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sexta-feira, junho 20, 2008

o mapa das Estratégias para o Outono

A estratégia de disseminação do Terror é uma táctica,
NÃO É um inimigo. Primeiro passo: aterrorize a população interna face à existência de um inimigo externo. And the winner is,,,

Mister McCain, o senador pelo Arizona que é a coisa mais parecida com Bush que se conseguiu encontrar, tem passado as últimas semanas a preparar a redacção de uma série de discursos sobre “aquecimento global”, terreno onde pensa bater-se com Mister Obama (se fôr este o nomeado pela Convenção do partido do Burro) pela conquista de votos dos independentes, um grupo pelo qual ambos os contendores têm vindo a declarar ser os seus melhores defensores – as duas estratégias não deixam dúvidas sobre o próximo paradigma capitalista: a venda de quotas obrigatórias no mercado de carbono que darão direito a poluir, enquanto o grupo restrito de decisores continuarão a usar os combustiveis fósseis, a custos altamente inflacionados para as pessoas e paises de parcos recursos, enquanto para eles, com os preços repercutidos nem paises terceiros, a matéria prima saíria praticamente à borla, não fosse os custos das guerras para manter a exclusividade no acesso a esses recursos. (fonte)

88 vezes mais para armamento

Por cada dólar gasto nos Estados Unidos na luta contra as mudanças climáticas, 88 dólares são gastos com as forças armadas e a luta contra o terrorismo. Em 2008 Washington só consagrará 4,8 mil milhões de dólares às medidas contra as alterações climáticas. Mas 437 mil milhões de dólares serão destinados à Defesa.
(Mo.be)

sinais
Apesar das dificuldades e do aumento dos custos do petróleo, a petrolífera “Royal Dutch Shell” resolveu não cumprir o contrato assinado no ano passado para desenvolver as fases 13 e 14 no campo petrolifero gigante de South Pars no Irão. O projecto da Shell em parceria com a espanhola Repsol e a empresa nacional de petróleos iraniana, situado na fronteira com o Qatar, ultrapassava o valor de 10 biliões de dólares. (fonte)

energias limpas àparte, convém aos bonzos do regime justificar a “manutenção de um poucachinho de Guerra” para se ir alimentando a indústria de destruição e o financiamento do complexo-politico-militar. É nesta perspectiva que a imprensa deu grande ênfase ao acordo de Dublin, como se este tivesse sido uma grande vitória, assinado por 109 países para proibir o uso das bombas de fragmentação. Porém, o acordo não proibe a sua fabricação e muito menos impede os principais clientes do seu uso, a saber: não assinaram o acordo os Estados Unidos, Israel, o Paquistão, Rússia, China e a Índia.

Lady Di: foi por causa de eu andar a dizer estas e outras inconveniências é que me puseram fora de circulação. Entretanto o mercado evoluiu e transferiu-se de Angola - leia-se: quem se tranferiu foi o "terrorismo" para o Afeganistão, Libano Paquistão, etc – que são hoje dos paises com mais bombas por explodir.

implicações jurídicas do terrorismo de Estado

As autoridades judiciárias do Irão disseram recentemente que iriam demandar as entidades internacionais no sentido de incriminar os Estados Unidos e a Grã-Bretanha por terem dado suporte financeiro e estarem por trás das explosões na Mesquita Dourada no ano passado que mataram 14 pessoas e destruiram o monumento e local de culto sagrado para os islamitas iraquianos.
O ministério do Interior iraniano afirmou ter detido 5 ou 6 membros de um grupo terrorista com ligações aos EUA e à Grã-Bretanha, os quais revelaram estar envolvidos nas explosões que também feriram 200 pessoas a sul da cidade de Shiraz. (fonte)
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