Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta criminosos de guerra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta criminosos de guerra. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, março 28, 2016

Estupefação face ao Acordo entre a União Europeia e a Turquia sobre a vaga de Emigrantes

Há duas semanas Angela Merkel foi forçada a realizar mais uma cimeira europeia sobre a questão dos migrantes para analisar uma proposta de acordo de iniciativa da Turquia, um país da NATO. Todos os líderes da União Europeia , depois de duras negociações, finalmente concordaram em aceitar sem grandes alterações as propostas do primeiro-ministro turco e doravante da Alemanha.

a esmagadora maioria de refugiados na presente crise são sirios, uns pela destruição das suas condições de vida, outros por comprometimento com o terrorismo na Síria. O mesmo para o caso do Afeganistão e Iraque sob tutela dos Estados Unidos. Outro tipo de problemática abrange o outro tipo de migrantes económicos das regiões tradicionalmente esvaziadas de recursos pelo imperialismo ocidental.
Pura lógica de relações de Força

O negócio é o seguinte: todos os migrantes ilegais que chegarem à Grécia serão devolvidos à Turquia, mas, para cada caso em que se trate de um sírio por cada refugiado na Turquia será acolhido outro sírio num país da UE, até ao limite de 72 000 vagas - a Turquia "compromete-se" a gerir o apoio ao fluxo de refugiados para a Europa mas exige contrapartidas políticas e financeiras inaceitáveis, a mais importante é a revitalização das negociações sobre a sua futura adesão à União Europeia. Como contrapartida Ankara obtém uma ajuda financeira adicional de 3 mil milhões de euros pagos pela União Europeia, e ainda, impõe aceitar a liberalizar da concessão de vistos para os cidadãos turcos para a Europa e acelerar o processo de adesão do país à UE. Ajudar a Turquia a gerir o enorme fluxo de migrantes não é uma ajuda significativa. Devolver à origem emigrantes neste país poderia ser uma forma de reduzir os fluxos que chegam à Grécia (cerca de um milhão de pessoas em 2015, 10% da população grega), o país que tem sido espremido pelos planos europeus por não se saber "dar ao luxo de gerir as falsas dívidas dos seus próprios cidadãos”.

Mas este infame acordo, (refugiado que não seja da oposição ao regime legal da Síria fica de fora) traz mais problemas que os que resolve. Ele mostra as mentiras do “espaço Schengen sem fronteiras internas”, livre para o capital mas de graves restrições e desigualdades económicas para os cidadãos europeus, contrasta com vinda de migrantes em massa pela Grécia, uma vez que é uma porta de entrada para toda a UE e para os países de livre escolha dos “refugiados”. Então será muito problemático um mecanismo de acoplamento automático de opositores ao regime sirio, impondo um mecanismo kafkiano de alocação de emigrantes a países pobres e endividados. Terá um custo para os trabalhadores dos países europeus cujos bolsos não estão cheios. A liberalização do movimento de 80 milhões de turcos dentro da União Europeia não pode realmente ser uma ideia aceitável num momento em que se gritam raios e coriscos sobre o “jihadismo global”, em tudo isto há uma inquietante contradição. Finalmente, é impressionante negociar a adesão da Turquia, cujo território em mais de 90 por cento geograficamente nem se situa na Europa.

Ao fazer este acordo, o directório neofascizante da EU revela que, para além de ser corrosivo para as democracias dos países europeus, impõe negociações exigindo o reinado dos mais fortes, os alemães e os turcos, que foram capazes de impor a sua solução aos outros países europeus. Angela Merkel continua a ser a agente do branding norte-americano na Babel europeia, obrigada a flutuar sobre um monte de problemas, como o que no ano passado ao apagar a lufada de ar fresco na Grécia, agravaram ainda mais a situação de crise. Em 2015 não havia dinheiro para libertar os fundos da Grécia retidos no BCE por oposição politica e agora já há 3 mil milhões para a Turquia que nem sequer é membro? Mais que provavelmente nada disto foi resolvido nesta Europa, como nada resolve em muitas Cimeiras sobre muitos outros assuntos, como a crise da moeda única. A montanha da crise dos “refugiados” o que pariu foi a certeza que o funcionamento da UE é totalmente disfuncional e que esta Europa além de criar problemas impede directamente a sua resolução.

a Macedónia, nos Balcãs, que não faz parte da UE permitiu que centenas de milhares de refugiados a cruzar o país da Grécia para ir para a Alemanha. País vizinho da Grécia, que faz parte da EU, a Macedónia fechou as suas fronteiras aos refugiados depois de ter descoberto 9000 passaportes falsos. Não são os próprios emigrantes que imprimem esses documentos, nem al-Assad, nem os sírios patriotas que combatem o terrorismo na sua pátria que organizam o transporte em massa. Tanto a Grécia como a Turquia são paises da Nato, portanto, o problema está noutro lado, em Bruxelas e no Pentágono, este último que pelo meio do espalhafato mediático “anti-terrorista” nem sequer é mencionado. Há agências norte-americanas por trás desses passaportes falsos! a Turquia foi directamente utilizada pelos EUA para introduzir terroristas na Siria visando derrubar o regime. Como estão a ser escorraçados pelos Russos fogem para a Turquia, voltando pelas centenas de quilómetros de galerias subterrâneas que os norte-americanos escavaram para infiltrar armas e provisões para o ISIS/Daesh. Tudo isto, a “oposição” na Síria, o terrorismo armado com armas de última geração, os falsos refugiados, foi criado pelos selvagens norte-americanos a partir do zero, mas as consequências do fracasso recaem sobre as vitimas do terrorismo e os povos europeus.
Exército sírio, apoiado pela Rússia, infligiu uma derrota esmagadora neste domingo ao grupo Estado Islâmico (ISIS/Daesh), ao recuperar o controle da cidade de Palmira, estando prestes a expulsar a organização extremista dos seus redutos na Síria. e o silêncio dos lideres ocidentais

sexta-feira, fevereiro 05, 2016

(Ex-secretário) e conselheiro vitalicio de Estado, Henry Kissinger acaba de se reunir em Moscovo com o presidente russo Vladimir Putin.

Na manga leva um problema grave. Os grupos terroristas criados, armados e abastecidos pelos Estados Unidos estão a debandar, a fronteira quase controlada, os bandos da a-Nusrah estão cercados pelo Exército Sírio em Aleppo. Devido ao apoio da Rússia o acordo previsto pelos conspiradores na Conferência de Paris com os “terroristas moderados” que deveriam derrubar o presidente sírio Bashar al-Assad está agora comprometido. Os representantes da “oposição” que sustentam uma guerra criminosa contra o povo Sírio nem sequer foram admitidos nas conversações de Genebra. E os norte-americanos foram obrigados a aceitar como interlocutores os representantes da União Democrática Curda dissidentes do regime da Turquia, um país da Nato por onde entra quase a totalidade dos abastecimentos aos terroristas e cujas linhas estão a ser cortadas. E que transpira do meeting privado Putin-Kissinger? disse o porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov: “a reunião é uma continuação de um "diálogo amigável entre o Presidente Putin e Henry Kissinger, que estão ligados por um relacionamento de longa data (…) relações de amizade que os levam a comunicar o tempo todo para discutir “valores” e questões prementes internacionais, bem como trocar opiniões sobre as perspectivas globais” (fonte)

Kissinger e Netanyahu
Que se conheçam pelos media Putin e Kissinger tiveram mais de 10 reuniões tete-a-tete desde a eclosão das acções contra a Síria que põem em causa a segurança próxima da Rússia. No primeiro desses encontros em 2013, Putin disse que Moscovo sempre prestou atenção à opinião de Kissinger e chamou o ex-secretário de Estado "um político de classe mundial". Numa entrevista em Dezembro passado ao jornal alemão Handelsblatt, Kissinger disse que acreditar que o Ocidente deve entender, que não pode haver solução para a crise síria e sem a participação da Rússia. Disse também que não se pode derrotar Estado Islâmico (ISIS/Daesh) no Médio Oriente através de meios diplomáticos. Kissinger foi um dos autores da política de détente nas relações EUA-URSS. Galardoado com o Nobel da Paz em 1973. (ver curriculo criminal de Kissinger)

De volta à realidade no terreno, ambos os homens sabem existir um plano secreto entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita (no plano militar a Operação Madeira de Sicomóro) e num plano mais geral, um Acordo Geoestratégico e Financeiro para balcanizar a Síria. Tornou-se claro que a ISIS é agora sustentado por uma coligação secreta de nações que incluem os Estados Unidos, Israel, Arábia Saudita, Turquia e outros players menores.
Como exemplo, os terroristas feridos em combate estão a ser levados para hospitais em Israel por helicópteros militares norte-americanos, a partir da base militar síria de Rmelan que invadiram e estão a ocupar. Entretanto o secretário Kerry foi recebido calorosamente em Roma como porta voz que anda a espalhar a democracia pelo mundo

5 anos de invasão/ocupação da Síria por selvagens "freedom fighters" estrangeiros, pagos pelas petro-monarquias, Turquia, EUA e Israel.
.........

sexta-feira, novembro 27, 2015

Funeral de Alexander Pozynich, o piloto russo assassinado pela NATO

.........

a Turquia emboscou o piloto russo para proteger terroristas do ataque do SU-40.(GlobalResearch) o avião da Turquia/NATO atacou o SU-40 russo sem aviso, encontrando-se ambos dentro da zona aérea siria (RussiaToday) Vladimir Putin acusou imediatamente os Estados Unidos de terem fornecido à Turquia dados de satélite sobre a rota de vôo do SU-40. Um dos orgãos de informação sensionalista ao serviço da NATO inverteu a situação apregoando que o presidente turco tinha avisado a Rússia para "não brincar com o fogo" (DailyMail)... pobres ratos, até um senador dos Estados Unidos, Richard Black,  já acusa o seu próprio país do crime de estar a armar terroristas na Síria através da fronteira turca (SputnikNews)  Tudo isto é confirmado pelo facto da Turquia ter preso e condenado ontem um director de jornal turco por este revelar as entregas de armas aos jihadistas (Publico.pt)

sexta-feira, novembro 13, 2015

Jornaleirismo avençado à moda Ocidental

Numa conferência de imprensa a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia Maria Zakharova colocou um questão incómoda: "Ai... eu também tenho um legítima pergunta a fazer à Agência noticiosa Reuters, que é representada em Moscovo por cerca de 50 correspondentes: "Vocês são verdadeiramente jornalistas?" Se não estão a funcionar e não abrangem e publicam as nossas informações sobre as posições russas, se tudo está a ser escrito por vocês em Londres, o que é que vocês estão mesmo a fazer em Moscovo em tão grande número?"

Maria Zakharova
Moscovo condenou a Reuters pelo seu relatório "exclusivo" que ignorou uma declaração detalhada do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, preferindo a narrativa predeterminada por um "projecto de documento" proveniente de uma fonte não identificada e comentada por funcionários anónimos. Na sua história "exclusiva", publicada a 10 de Novembro, a Reuters afirmou ter obtido um "rascunho" do plano da Rússia para um "processo de reforma constitucional na Síria em 18 meses", preparado para as negociações multilaterais a começarem brevemente. A Reuters solicitou uma informação oficial russa, que foi dada, mas depois decidiu ignorá-la na noticia que publicou e que Maria Zakharova desmentiu como não correspondendo à realidade.(fonte)

sábado, novembro 07, 2015

Washington prepara-se para a 3ª Grande Guerra Mundial?

"Navios de guerra americanos e chineses envolvidos em batalhas navais usando todas as armas, canhões e mísseis de cruzeiro guiados por laser. Aviões de combate russos e americanos opõem-se no ar utilizando drones robóticos auxiliares. Os hackers de Xangai e de Sillicon Valley entram em duelo computacional com triliões de algoritmos. Os combates no espaço decidem quem ganha cá em baixo na Terra. Estas cenas são extraídas de uma novela de H.G. Wells ou poderiam realmente ocontecer no mundo real depois de amanhã? Ambas as respostas são credíveis. Assustador?

O Complexo Militar e as agências Secretas norte-americanas estão empenhados em preparativos sistemáticos para uma terceira grande guerra mundial. Segundo o Pentágono, um conflito militar com a China e/ou a Rússia é inevitável, e esta perspectiva reforçou a força motriz da sua economia. Por detrás do seu planeamento táctico e estratégico, as três audiências no Congresso na última na terça-feira vieram demonstrar esta realidade. Ao que se sabe, a “comissão de negócios e guerra sobre o estrangeiro” do Senado teve na agenda as questões sobre a guerra cibernética. De lembrar que a Rússia tornou recentemente inoperacionais todos os sistemas de comunicações das forças armadas deslocadas para o Médio Oriente com a intenção de intervir na Síria. O general Joseph F. Dunford peremptório ao dizer nessa Comissão do Senado que o apoio aéreo da Rússia tinha mudado tudo. O equilibrio de forças pende agora para Assad. Contudo, a fanfarronice mediática do imperialismo yankee não passa de um bluf: os Estados Unidos não têm recursos económicos, militares e humanos para fazer uma guerra em grande escala, os seus aliados da Nato estão falidos e a organização em si derrotada e humilhada. A tropa yankee chegou à vergonhosa falta de escrúpulos de andar a organizar escudos humanos para preservar alvos terroristas anti-Assad (1) dos ataques conjuntos dos militares sirios, do Hezbolláh, russos e iranianos. Não é com estes destroços que o Complexo Militar irá atacar dois gigantes como a Rússia e a China. Os Estados Unidos perderam um lugar que é irrecuperável (2)

(1) a Rússia e os Estados Unidos tinham encontrado interesses comuns no Médio Oriente, mas o apoio da Arábia Saudita aos grupos terroristas mudou tudo (ReseauInternational.net) 

(2) Artigo Original
(3) As armas da Rússia que poderiam destruir os Estados Unidos em 30 minutos (RússiaToday)

quinta-feira, outubro 29, 2015

e o nosso Barroso lá se vai escapulindo ao pedido de perdão...

Durão Barroso pensa que não tem de dar satisfações à justiça, primeiro porque pensa que os portugueses são mais estúpidos que os outros povos que, benevolamente, votaram criminosos como Blair, Aznar e Bush ao ostracismo - a Durão não, como recompensa pelo servicinho Balsemão nomeou-o para lhe suceder como representante nacional permanente no grupo Bilderberg 
As consequências: esta filmagem através de um drone perto da fronteira da Croácia mostra milhares de migrantes e refugiados que cruzam terras lavradas a caminho do norte da Europa. A Eslovénia queixa-se de carecer de meios humanos e equipamentos para lidar com este recente fluxo de pessoas que atravessam o país fugidas das regiões de guerra no Iraque e na Síria, ambas provocadas pela intervenção das potências imperialistas ocidentais em relação às quais os governos e presidentes neoconservadores de Portugal são subservientes


.
Channel 4 News 26 de Outubro


... entretanto, mesmo ali ao lado: "Comissários europeus de Barroso passaram "porta giratória" que liga Bruxelas ao mundo dos negócios, e a partir do próximo ano poderão exercer lobby junto das instituições europeias" (Esquerda.net)

sexta-feira, outubro 09, 2015

Russos são recebidos em apoteose na Síria

Сирия сегодня - Спасибо России ! Друзья ! Смотрите видео и передайте дальше всем !

Росси́я - Российская Федерация 1 de Outubro de 2015
a Casa Branca espera um pedido de desculpas da Siria por ter convidado Putin a invadir o país. Zbigniew Brzezinski: "estão loucos? Obama deve retaliar os Russos imediatamente!" 

No seu discurso o conselheiro de Estado Brzezinski reconhece implicitamente que os Estados Unidos têm aliados entre os grupos terroristas que actuam na Síria e dirigindo-se a Vladimir Putin ameaçou: parem de atingir a nossa Al-Qaeda "ou teremos uma terceira guerra mundial" (VeteransToday)
Conselheiro ucraniano quer ajudar o "Estado Islâmico" a vingar-se dos soldados russos.

quarta-feira, outubro 07, 2015

marginalizada pelos russos, a "civilização ocidental" falha alvo sírio

O massacre de al-Ghouta em Agosto de 2013 perpretado por terroristas com armas quimicas que causou centenas de mortos foi reportado à ONU através de imagens obtidas por satélites russos, facto que não teve qualquer repercussão nos media ocidentais 
Esta semana um avião russo Su-30 foi acusado de entrar por apenas 2 minutos no espaço aéreo da Turquia (um país da NATO). Na verdade a Russia terá violado o espaço aéreo da Turquia porque este pais alterou as fronteiras para incluir os Curdos sob seu controlo. E também, em boa verdade, a razão porque a NATO concessionada a Erdogan pretendem uma zona de exclusão aérea é para que não sejam cortadas as linhas de abastecimento aos rebeldes terroristas do ISIS, criado e armado pelos Estados Unidos.  

Com este furtuito "incidente" elevam-se ameaças do inferno ficar à solta e este é
o pretexto final para uma guerra aberta entre a NATO e a Rússia pelo menos segundo a fanfarronice dos media ocidentais, porque no terreno a situação é outra e bem diferente
O maior e mais poderoso exército do mundo, assim proclamado pelo Presidente dos Estados Unidos Barack Obama, em conjunto com as forças aliadas da NATO, passaram à irrelevância pela entrada na Síria da força aérea da Rússia, uma intervenção legal ao abrigo do direito internacional (a pedido expresso das autoridades legitimas da Síria). Em menos de uma semana as forças armadas russas conseguiram fazer o que os exércitos dos Estados Unidos e da NATO não conseguiram fazer em ano e meio: desbaratar e pôr em fuga os terroristas do Estado Islâmico. Na verdade o plano do Ocidente era outro, onde interessava que os terroristas reinassem como reis e senhores, actuando para fazer da Síria mais um Estado falhado e à mercê do modelo imperialista neocolonial. Neste momento há apelos de 41 bandos de rebeldes a actuar na Síria (que os EUA classificam de "moderados") para que as potências regionais apoiadas pelo ocidente criem uma aliança contra a intervenção da Rússia e do Irão (e já agora podem pedir também contra a China)
Mas, dos diversos relatórios que os russos têm disponibilizado sobre o que se passa na Síria,
um dos mais chocantes é a descoberta que alegados"rebeldes moderados" montaram um 
a Turquia mostrou-se condescente sobre o incidente com o jacto russo, 
mas subitamente lembraram-lhe que era um país da NATO
In the NOW, 5 de Outubro de 2015

quarta-feira, setembro 30, 2015

Quem será o culpado pela 3ª Grande Guerra Mundial?

"Os presidentes dos Estados Unidos e da França não são cidadãos Sírios, não podem decidir o destino da Síria" (Vladimir Putin, discursando na ONU). No terreno, juntando-se ao ataque dos norte-americanos para derrubar Assad, a aviação francesa começou a bombardear alvos no terreno. A aviação israelita atacou mesmo tropas regulares do exército da Síria 


Segundo John Kerry o apoio da Rússia ao governo legitimo da Síria poderá levar a um conflito entre os Estados Unidos e a Rússia. Contudo, as duas únicas nações que estão a fazer todo o possível para evitar esse conflito são o Irão e a Rússia. Tentando resolver a questão por meios pacíficos, solicitando um esforço conjunto contra o terrorismo e a chegada de ajuda humanitária às populações aterrorizadas. A única coisa que a Rússia está a fazer é cumprir com as suas obrigações contratuais com a Síria, fornecendo armamento de defesa, ajuda humanitária e socorristas. E a partir daqui o Ocidente inventa que o grande problema são os russos que estão a enviar tropas que invadem a Síria sempre em número crescente. Acusação aliás igual à usada na Ucrânia. Referência a seguir é a União Euro-Asiática consignada no Projecto “Rota da Seda da China”, implicitamente a construção da nova comunidade euro-asiática como um contrapeso para a ambição desmedida e conduta agressiva dos Estados Unidos.

O presidente da Rússia na Assembleia Geral das Nações Unidas centrou o seu discurso nos pontos principais: o apoio dos Estados Unidos aos rebeldes da Síria é ilegal, e além disso ineficaz para os seus desígnios, não completamente claros. Na opinião de Putin “o fornecimento de apoio militar a estruturas ilegais contradizem os principios do direito internacional consignados nas leis e tratados e a própria Carta das Nações Unidos (…) o presidente da Rússia pode aqui falar do programa do Pentágono de 500 milhões de dólares para prover equipamento militar aos rebeldes na Síria, que conselheiros militares e funcionários dos serviços de informações já manifestaram ser um fracasso. Descobriu-se que apenas 60 desses combatentes tinham sido efectivamente treinados e apenas 4,5% dessas pessoas ainda possuíam armas. Os restantes desertaram com armas, veículos e equipamentos militares norte americanos para se juntarem ao “Estado Islâmico” (ISIS). Sabemos que nas fileiras do “Estado Islâmico” se incluem ex-militares iraquianos que foram postos na rua após a invasão do Iraque em 2003. Muitos recrutas vêm da Líbia - um país cuja soberania foi destruída como resultado de graves violações da Resolução de 1973 da ONU.  

Os militantes islâmicos do ISIS ganharam uma posição no Iraque e na Síria, procurando a partir daí dominar a totalidade do mundo islâmico. O ISIS não nasceu do nada, foi criado como arma para ser usada contra regimes incómodos. O Estado Islâmico não só é uma ameaça directa contra os habitantes locais mas antes, pelos seus crimes sanguinários, a ruina de uma religião tão importante como o Islão. Devemos reconhecer que na Síria, excepção feita a todas as forças do presidente al- Assad e as milícias Curdas, ninguém combate a sério contra o ISIS, e as outras organizações terroristas. É urgente criar em todo o mundo um espaço de segurança comum para todos, não apenas para alguns predestinados (uma clara alusão a Israel). Gostaria de perguntar quem tem criado o caos no Médio Oriente – quem e o que é que fizeram? – coisa similar ao que se passou na Ucrânia onde se verificou um golpe-de-estado provocado por forças armadas a partir do exterior.

Putin começou o discurso provocatoriamente com uma referência à Conferência de Yalta na Crimeia em 1945. Foi durante esta conferência que os “Big Three” (os EUA, a URSS e a Grã-Bretanha) concordaram em criar a Organização das Nações Unidas. E como todos na sala sabem, ainda que subjectivamente, esta foi a conferência em que Estaline e Roosevelt dividiram o mundo em duas esferas de influência. Metade da Europa ficou numa, outra metade noutra, seguindo o princípio do equilíbrio de poder como meio de garantir a paz mundial – agora em contraste com a rejeição do referido princípio e da pretensão dos Estados Unidos a um excepcional status como "única superpotência" do mundo, face aos acontecimentos no Iraque, na Libia, na Siria, com o Estado Islâmico (ISIS) e a crise dos refugiados, nós sugerimos que parem de jogar jogos com terroristas, juntem-se ao abrigo das Nações Unidas contra o ISIS . Os vácuos de poder no Médio Oriente e regiões do Norte de África têm levado ao surgimento de áreas sem lei que imediatamente são preenchidas com extremistas e terroristas. Propomos, em vez de trabalhar cada um para as suas ambições, criarmos uma ampla coligação contra o terrorismo, tal como fizemos antes ao criar a coligação contra Hitler.

"Eu não posso deixar de perguntar àqueles que causaram esta situação: vocês compreendem agora o que fizeram? Eu tenho medo que a questão fique a pairar no ar, porque afinal as políticas baseadas na auto-confiança e da crença na excepcionalidade e impunidade nunca foram abandonadas". Ao invés de realização de reformas e o triunfo da democracia e progresso prometidos pela intervenção, temos violência, pobreza, desastre social e a destruição dos direitos humanos, incluindo o direito à vida, a qual nenhum valor pode medir. Aqueles que estão no "topo da pirâmide" foram tentados a pensar que "se somos tão fortes e excepcionais, sabemos o que fazer melhor que outros – resultando daqui consequências trágicas e degradação ao invés de progresso - a agressiva interferência externa resultou na destruição calamitosa das instituições nacionais e do próprio modo de vida dos sírios. Devemos todos lembrarmo-nos o que o nosso passado nos ensinou. Nós lembramos-nos dos exemplos na história da União Soviética. Parece, contudo, que alguns não estão aprendendo com os erros dos outros, mas ficam repetindo-os, como o da exportação das chamadas "revoluções democráticas". Ninguém é obrigado a subscrever um modelo único de desenvolvimento, obrigado pela força das armas a reconhecer um entre muitos como o único justo…

"Portanto, os agressores não têm que contar com uma ONU, que autoriza, em vez de automaticamente legitimar por demissão as decisões necessárias, criando muitas vezes obstáculos, ou por outras palavras" obstruindo o caminho à paz. As tentativas de minar a autoridade e a legitimidade das Nações Unidas são "extremamente perigosas": poderiam levar ao colapso de todo o sistema das relações internacionais. "O fluxo de pessoas que foram forçadas a deixar a sua terra natal tem literalmente inundado os países vizinhos e a partir daí a Europa – é uma nova migração dolorosa causada por guerras contra os povos. Só uma estratégia global de estabilização política e económica dos países atingidos por crises terroristas seguida de desenvolvimento poderá trazer esperança à resolução do problema da crise de refugiados, 

actualização

sábado, setembro 26, 2015

com o alto patrocinio do Prémio Nobel da Paz Barack Obama, o sucessor de Bush, o amigo do Barroso

se alguém ainda não faz ideia porque fogem as pessoas da Siria... e se recusa a ajudá-las, reparem. Este video filmado por médicos voluntários mostra o sangrento e devastador impacto de um missil terra-terra na cidade de Alepo. Segundo informações seguras dezenas de pessoas morreram neste ataque. A Siria encontra-se sob agressão de terroristas vindos do exterior armados e financiados pelos Estados Unidos e seus aliados (1). Centenas de milhar de pessoas fogem rumo à Europa em busca de Paz, a mesma Europa que lhes trouxe a guerra. Devemos ser solidários com as vítimas, mas devemos igualmente julgar e condenar os culpados 

............

quarta-feira, setembro 16, 2015

“Se estão incomodados com os refugiados parem de ajudar os terroristas” (Bashar al-Assad)

É surpreendente que os “nossos” Media mostrem o actual caos dos refugiados em estradas e estações de comboios europeias ... mas, nunca começam por dar qualquer pista sobre as razões pelas quais essas pessoas estão aqui nessa situação… diz-se vagamente que é o “conflito” na Síria. Não é um conflito, é mais uma guerra de agressão. E quem começou este caos?


Em Fevereiro de 2015 a administração Obama pediu permissão ao Congresso para bombardear os terroristas do Estado Islâmico da Siria e do Levante (ISIS), apesar de estar a efectuar esses ataques a território sirio havia já 6 meses. Atacam a Síria em nome da estabilidade do Médio Oriente que protege o amigo Israel e os resultados em termos de ecologia social na região começam agora a ser evidentes. As populações estão a ser expulsas (à maneira da Nakba na Palestina) de zonas cirurgicamente destruídas. Os Estados Unidos e os seus Aliados bombardeiam tudo o que podem, menos alvos do auto-denominado “Estado Islâmico”. De facto, o que os Estados Unidos pretenderam ao criar, armar e financiar o ISIS é derrubar o regime de Bashar al-Assad da Síria.

Há três anos atrás a Síria não seria um paraíso perfeito, mas as pessoas tinham segurança, onde se podiam sustentar a si e às suas famílias. De repente apareceu uma “oposição” imediatamente bem armada. Esses “heróicos” combatentes foram contratados, treinados, armados e financiados pelos Estados Unidos, tanto o ISIS como anteriormente a A-Qaeda, a qual não existia no Iraque em 2004 aquando da invasão da tropa de Bush. Apoiados a seguir por delegados políticos norte-americanos como John McCain e por uma chusma de lacaios aliados. Como a memória da “opinião pública” é coisa que não existe, já poucos se recordam dessa outra agressão bélica contra o Iraque, cujos responsáveis em vez de estar detidos em Haia andam por aí à solta, sendo alguns, como é o caso de Durão Barroso sido até promovido a alto-comissário dos negócios do Pentágono para a União Europeia. Como é que esta narrativa pode andar e ficar ausente de praticamente todas as histórias sobre a "crise dos imigrantes?" – É graças aos Estados Unidos que foi criada a presente crise humanitária, com milhões de pessoas que fogem para lugares onde possam arranjar comida e trabalho para a pagar.


Channel 4 News10 Setembro

domingo, setembro 06, 2015

A imunda instrumentalização do cadáver de uma criança

Não é o que vem nas fotografias o local original onde foi encontrado o pequeno corpo de Aylan Kurdi, uma criança curda de 3 anos de Kobané afogada com o irmão e a mãe ao largo da Turquia quando a família estava a tentar chegar à ilha de Kos na Grécia. Após o resgate do cadáver o corpo foi levado de seguida por fotógrafos turcos para um lugar mais fotogénico e colocado numa posição mais dramática para fazer subir o impulso emocional da opinião pública internacional com o objectivo de acusar Bashar al-Assad da morte deste pequeno emigrante, alimentando a saga persecutória contra a Síria.
A cena é horrível, 
uma nojenta manipulação dos necrófagos meios de comunicação social a soldo de assassinos.

Após algumas horas de reprodução viral por todo o mundo desta insanidade emocional, a tia de Aylan declarou numa entrevista que a família vivia desde há três anos na Turquia (e Kobane só foi atacada pelo ISIS em Junho deste ano). Afinal, os presumíveis refugiados tentavam obter um visto de entrada no Canadá onde a sua familiar os aguardava. E em última instância a via de entrar primeiro na Europa como alternativa foi a impossibilidade de o fazer a partir da Turquia, em guerra contra a independência do Curdos. A culpa não pode parar na falta de acolhimento de refugiados pela Europa, este homem já não estava a fugir de um país em guerra, mas da devastação económica lançada pela politica de destruição da coligação ocidental anglo-american-europeia. A família de Aylan Kurdi não foi vítima de uma política de restrição de imigração deliberada dos povos europeus. É uma vítima do inverso, do criminoso ataque dos directórios governamentais da Europa pelo saque dos recursos nas periferias, com particular ênfase no Médio Oriente em beneficio do criminoso regime de Israel.
do III ao IV Reich
Ainda o pequeno Aylan tinha tido tempo de dar o seu último suspiro e a foto do seu pequeno corpo afogado já estava estampada por toda a Europa, imagem transformada imediatamente em ferramenta de culpabilização em massa. Deste modo os europeus estão a ser induzidos a pensar que a sua sobrevivência está em jogo a cada nova onda de imigração, com o lixo de respigadores mediáticos a agitar vergonhosamente o cadáver de uma criança. Em vez de chorar e dar ouvidos a canalhas que prometem o impossível e abrir as portas lá de casa, cada europeu devia encher-se de raiva e pendurar na praça pública os assassinos que os estão a “governar”. E já agora, banir de cena os seus apoiantes de falso discurso dos "direitos humanos". Num dos casos mais famosos entre nós, nunca esquecer o facto do líder do Livre Rui Tavares ter apoiado os bombardeamentos anglo-american-europeus para a "libertação" da Libia
 
a ler:

terça-feira, junho 30, 2015

a realidade não existe (pelo menos nos videojogos)

A estranha semelhança com o trágico acontecimento do ataque aos turistas assassinados a sangue frio na estância balnear da Tunisia demonstra que os jogos de vídeo como o GTA são instrumentos de treino online para a guerra. As vítimas são as nossas crianças que banalizam as mortes e os assassinatos em massa.



Tunimedia Net 28 de Junho de 2015

quarta-feira, junho 24, 2015

Sobre a vaga de refugiados no Mediterrâneo

Este é um depoimento de quando al-Gaddafi advertiu contra o que está a acontecer hoje na Líbia, enquanto os meios de desinformação vendidos ao Sionismo o acusavam de louco e viciado em drogas - Muammar al-Gadaffi era um visionário, a começar pela ideia da "inconveniente revolução verde", que lutou contra os interesses do Império ao pretender transformar a Libia num país neo-colonizado, usando entre outras tácticas as crenças estupidificadoras do povo como a do Masih ad-Dajjal (o Messias impostor) e sempre se recusou a ter um Banco Central subserviente da rede internacional de bancos sionistas. Sabemos hoje quem são os tolos e viciados!



posted by Mohamed Lavaky on Quarta-feira, 24 de Junho de 2015

terça-feira, junho 16, 2015

Estado Islâmico: a evasiva como justificação da tanga

a noticia do dia é que a cidade fronteiriça Tall Abyad ocupada pelo alegado Estado Islâmico" foi recuperada por forças das milicias populares curdas junto à fronteira com a Turquia. Foram feitos prisioneiros e milhares de pessoas estão mais uma vez em fuga, entre eles potenciais jihadistas. Todo este espectáculo faz parte do filme de terror para envolver a Turquia no esquema (com o medo da perda de milhões de turistas perante a ameaça do ISIS). Neste cenário, alguns jornalistas interpelam o Governador da região turca (de Şanlıurfa) colocando-lhe questões sensiveis sobre onde se encontram os detidos do ISIS que ninguém viu. Onde estão presos esses membros do ISIS? Existem baixas de jihadistas em Tall Abyad? Quem são os civis que lá estavam agora em fuga? e fogem de quem e de quê?- (respondeste tu? assim respondeu ele) 
Na sequência da cena os jornalistas são detidos...as autoridades dizem que foi apenas para identificação (não fossem eles também "jihadistas") e logo libertados


"Revolution News on Terça-feira, 16 de Junho de 2015

segunda-feira, junho 08, 2015

FIFA, os fait-divers fazem parte das manobras de diversão

Os Estados Unidos estão a intervir, condicionar e reprimir a entidade máxima do futebol internacional FIFA usando um (entre outros) dos escândalos de corrupção. Tudo leva a crer tratar-se de um ataque bem planeado antes de uma nova eleição para as estruturas dirigentes. Qual é a razão para os EUA estarem a destruir a estrutura actual da FIFA exactamente agora?
Os EUA querem controlar o mundo através de uma nova ordem mundial com a intenção de desempenhar a função de superpotência unipolar. Não é segredo. A América tem moeda internacional própria, língua globalizada, macCultura, iconografia hollywoodesca e cerca de 1000 bases militares em todo o mundo. O futebol, como o mais popular desporto globalmente, tem grande influência em muitas esferas (1). Possuindo o poder de alavancagem sobre a FIFA é possível prosseguir determinada política específica. Por exemplo, a organização de um Campeonato do Mundo ou outras competições internacionais dá a um país o reconhecimento internacional, desenvolvimento de infra-estruturas, traz investimentos estrangeiros, mais postos de trabalho etc. Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 em Sochi mostraram a Federação Rússa como um dos países mais responsáveis e bem-organizados, apesar da ruidosa histeria ocidental.

Como é sabido o confronto entre a Rússia e os EUA está a atingir níveis cada vez mais intensos. A Rússia foi escolhida como sede do Campeonato do Mundo de 2018, (com a Shayak metida ao barulho) e muita gente em muitos países ficaram decepcionados com isso (entre eles a Grã-Bretanha, que já se ofereceu como disponível caso venha a existir algum problema com a Rússia). Mas que coincidência! Usando este escândalo os EUA tentam culpar a FIFA por ter recebido dinheiro em luvas da Rússia para organizar o Campeonato do Mundo de 2018 e no Quatar em 2022. Apesar deste escândalo (2) Joseph "Sepp" Blatter foi reeleito para um quinto mandato como presidente da FIFA, reafirmando que a Rússia iria sediar o evento de 2018 sem quaisquer alterações. Poucos dias depois Blatter afirma deixar o cargo debaixo de grande pressão,  mas pretende que a demissão só se torne efectiva daqui a uns meses. Segundo Greg Dyke, o tempo necessário para que Blatter seja preso e expulso imediatamente do cargo.

Já não lhe bastando politicamente a ONU, como é possível que um país possa culpar e ter influência sobre uma instituição desportiva internacional? Este escândalo mostra que os Estados Unidos não vão ter escrúpulos em usar quaisquer meios (3) para conduzir a sua política de destruição de inimigos (com alguns “amigos” pelo meio).

(1) ex-dirigente Jack Warner garante que a FIFA interveio na eleição em Trinidad e Tobago
(2) Cronologia de escândalos (conhecidos) na FIFA 
(3) Um bando de labregos yankees, apoiantes de Obama, propõe uma petição que autorize o governo a usar armas nucleares contra a Rússia, por forma a que os Estados Unidos possam manter a supremacia como superpotência global. (Hang the Bankers)

quarta-feira, junho 03, 2015

e assim nasceu esta democracia impoluta

desde a primeira hora do 25 de Abril de 1974 o Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado (MRPP) afirmou tratar-se de um golpe-de-estado visando recondicionar a burguesia e "modernizar" as condições de exploração capitalista nacional, monopolistas, latifundiários, generalato, politicos fascistas, todos atascados na guerra colonial e repudiados por todo o mundo civilizado.
a reacção contra o embrião do Partido Operário não se fez esperar
no dia 28 de Maio de 1975 o governo "revolucionário" do MFA-Unido-ao-Povo-do-P"C"P manda prender 432 militantes comunistas, ilegalizando e impedindo o MRPP de concorrer às primeiras "eleições livres" 
...........