Canotilho: O dinheiro é o nervo da República e por isso é matéria constitucional
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domingo, fevereiro 03, 2013
Guerra mediática: as Cuecas, o Bastão e os Porcos
"Quando estudei jornalismo, ensinaram-me que a notícia era se um porco agredisse um GNR. Agora, é o contrário. Não sei se é para rir ou para ficar assustado" (Miguel Sousa Tavares não sabe!?, hoje no Expresso)
As opções de informação nos Media são opções de classe. Quando se lê um jornal ou olhamos um telejornal estamos a participar, embora não o pareça, numa batalha infinita pela captação de mentes, ou pelo esclarecimento ou pela estupidificação. A escolha é livre?
A "noticia" mais lida de ontem no jornal português de maior tiragem foi a do caso do 1ºministro da Sérvia que foi apanhado numa entrevista televisiva por uma apresentadora sem cuecas. Guerras de audiência, a quanto obrigas inventar.
Enquanto o que se passa com a actuação das forças de repressão sobre a população no Egipto não merece uma única linha como noticia no referido pasquim. E no entanto o paradigma geral de repressão que se globaliza nas actuações das Polícias de Choque tira bastante mais roupa a quem se devia manifestar livremente, seja qual for o lado por que se tome partido.
Filmagem do canal por satélite al-Hayat mostra as "forças de segurança" a despir um homem já caído no chão agredindo-o barbaramente em frente ao palácio presidencial no dia 1 de Fevereiro de 2013.
assim continuará sempre, enquando os EUA despejarem milhões (que não têm mas imprimem) para apoiar o regime de Mohamed Morsi
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As opções de informação nos Media são opções de classe. Quando se lê um jornal ou olhamos um telejornal estamos a participar, embora não o pareça, numa batalha infinita pela captação de mentes, ou pelo esclarecimento ou pela estupidificação. A escolha é livre?
A "noticia" mais lida de ontem no jornal português de maior tiragem foi a do caso do 1ºministro da Sérvia que foi apanhado numa entrevista televisiva por uma apresentadora sem cuecas. Guerras de audiência, a quanto obrigas inventar.
Enquanto o que se passa com a actuação das forças de repressão sobre a população no Egipto não merece uma única linha como noticia no referido pasquim. E no entanto o paradigma geral de repressão que se globaliza nas actuações das Polícias de Choque tira bastante mais roupa a quem se devia manifestar livremente, seja qual for o lado por que se tome partido.
Filmagem do canal por satélite al-Hayat mostra as "forças de segurança" a despir um homem já caído no chão agredindo-o barbaramente em frente ao palácio presidencial no dia 1 de Fevereiro de 2013.
assim continuará sempre, enquando os EUA despejarem milhões (que não têm mas imprimem) para apoiar o regime de Mohamed Morsi
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sábado, fevereiro 02, 2013
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
o Povo da Islândia recusou transferir a grande fraude bancária privada para as contas públicas do Estado
Baseado no Artigo 7 da “Directriz da Área Económica Europeia”, que determina não haver qualquer obrigação por parte de um Estado e suas autoridades em “assegurarem a compensação se um esquema de garantia de depósitos é incapaz de cumprir as suas obrigações na eventualidade de uma crise sistémica”, o Tribunal da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) deliberou, na última segunda-feira, ser improcedente a queixa apresentada pelos governos da Grã-Bretanha e da Holanda contra a Islândia por este país ter, alegadamente, violado leis internacionais ao não atender à reclamação de cerca de 340 mil depositantes de contas em dinheiro ficticio de britânicos e holandeses do Icesave, uma delegação online do banco privado islandês Landsbanki, decretado falido em 2008.
Ainda assim, cerca de 3.421 milhões de euros investidos por especuladores da Grã-Bretanha e da Holanda em acções hoje consideradas tóxicas (cobertas por seguros de risco) foram “reembolsados” aos ingleses e holandeses, consequência do accionar de garantias de depósitos que existiam como se fossem normais, através do banco Landsbanki.
Recorde-se que, aquando da chamada crise do “sub-prime”, dezenas de bancos, a nível mundial, foram à falência exactamente pelas mesmas práticas, originando no seio da própria burguesia divisões quanto ao caminho a seguir face ao “colapso” do sistema financeiro e bancário capitalista a nível mundial.
De um lado, os fervorosos adeptos da “Escola de Chicago” e do “Compromisso de Washington” submissos cães de guarda do imperialismo (...) Do outro lado, uma corrente minoritária, representando os interesses de uma camada das burguesias nacionais, democráticas e patrióticas, que se opõem, como aconteceu na Islândia, e tinha sucedido e está a suceder noutros países da periferia europeia e do 3º mundo a aplicar uma “receita” que implica uma transferência massiva de recursos e empresas públicas para o capital financeiro e bancário, sob a “justificação” de que, tendo os povos estado a “viver acima das suas possibilidades” teriam de ser sacrificados no altar das “dívidas soberanas”, à custa de um inaudito empobrecimento, à custa da pilhagem generalizada e de se tornarem protectorados ou colónias, mormente da potência imperialista alemã e da sua fuhrer Angela Merkel, à custa da depreciação dramática do seu acesso à saúde, à educação e às chamadas “prestações sociais”
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Ainda assim, cerca de 3.421 milhões de euros investidos por especuladores da Grã-Bretanha e da Holanda em acções hoje consideradas tóxicas (cobertas por seguros de risco) foram “reembolsados” aos ingleses e holandeses, consequência do accionar de garantias de depósitos que existiam como se fossem normais, através do banco Landsbanki.
Recorde-se que, aquando da chamada crise do “sub-prime”, dezenas de bancos, a nível mundial, foram à falência exactamente pelas mesmas práticas, originando no seio da própria burguesia divisões quanto ao caminho a seguir face ao “colapso” do sistema financeiro e bancário capitalista a nível mundial.
De um lado, os fervorosos adeptos da “Escola de Chicago” e do “Compromisso de Washington” submissos cães de guarda do imperialismo (...) Do outro lado, uma corrente minoritária, representando os interesses de uma camada das burguesias nacionais, democráticas e patrióticas, que se opõem, como aconteceu na Islândia, e tinha sucedido e está a suceder noutros países da periferia europeia e do 3º mundo a aplicar uma “receita” que implica uma transferência massiva de recursos e empresas públicas para o capital financeiro e bancário, sob a “justificação” de que, tendo os povos estado a “viver acima das suas possibilidades” teriam de ser sacrificados no altar das “dívidas soberanas”, à custa de um inaudito empobrecimento, à custa da pilhagem generalizada e de se tornarem protectorados ou colónias, mormente da potência imperialista alemã e da sua fuhrer Angela Merkel, à custa da depreciação dramática do seu acesso à saúde, à educação e às chamadas “prestações sociais”
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quinta-feira, janeiro 31, 2013
a Luta pelo Poder no PS
A croniqueta do advogado Lomba hoje no jornal “Público” é uma peça exemplar de escroquerie,
digna de uma daquelas badalhocas alvitradeiras de alcova bem ao jeito da jeune-fille famille do banqueiro Czernichovscki Poisson dita depois de Pompadour - enquanto à surrelfa roçam o cu pelos insignes dignitários do xuxialismo, negando-o! (jamé),
piscam o olho ao outro, mais aristocrata, frequentador do salão de putéfias, cobrando-lhe uma queca num qualquer esconso escuro onde se enfia o banqueiro. Arquive-se no Grand Palais do Bloco Central.
Talvez pelo pedantismo das putas sérias o Lomba não tivesse escrito o nome dos Borbóns na sua língua original mas no libidinoso francês Bourbons, omitindo, como o diabo corre contra a cruz, que os rebentos traquinas das reais casas das aristocracias europeias andam hoje a dar tirinhos em afegãos como forma superior de “divertimento”, longe portanto das entediantes pianadas de Mozart, Beethoven e das valentes Punhetas discretamente batidas por debaixo das empanechadas vestes emplumadas da Corte. Talvez se fodam.
digna de uma daquelas badalhocas alvitradeiras de alcova bem ao jeito da jeune-fille famille do banqueiro Czernichovscki Poisson dita depois de Pompadour - enquanto à surrelfa roçam o cu pelos insignes dignitários do xuxialismo, negando-o! (jamé),
piscam o olho ao outro, mais aristocrata, frequentador do salão de putéfias, cobrando-lhe uma queca num qualquer esconso escuro onde se enfia o banqueiro. Arquive-se no Grand Palais do Bloco Central.
Talvez pelo pedantismo das putas sérias o Lomba não tivesse escrito o nome dos Borbóns na sua língua original mas no libidinoso francês Bourbons, omitindo, como o diabo corre contra a cruz, que os rebentos traquinas das reais casas das aristocracias europeias andam hoje a dar tirinhos em afegãos como forma superior de “divertimento”, longe portanto das entediantes pianadas de Mozart, Beethoven e das valentes Punhetas discretamente batidas por debaixo das empanechadas vestes emplumadas da Corte. Talvez se fodam.
na capa da revista Visão de hoje
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quarta-feira, janeiro 30, 2013
o Regresso aos Mercados, ou o Milagre da Multiplicação da Dívida
"Os “milagres”, na história da humanidade, sempre serviram para iludir e manipular as Mentes, acreditam aqueles que, por saberem que se a verdade for conhecida, o ópio, o veneno da mentira, mesmo que mil vezes repetida, não iludirá os povos. Por isso preferimos um ditado popular que reflecte – e bem – o bom senso do povo: a mentira tem perna curta!
Podem repetir à exaustão a história da multiplicação dos pães, do discurso de santo António aos peixes, da travessia a pé por cima das águas do lago. São cada vez menos aqueles que se deixam inibriar pelo ópio que é a “fé” de que estes eventos tiveram, efectivamente, lugar. É como o “milagre” anunciado pelo Gaspar e pelo governo de traição que integra, do regresso de Portugal aos “mercados”. Acrescentar dívida à dívida, eis a fórmula, eis o milagre. Ah!, dizem em defesa da “mézinha miraculosa”, mas a pagar menos juros e levando a que se tenha de a pagar de forma mais diferida no tempo!"
A verdade é que não havendo crescimento da economia numa taxa, no mínimo, igual, à dos juros que são aplicados a esses “empréstimos”, a Dívida não diminuirá… Aumentará! (ler o resto)
Basta ler o Expresso, que não esclarece a natureza especulativa da Divida, mas fornece dados para caçar o mentiroso: "Claro que os 4,89% dos juros cobrados no regresso aos mercados estão bastante acima da taxa cobrada pela Troika que são de 3,4% ... e dificilmente seriam sustentáveis se fossem alargados a todo o stock da Dívida Pública" (suplemento Economia do Expresso)
Se não se apear este governo vende-pátrias, "se não implementarmos um arrojado, mas ponderado, plano de investimentos, que coloque a economia ao serviço do Povo e assegure a nossa independência nacional, como será revertido o imparável ciclo de endividamento e, logo,
Podem repetir à exaustão a história da multiplicação dos pães, do discurso de santo António aos peixes, da travessia a pé por cima das águas do lago. São cada vez menos aqueles que se deixam inibriar pelo ópio que é a “fé” de que estes eventos tiveram, efectivamente, lugar. É como o “milagre” anunciado pelo Gaspar e pelo governo de traição que integra, do regresso de Portugal aos “mercados”. Acrescentar dívida à dívida, eis a fórmula, eis o milagre. Ah!, dizem em defesa da “mézinha miraculosa”, mas a pagar menos juros e levando a que se tenha de a pagar de forma mais diferida no tempo!"
A verdade é que não havendo crescimento da economia numa taxa, no mínimo, igual, à dos juros que são aplicados a esses “empréstimos”, a Dívida não diminuirá… Aumentará! (ler o resto)
Basta ler o Expresso, que não esclarece a natureza especulativa da Divida, mas fornece dados para caçar o mentiroso: "Claro que os 4,89% dos juros cobrados no regresso aos mercados estão bastante acima da taxa cobrada pela Troika que são de 3,4% ... e dificilmente seriam sustentáveis se fossem alargados a todo o stock da Dívida Pública" (suplemento Economia do Expresso)
Se não se apear este governo vende-pátrias, "se não implementarmos um arrojado, mas ponderado, plano de investimentos, que coloque a economia ao serviço do Povo e assegure a nossa independência nacional, como será revertido o imparável ciclo de endividamento e, logo,
como se pagarão “Dívidas” …Impagáveis??!
topem bem este filme
Já aqui em 2006, por via do artigo de Robert Kurz, quando em Portugal já se tinham construido 25 milhões de fogos habitacionais para 10 milhões de individuos, se previa o crash imobiliário: "a Banca estava a segurar artificialmente o valor do crédito de quem tinha contraído empréstimos, sob pena de serem os Bancos os principais atingidos pela perda de valor das casas que iriam ser penhoradas".
Passados 7 anos, "o Estado mete dinheiro nos Bancos... os Bancos penhoram casas a quem ficou no desemprego e deixou de ter capacidade para as pagar. Os Bancos revendem-nas por baixo preço a empresas imobiliárias. E estas vendem-nas a reformados estrangeiros com posses, cedendo-as com promoções e vantagens fiscais feitas pelo Estado. Uma vez mais, o Imobiliário a dominar a economia "real". Então, temos três ministros, uma secretária de Estado, impostos aliciantes e 828 milhões em cima da mesa para promover a venda de imobiliário aos reformados ricos do estrangeiro...
(via Indignados de Lisboa: "Com IRS mais baixo. Governo quer atrair reformados estrangeiros")
Passados 7 anos, "o Estado mete dinheiro nos Bancos... os Bancos penhoram casas a quem ficou no desemprego e deixou de ter capacidade para as pagar. Os Bancos revendem-nas por baixo preço a empresas imobiliárias. E estas vendem-nas a reformados estrangeiros com posses, cedendo-as com promoções e vantagens fiscais feitas pelo Estado. Uma vez mais, o Imobiliário a dominar a economia "real". Então, temos três ministros, uma secretária de Estado, impostos aliciantes e 828 milhões em cima da mesa para promover a venda de imobiliário aos reformados ricos do estrangeiro...
(via Indignados de Lisboa: "Com IRS mais baixo. Governo quer atrair reformados estrangeiros")
no Portugal imaginário dos Jotinhas o ideal mesmo era que aqui não existissem portugueses
terça-feira, janeiro 29, 2013
Dívida da Câmara de Sintra liderada por Fernando Seara (PSD) ultrapassou o ano passado os 100,6 milhões de euros
abriu mais uma época de caça aos simpáticos apoiantes de aldrabões. A ameaça é real, este não vai desertar.
Primeira promessa: em 2014 tem de haver uma baixa de impostos (!) sussura o truculento Seara. "Gestor" ruinoso de alta performance (mais de 100 milhões de dívida contraída num ano em Sintra é obra... mais uma... para lançar nas contas do famigerado Estado mínimo para fazer pagar o máximo aos contribuintes. Spin-doctor e grande formador de opinião de claque futebolista, olheiro ingénuo do gang, casado com uma directora de desinformação televisiva famosa, politico anestesista que conclui que a "revisão da Constituição merecia um entendimento cirúrgico", a sua primeira facada em promessas não cumpridas verificou-se logo no primeiro mês no cargo na autarquia de Sintra em 2001: mandar colocar portagens na Crel. Atenção utentes do voto, se este cavalheiro social-dividocrata se apanha a mandar em Lisboa, não vai largar os bolsos dos lisboetas... Fixemos para memória futura: António Costa prometeu não aumentar o imposto municipal IMI aos imóveis abrangidos pela autarquia de Lisboa
Professor Doutor Fernando Seara associa-se às comemorações do 25 de Novembro, à surrelfa, muros de quarteis adentro, e nas costas do povo. Se porventura a nova lei de limitação de mandatos o permitisse, no próximo ano teríamos Seara a homenagear um qualquer busto do major jaime neves, o tristemente célebre simbolo da "democracia" que trouxe o país ao estado em que está.
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Primeira promessa: em 2014 tem de haver uma baixa de impostos (!) sussura o truculento Seara. "Gestor" ruinoso de alta performance (mais de 100 milhões de dívida contraída num ano em Sintra é obra... mais uma... para lançar nas contas do famigerado Estado mínimo para fazer pagar o máximo aos contribuintes. Spin-doctor e grande formador de opinião de claque futebolista, olheiro ingénuo do gang, casado com uma directora de desinformação televisiva famosa, politico anestesista que conclui que a "revisão da Constituição merecia um entendimento cirúrgico", a sua primeira facada em promessas não cumpridas verificou-se logo no primeiro mês no cargo na autarquia de Sintra em 2001: mandar colocar portagens na Crel. Atenção utentes do voto, se este cavalheiro social-dividocrata se apanha a mandar em Lisboa, não vai largar os bolsos dos lisboetas... Fixemos para memória futura: António Costa prometeu não aumentar o imposto municipal IMI aos imóveis abrangidos pela autarquia de Lisboa
Professor Doutor Fernando Seara associa-se às comemorações do 25 de Novembro, à surrelfa, muros de quarteis adentro, e nas costas do povo. Se porventura a nova lei de limitação de mandatos o permitisse, no próximo ano teríamos Seara a homenagear um qualquer busto do major jaime neves, o tristemente célebre simbolo da "democracia" que trouxe o país ao estado em que está.
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segunda-feira, janeiro 28, 2013
Guerra Psicológica
"Existem 2 Poderes no mundo, a Espada e a Mente. A longo prazo a Espada é sempre derrotada pela Mente, logo, é esta última que importa verdadeiramente conquistar"
(Napoleão Bonaparte)
O recente documentário “Psy-War” põe em evidência a correlação de forças entre a teoria elitista da democracia burguesa (como na antiga Grécia, há uma moral para escravos e uma moral para Senhores, democracia na qual só estes últimos 10% é que têm condições económicas e status para participar) decidindo no relacionamento entre declarações de guerra, propaganda e classes sociais.
Guerra Psicológica inclui entrevistas inéditas com um significativo número de intelectuais académicos dissidentes, incluindo o anarquista Noam Chomsky, e militantes de diversas correntes marxistas de diferentes nuances como Howard Zinn, Michael Parenti e Peter Phillips (reunidos no think-thank “Projectos Censurados”), John Stauber (PR Watch), Christopher Simpson (A Ciência da Coerção) e outros.
Estudo aprofundado e ricamente ilustrado da natureza e da história da propaganda, apresentando a mundovisão de alguns dos actuais críticos mais perspicazes, "Psy-War" expõe o sistema de propaganda imperialista global, afinal o exercício de fundo crucial que controla a informação e o pensamento de milhões de pessoas que vivem assumidamente escravizadas pela escassez, num universo onde as 100 pessoas mais ricas do Mundo (com 60% de acréscimo de riqueza nos últimos 20 anos) poderiam acabar quatro vezes com a Pobreza global (segundo a Oxfam)
1:39:02
(Napoleão Bonaparte)
O recente documentário “Psy-War” põe em evidência a correlação de forças entre a teoria elitista da democracia burguesa (como na antiga Grécia, há uma moral para escravos e uma moral para Senhores, democracia na qual só estes últimos 10% é que têm condições económicas e status para participar) decidindo no relacionamento entre declarações de guerra, propaganda e classes sociais.
Guerra Psicológica inclui entrevistas inéditas com um significativo número de intelectuais académicos dissidentes, incluindo o anarquista Noam Chomsky, e militantes de diversas correntes marxistas de diferentes nuances como Howard Zinn, Michael Parenti e Peter Phillips (reunidos no think-thank “Projectos Censurados”), John Stauber (PR Watch), Christopher Simpson (A Ciência da Coerção) e outros.
Estudo aprofundado e ricamente ilustrado da natureza e da história da propaganda, apresentando a mundovisão de alguns dos actuais críticos mais perspicazes, "Psy-War" expõe o sistema de propaganda imperialista global, afinal o exercício de fundo crucial que controla a informação e o pensamento de milhões de pessoas que vivem assumidamente escravizadas pela escassez, num universo onde as 100 pessoas mais ricas do Mundo (com 60% de acréscimo de riqueza nos últimos 20 anos) poderiam acabar quatro vezes com a Pobreza global (segundo a Oxfam)
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domingo, janeiro 27, 2013
reapareceu o "socialismo dentro da gaveta", mas foi mais uma vez arquivado
Para quem frequentava a Câmara da Amadora o caso parecia bué de esquisito: jovens arquitectos com menos de trinta anos que se passeavam para o emprego em bombas de alta cilindrada? bom, sempre se pode dar a coincidência da herança do tio rico da américa, mas... havia outras pistas...
Liderado pela Procuradora amiga do Partido dito "Socialista", Cândida Almeida, o DCIAP investigou a Câmara da Amadora durante 11 anos. Concluiu que houve licenciamentos ilegais, encontrou 77 mil euros em dinheiro na casa de directores camarários e documentos que indiciam pagamentos ao edil Joaquim Raposo (PS). Detectou que construtores civis transferiram 474 mil euros para uma conta na Suiça mas não conseguiram descobrir quem era o titular dessa conta. Ninguém foi acusado e o caso foi arquivado em Dezembro último. (Jornal i, 26 Janeiro) e indignam-se os comentadores toujours socialistes na noticia do jornal: "não têm vergonha, isto é jornalismo de sarjeta, o que é que este caso tem a ver com o PS?
A denúncia do esquema foi generalizado a quase todos os departamentos de urbanismo camarário do país, como "factor de corrupção e enriquecimento ílicito" pelo engº Paulo Morais, o que lhe valeu a expulsão da Câmara do Porto "gerida" por Rui Rio em 2005. A Procuradoria da República sugeriu então que estas denúncias deveriam ser investigadas, o que parece ter sido feito, porém sem resultados, porque o esquema de corrupção, como se vai vendo por este caso, alastrou igualmente ao sistema judicial.
este esquema na Câmara da Amadora conta-se, assim, numa frase: Raposo de guarda ao Galinheiro da especulação imobiliária, come uns grãos de milho aos donos da Capoeira.
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Liderado pela Procuradora amiga do Partido dito "Socialista", Cândida Almeida, o DCIAP investigou a Câmara da Amadora durante 11 anos. Concluiu que houve licenciamentos ilegais, encontrou 77 mil euros em dinheiro na casa de directores camarários e documentos que indiciam pagamentos ao edil Joaquim Raposo (PS). Detectou que construtores civis transferiram 474 mil euros para uma conta na Suiça mas não conseguiram descobrir quem era o titular dessa conta. Ninguém foi acusado e o caso foi arquivado em Dezembro último. (Jornal i, 26 Janeiro) e indignam-se os comentadores toujours socialistes na noticia do jornal: "não têm vergonha, isto é jornalismo de sarjeta, o que é que este caso tem a ver com o PS?
muito importante para o esquema de financiamento dos partidos:
Joaquim Raposo e José Sócrates em campanha eleitoral na Amadora
A denúncia do esquema foi generalizado a quase todos os departamentos de urbanismo camarário do país, como "factor de corrupção e enriquecimento ílicito" pelo engº Paulo Morais, o que lhe valeu a expulsão da Câmara do Porto "gerida" por Rui Rio em 2005. A Procuradoria da República sugeriu então que estas denúncias deveriam ser investigadas, o que parece ter sido feito, porém sem resultados, porque o esquema de corrupção, como se vai vendo por este caso, alastrou igualmente ao sistema judicial.
este esquema na Câmara da Amadora conta-se, assim, numa frase: Raposo de guarda ao Galinheiro da especulação imobiliária, come uns grãos de milho aos donos da Capoeira.
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sábado, janeiro 26, 2013
a Hora do Barrete Negro
“Zero Dark Thirty” (A Hora Negra) é um cine-relato a armar ao real entre factos "grosseiramente imprecisos" e a manipuladora determinação de "Maya", uma agente da CIA creditada como a principal responsável pelo sucesso da pseudo-caça e assassinato-do-de-há-muito morto- Bin Laden, operação que decorreu em Abbottabad no Paquistão, em Maio de 2011. Guião escrito sobre uma realidade inverosímil, já este mês, ficou a saber-se que não só existe uma verdadeira "Maya" - cuja identidade não foi revelada, mas foi consultora de Kathryn Bigelow - como o seu temperamento obsecado e simpatizante dos métodos de tortura parece ter sido muito bem captado pela realizadora do filme. Realizado em 2012, segundo o NYT "a Casa Branca conta com esta versão do assassínio de Bin Laden para contrariar a crescente reputação de Obama” como ineficaz e igual ou pior que Bush. O recado está dado, mas o cozinhado está longe de ser brilhante.
"A Hora Negra", nomeado para 5 Óscares, é uma fraude do primeiro ao último fotograma. O filme é tão repleto de mentiras, disparates e manipulações que é difícil saber por onde começar.
O mais repugnante é a glamourização da Tortura que retrata como eficaz e uma boa fonte de recolha de informação para a actuação de um grupo de heróis de capa-e-espada que trabalha na “defesa da Pátria”, ou seja, é uma peça de promoção da ideia do Estado que luta pela segurança interna dos seus cidadãos a mais de 11 mil quilómetros de distância! – que gente sem vergonha, esta gentinha de Hollywood: uma das vítimas de Tortura "confessa" que “enviou um fio de ouro de 5.000 dólares a um dos designados conspiradores do 11 de Setembro”. Este episódio inenarrável tenta obscurecer uma outra história do 11 de Setembro, mas que está completamente documentada: que o Chefe dos Serviços Secretos do Paquistão Mahmoud Ahmad não deu fio de ouro nenhum a Mohamed Atta dias antes do 11 de Setembro mas deu-lhe 100 mil dólares e depois disso foi tomar o pequeno almoço nessa célebre manhã do “inside job” em Washington com os senadores Bob Graham (democrata) e Porter Goss (republicano).
O espectador não precisa de pagar bilhete para disfrutar de patranhas deste quilate, mas acidental- mente fica a saber quão cheias de trampa são as histórias dos grupos militares SEALS da Marinha e de outros paladinos do Imperialismo. Eles tiveram muitas horas para realizar uma autopsia no regresso ao Afeganistão e mais algumas horas no avião que supostamente trouxe o corpo de Bin Laden para o navio no Oceano Índico, "de acordo com a prática religiosa muçulmana". Mas não tiveram tempo para identificar cientificamente o boneco-alvo da operação simulada, sabendo-se que o simulado “Bin Laden” foi baleado no rosto quando já estava morto… e dois ou três membros dos SEAL afirmaram nunca ter visto o rosto do homem (não esquecer, como todos os bófias secretos, eles são mentirosos profissionais) o que aponta facilmente para este ter sido um golpe planeado que o “assassinou” imediatamente no mesmo dia, a sangue frio, sem mandato de captura e sem julgamento
Infelizmente, a maioria dos norte-americanos e dos espectadores de outros países culturalmente colonizados, inveterados comedores de pipocas, vão absorver estas mensagens subliminares cuja intenção é transmitir que a Tortura é necessária, que estamos em Guerra com Terroristas e que os Estados Unidos são ousados nos raides de extermínio de todos os bin-ladens que se atrevam a aparecer-lhes no caminho.
"A Hora Negra", nomeado para 5 Óscares, é uma fraude do primeiro ao último fotograma. O filme é tão repleto de mentiras, disparates e manipulações que é difícil saber por onde começar.
O mais repugnante é a glamourização da Tortura que retrata como eficaz e uma boa fonte de recolha de informação para a actuação de um grupo de heróis de capa-e-espada que trabalha na “defesa da Pátria”, ou seja, é uma peça de promoção da ideia do Estado que luta pela segurança interna dos seus cidadãos a mais de 11 mil quilómetros de distância! – que gente sem vergonha, esta gentinha de Hollywood: uma das vítimas de Tortura "confessa" que “enviou um fio de ouro de 5.000 dólares a um dos designados conspiradores do 11 de Setembro”. Este episódio inenarrável tenta obscurecer uma outra história do 11 de Setembro, mas que está completamente documentada: que o Chefe dos Serviços Secretos do Paquistão Mahmoud Ahmad não deu fio de ouro nenhum a Mohamed Atta dias antes do 11 de Setembro mas deu-lhe 100 mil dólares e depois disso foi tomar o pequeno almoço nessa célebre manhã do “inside job” em Washington com os senadores Bob Graham (democrata) e Porter Goss (republicano).
O espectador não precisa de pagar bilhete para disfrutar de patranhas deste quilate, mas acidental- mente fica a saber quão cheias de trampa são as histórias dos grupos militares SEALS da Marinha e de outros paladinos do Imperialismo. Eles tiveram muitas horas para realizar uma autopsia no regresso ao Afeganistão e mais algumas horas no avião que supostamente trouxe o corpo de Bin Laden para o navio no Oceano Índico, "de acordo com a prática religiosa muçulmana". Mas não tiveram tempo para identificar cientificamente o boneco-alvo da operação simulada, sabendo-se que o simulado “Bin Laden” foi baleado no rosto quando já estava morto… e dois ou três membros dos SEAL afirmaram nunca ter visto o rosto do homem (não esquecer, como todos os bófias secretos, eles são mentirosos profissionais) o que aponta facilmente para este ter sido um golpe planeado que o “assassinou” imediatamente no mesmo dia, a sangue frio, sem mandato de captura e sem julgamento
Infelizmente, a maioria dos norte-americanos e dos espectadores de outros países culturalmente colonizados, inveterados comedores de pipocas, vão absorver estas mensagens subliminares cuja intenção é transmitir que a Tortura é necessária, que estamos em Guerra com Terroristas e que os Estados Unidos são ousados nos raides de extermínio de todos os bin-ladens que se atrevam a aparecer-lhes no caminho.
E então despeja-se um monte de merda a armar ao cinematográfico em cima de cada uma destas questões
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sexta-feira, janeiro 25, 2013
o "Regresso aos mercados"
Garcia Pereira: "quando falamos em "mercados" falamos dos bancos e do grande capital internacional"
Afinal não havia razões para euforias na operação montada pelo BCE na reactualização das dívidas soberanas da Iralanda e Portugal: Juros a 10 anos próximos de 6% e risco aumenta
Calma, Qual é a Pressa? Qual é a Pressa? a médio prazo não estaremos ainda todos mortos, apenas hibernados. Segundo as previsões oficiais só faltam 17 anos para ficarmos com a mesma crise que tínhamos antes de ter crise:
"FMI afirma que uma recessão mais prolongada e a inclusão da dívida de empresas públicas e PPP nas contas nacionais aumenta a dívida pública de entre 10 a 15% do Produto Interno Bruto (PIB). Dívida pública atinjirá o seu máximo em 2014, quando chegar a 122% do PIB. Para chegar aos níveis de endividamento anteriores à crise iniciada em 2008, caso se concretizem as estimativas actuais e as condições a elas associadas, serão preciso mais de 15 anos, apontando o fundo apenas para 2030" (aqui)
Segundo legislação vigente na Alemanha: A extensão das maturidades pedida por Vitor Gaspar é considerada com um Novo Resgate
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Afinal não havia razões para euforias na operação montada pelo BCE na reactualização das dívidas soberanas da Iralanda e Portugal: Juros a 10 anos próximos de 6% e risco aumenta
Calma, Qual é a Pressa? Qual é a Pressa? a médio prazo não estaremos ainda todos mortos, apenas hibernados. Segundo as previsões oficiais só faltam 17 anos para ficarmos com a mesma crise que tínhamos antes de ter crise:
"FMI afirma que uma recessão mais prolongada e a inclusão da dívida de empresas públicas e PPP nas contas nacionais aumenta a dívida pública de entre 10 a 15% do Produto Interno Bruto (PIB). Dívida pública atinjirá o seu máximo em 2014, quando chegar a 122% do PIB. Para chegar aos níveis de endividamento anteriores à crise iniciada em 2008, caso se concretizem as estimativas actuais e as condições a elas associadas, serão preciso mais de 15 anos, apontando o fundo apenas para 2030" (aqui)
Segundo legislação vigente na Alemanha: A extensão das maturidades pedida por Vitor Gaspar é considerada com um Novo Resgate
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