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segunda-feira, maio 26, 2014

a grande surpresa da noite...

"Não legitimem a Corrupção, não votem em Corruptos. Não participem na farsa das eleições. Usem o "não voto" para refundar a democracia" (citando Marinho e Pinto, ex-bastionário da Ordem dos Advogados e habitué nos show-offs das televisões) Em suma, esta é a hipocrisia e a incoerência dos arrivistas recém chegados à procura de protagonismo político e que não têm vergonha de dizer uma coisa e fazer outra, consoante a norma tradicional do Poder: dar o dito por não dito.  Nem é preciso comentar isto politicamente... basta dar guita ao papagaio

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nova promoção especial, populismo, é entrar senhores, é entrar!
66 por cento dos eleitores inscritos não votaram, para não terem chatices. Obviamente, o sistema faz as contas aos restantes 34 por cento que compareceram e toda a gente cada um para seu lado clama vitória disto e daquilo. Aprofundando as contas, os deputados dos dois partidos juntos do Bloco Central foram eleitos com 20,5 por cento dos votos contados, a menor percentagem de sempre.

2 comentários:

Manuel Galvão disse...

Os votos que o Partido da Terra levou a mais foram votos contra a corrupção que grassa no Bloco Central. Os votos que o PCP levou a mais foram votos contra a viragem à direita do PS.
Se não fosse este desvio de votos o PS teria tido maioria absoluta. Provou-se que o PS não é considerado um partido da esquerda por muitos eleitores.
Tudo isto porque o PS não soube, em 3 anos, explicar aos portugueses, como é que faria se fosse governo. É que não é fácil explicar como será possível não aumentar impostos e taxas para reformados, funcionários públicos e trabalhadores privados, e ao mesmo tempo diminuir a dívida externa.

Manuel Galvão disse...
Este comentário foi removido pelo autor.