Marcelo foi a "escolha" de 25,4% do eleitorado. Não é presidente de 74,6% dos portugueses. Numa democracia de gente honesta esta "eleição" seria ilegal: com uma abstenção de metade da população o acto deveria ser considerado nulo (ler análise aos resultados)
“a grande maioria do povo é socialista sem o saber, pois defendem escolas, sistemas de saúde e segurança públicos de qualidade; irradicação da pobreza, taxação das grandes fortunas e maior equidade na distribuição de rendimentos. No entanto, na hora de votar, só escolhem políticos de direita, os seus verdadeiros algozes. Por ignorância desconhecem que essa gente representa os donos do poder económico num governo (…) e é inacreditável como 1% da população mais abastada pode ter a mesma riqueza que 90% de miseráveis. Pior ainda é saber que a grande maioria da classe trabalhadora vota nos representantes dessa gente que faz justamente o contrários dos seus desejos. Culpa dos Midia que enganam e distorcem os factos” (Bill Mahler, pivot da estação pública norte americana HBO)
Com apenas 3% de share a estação pública HBO, um conglomerado de 350 estações regionais de televisão, não tem como competir com gigantes de capital privado como a ABC, CBS, Fox, NBC, CNN, Cabo, etc. De um lado chove, do outro a gente molha-se. Em Portugal a estação pública RTP tem uma audiência de cerca de 13% e fez grados fretes ao Marcelo, para além dos dois privados, SIC e TVI que têm 42%. Consegue-se imaginar o pulha Rodrigues dos Santos ler um recado semelhante a este de Bill Mahler?
e assim sendo, face a evidência neofascista, resta à populaça a frase chave do "filósofo" que britanicamente endoutrinou a alma lusa por via do nosso Pessoa: Aleister Crowley tinha por expressão favorita "não há outra lei além do faz o que quiseres" - a nossa fauna parasita percebeu imediatamente a oportunidade de negócio consignada no Livro da Lei do Crowley e tem vindo em crescendo a entronizar o poeta - ou como diria o José Vilhena: "se não te portas com juizo com a puta da Europa não mamas"
Uma simples mistificação dos economistas da escola neoliberal norte-americana, fazendo tábua rasa da distinção entre o Valor de Uso e o Valor de Troca das mercadorias de Karl Marx em “O Capital” moldou o mundo do pós-guerra tal e qual o conhecemos. Neste sentido, só o Presente é nosso, não o momento passado nem aquele que aguardamos, porque um está destruido, e do outro, se não lutarmos, não sabemos se existirá.
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segunda-feira, janeiro 25, 2016
sexta-feira, janeiro 22, 2016
pasquins de direita infringem lei ao publicar propaganda eleitoral em dia de reflexão
Vale tudo para tentarem manter os privilégios sem contraditório. Querem induzir a opinião pública no sentido de que já está tudo resolvido. Nem vale a pena ir votar, porque a abstenção conta a favor do status quo.
Francisco Louçã: "Portugal tem um problema, os riscos de menorização do nosso país no concerto europeu. Tem ainda outro problema: uma elite gananciosa, agressiva nos seus privilégios de casta, arrogante na altura social. Os dois problemas juntos são um tormento. Eles fazem da política um vazio, uma tristeza arrastada, tantas vezes uma vileza, servida por gente sorumbática que acha que a pose de Estado é engolir um pau de vassoura e olhar de cima para baixo. O discurso é justificação, a ordem é acomodação, o mando é obediência, pois para esses Portugal é uma fatalidade. Por isso a eleição presidencial é importante. A presidência conta: não viste como contava durante os 53 dias da crise pós-eleitoral de Outubro e Novembro? A presidência conta mesmo: já notaste quantos milhares de milhões custaram a Portugal as aventuras bancárias, a incúria do governador do Banco de Portugal e ninguém a defender um regime financeiro que proteja os depositantes e os contribuintes? É preciso portanto coerência e firmeza. Cumprir compromissos e garantir regras. Mas para tudo isso é preciso mais, muito mais. (TudoMenosEconomia)
a falta de Ética: é bom que o candidato a presidente (já eleito pela imprensa antes das eleições) que será também o comandante supremo das Forças Armadas não esqueça ter usufruido de favores pelo motivo do pai desse candidato ter sido o último ministro do Ultramar do regime fascista. Isto não será injusto do ponto de vista moral, ético e social? Mas o que é isso para os políticos da direita? Ética, honra, verticalidade são palavras inexistentes nos seus vocabulários... houve uma guerra colonial , muitos recusaram-na, outros foram obrigados, pelos seus condicionalismos a marchar contra sua vontade, alguns morreram, outros ficaram estropiados, mas alguns por cunha dos paizinhos ficaram dispensados, é disso que se trata, sr Marcelo, de cobardice
Jorge Nascimento Fernandes: É a concentração de votos, estúpido! Domingo, depois das urnas fecharem, já é tarde para andarem a "somar" as percentagenzinhas a ver se "diminuíram" a abstenção às esquerdas. O resultado disto não é uma AR. Todos os votos «inúteis» valerão zero a seguir ZERO. Isto não é uma repetição das legislativas, com uma "segunda volta" na investidura na AR. Um candidato como o prof-comentador só se bate com promoção e concentração de votos úteis numa única candidatura forte e impulsionada por todos que ganhe dinâmica para derrotar a Direita. O eleitorado silencioso, conservador de ADN mesmo que empobrecido e humilhado, que nem sempre sai do lar ou de casa para ir votar é o último desiderato onde o professor-comentador quer ir picar (votos bastantes onde a vitória à 1ª volta poderá estar, na ausência de uma candidatura forte de oposição que tente fazer o quasi-pleno na outra parte). Parafraseando sabiamente o dr Lobo para os «seus» - tenham juízo. Ainda há umas horitas para o terem.
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| estes homens riem de quê? |
a falta de Ética: é bom que o candidato a presidente (já eleito pela imprensa antes das eleições) que será também o comandante supremo das Forças Armadas não esqueça ter usufruido de favores pelo motivo do pai desse candidato ter sido o último ministro do Ultramar do regime fascista. Isto não será injusto do ponto de vista moral, ético e social? Mas o que é isso para os políticos da direita? Ética, honra, verticalidade são palavras inexistentes nos seus vocabulários... houve uma guerra colonial , muitos recusaram-na, outros foram obrigados, pelos seus condicionalismos a marchar contra sua vontade, alguns morreram, outros ficaram estropiados, mas alguns por cunha dos paizinhos ficaram dispensados, é disso que se trata, sr Marcelo, de cobardice
Jorge Nascimento Fernandes: É a concentração de votos, estúpido! Domingo, depois das urnas fecharem, já é tarde para andarem a "somar" as percentagenzinhas a ver se "diminuíram" a abstenção às esquerdas. O resultado disto não é uma AR. Todos os votos «inúteis» valerão zero a seguir ZERO. Isto não é uma repetição das legislativas, com uma "segunda volta" na investidura na AR. Um candidato como o prof-comentador só se bate com promoção e concentração de votos úteis numa única candidatura forte e impulsionada por todos que ganhe dinâmica para derrotar a Direita. O eleitorado silencioso, conservador de ADN mesmo que empobrecido e humilhado, que nem sempre sai do lar ou de casa para ir votar é o último desiderato onde o professor-comentador quer ir picar (votos bastantes onde a vitória à 1ª volta poderá estar, na ausência de uma candidatura forte de oposição que tente fazer o quasi-pleno na outra parte). Parafraseando sabiamente o dr Lobo para os «seus» - tenham juízo. Ainda há umas horitas para o terem.
posto isto,
sexta-feira, janeiro 15, 2016
quinta-feira, janeiro 14, 2016
Marketing à portuguesa, Factos ao serviço da Alemanha
o eleitoralmente encolhido xuxa espanhol Pedro Sanchez esteve em Lisboa a receber uma aula de Costa sobre como se fabricam coligações a armar ao avesso. Ao sair afirmou peremptoriamente não aceitar qualquer coligação com o PP recusando viabilizar novo governo de Mariano Rajoy. Aldrabão. No dia seguinte Sanchez chegou a Madrid e fez um pacto secreto com Rajoy em que aceita conceder a maioria no Congresso ao Partido Popular em troca do lugar da presidência da mesa - 3 deputados para o PP e 2 para o PSOE, o que em conjunto com os 2 deputados da muleta Ciudadanos dá a Rajoy o poder de continuar a controlar o Congresso - pese o folclore nos media, as caras novas, das deputadas de Tshirt e mini-saia Working Class Heroes, as mentiras sobre influências dos grupos parlamentares (os coisinhos do Podemos), certo é que o poder de legislar e governar para os capitalistas-de-estado permanece intocável no PP como anteriormente (fonte)
domingo, janeiro 03, 2016
Como identificar Psicopatas
Estudos efectuados sobre ex-psicopatas que ascenderam a lugares de poder e desde então pretendem passar a parecer normais, revelam existir questões-chave que identificam os potenciais psicopatas ainda na fase ascendente, normalmente um individuo eleito para representar um grupo alargado de psicopatas. Para os identificar há três perguntas essenciais: ¿o tipo mente para obter o que quer? ¿acha bem manipular toda a gente para obter o que ele quer? ¿tem ataques súbitos de simpatia sem razão aparente? ¿falsifica as emoções da malta? ¿crê que é superior a todos os outros? (Quora)
Sobre a Sociologia dos Grupos de Interesses (Michel Offerlé)
A informação/comunicação é hoje em dia oferecida ao público por organizações profissionais, sociais e inclusivé de segmentos do Poder Público. São “meios de comunicação” difusores de um jornalismo corporativo mantidos e administrados por actores sociais que antigamente desempenhavam apenas o papel de fontes de informações. Estas fontes são hoje, em grande parte, verdadeiras organizações políticas. Elas actuam de forma semelhante às entidades que deveriam ser representativas mas consentiram em vender a representatividade a forças não sujeitas ao escrutínio público. O sociólogo Michel Offerlé na “Sociologie des groupes d'Intérêt” classifica e identifica esses grupos de interesse que se apresentam na esfera pública, não como produtores de informação neutra, mas desempenhando o papel de actores políticos.“o sistema capitalista não precisa de indivíduos cultos, apenas de homens formados em determinadas áreas especificas que desenvolvam o aparelho produtivo sem o questionar” (Karl Marx)
sexta-feira, janeiro 01, 2016
Debates, diz o pivô Rodrigues dos Santos na RTP, mas que raio de debates são estes?
São entrevistas à vez. As perguntas do Orelhas são direccionadas para queimar os interlocutores inconvenientes, obrigando cada um a repetir a lenga-lenga que leva já gravada numa cassete.
Queixam-se os críticos da falta de debates plurais, como nos Estados Unidos, onde 10 (ou mais) candidatos debatem em conjunto as suas capacidades de improvisar sem se embaralhar na conversa da treta para ascender ao cargo do mais alto magistrado de uma turba de ignorantes funcionais. O problema não é a quantidade de debates, mas sim a qualidade do que é dito de essencial: nada! . A confusão gerada nos EUA é um modelo de merda para que se acredite que havendo 10 candidatos há 10 politicas diferentes, o que sabemos ser mentira. Em Portugal temos o Marcelo (Bilderberg 1998) que puseram já desde há 10 anos a fazer campanha apolitica junto dos tansos espectadores de têvê O bilderberger Pinto Balsemão designa desde à 30 anos quem vai às reuniões para receber instruções para o exercicio nos cargos futuros. Este ano essa função de pivot português para o Grupo Bilderberg passa para Durão Barroso. De facto, quem manda no simulacro eleitoral são poderes ocultos não rastreados por "eleições" e ganha sempre o candidato pré-designado que melhor saiba manejar com eficácia mediática a politica alternada do pau e da cenoura. O bilderberger 2013 Coelho roubou, o bilderberger 2008 Costa estabiliza o roubo. No cargo de homem-de-palha na Presidência os EUA até tiveram um actor no cargo aquando da viragem para o Neoliberalismo, e o vice é sempre nomeado pelos poderes ocultos, nunca é eleito: no caso do Reagan o vice foi o primeiro do clã Bush.
Queixam-se os críticos da falta de debates plurais, como nos Estados Unidos, onde 10 (ou mais) candidatos debatem em conjunto as suas capacidades de improvisar sem se embaralhar na conversa da treta para ascender ao cargo do mais alto magistrado de uma turba de ignorantes funcionais. O problema não é a quantidade de debates, mas sim a qualidade do que é dito de essencial: nada! . A confusão gerada nos EUA é um modelo de merda para que se acredite que havendo 10 candidatos há 10 politicas diferentes, o que sabemos ser mentira. Em Portugal temos o Marcelo (Bilderberg 1998) que puseram já desde há 10 anos a fazer campanha apolitica junto dos tansos espectadores de têvê O bilderberger Pinto Balsemão designa desde à 30 anos quem vai às reuniões para receber instruções para o exercicio nos cargos futuros. Este ano essa função de pivot português para o Grupo Bilderberg passa para Durão Barroso. De facto, quem manda no simulacro eleitoral são poderes ocultos não rastreados por "eleições" e ganha sempre o candidato pré-designado que melhor saiba manejar com eficácia mediática a politica alternada do pau e da cenoura. O bilderberger 2013 Coelho roubou, o bilderberger 2008 Costa estabiliza o roubo. No cargo de homem-de-palha na Presidência os EUA até tiveram um actor no cargo aquando da viragem para o Neoliberalismo, e o vice é sempre nomeado pelos poderes ocultos, nunca é eleito: no caso do Reagan o vice foi o primeiro do clã Bush.
domingo, outubro 25, 2015
“Os tiranos só são grandes porque o povo está de joelhos” (La Boétie)
tirada a papel-quimico do Discurso da Servidão Voluntária" (1574) a natureza profundamente anti-democrática do Eurogrupo e (ilegalista) da União Europeia revela-se pela segunda vez, primeiro com o boicote a um governo de esquerda na Grécia, agora de novo com a não nomeação pelo lacaio-presidente de serviço dos partidos de esquerda para formar goverrno em Portugal. (via Democracia Solidária) . Como já tinha sido notado na imprensa britânica, também Jacques Sapir vem alertar para um precedente que nem os próprios portugueses estão ainda a compreender bem: “Portugal foi vítima nos últimos dias de um golpe silencioso organizado pelos lideres pró-europeus deste país [1]. Este acontecimento é particularmente grave. Ocorre lembrar a memória recente do golpe contra o governo grego gerido através de uma combinação de pressão política do Eurogrupo e pressões econômicas (e financeira) do Banco Central Europeu. Estas acções confirmam a natureza profundamente antidemocrática, não só da zona euro, mas também, deve compreender-se, da União Europeia.
Tem sido dito, e muito, nomeadamente em França e na imprensa europeia que a coligação de direita ganhou as últimas eleições portuguesas. Isso é falso. Os partidos de direita, liderados pelo primeiro-ministro M. Passos Coelho reuniram 38,5% dos votos e perderam 28 assentos no Parlamento. A maioria dos eleitores portugueses que votaram contra as mais recentes medidas de austeridade é de 50,7%. Esses eleitores focaram a sua votação na esquerda moderada (PS), mas também no Partido Comunista Português e outras formações da esquerda radical. Na verdade, o Partido Socialista Português tem 85 assentos, o Bloco de Esquerda 19 e o Partido Comunista Português 17. O que nos 230 lugares no Parlamento dá 121 lugares às forças anti-austeridade quando a maioria absoluta é 116 lugares [2]. Pode vir a ser encontrado um acordo entre os partidos de direita e o Partido Socialista. Mas este acordo não foi claramente possível pela presença desafiadora do programa de austeridade resultante do acordo entre Portugal e as instituições europeias. Esta é uma reminiscência da situação na Grécia ... Os Socialistas e o "Bloco de Esquerda" disseram claramente que o acordo deve ser revisto. Esta é a decisão em que o presidente Cavaco Silva se baseou para rejeitar a proposta apresentada para um governo de Esquerda. No entanto, a sua declaração foi mais longe. Ele disse: "Depois de todos os pesados sacrifícios feitas no contexto de um importante acordo financeiro, é meu dever e minha prerrogativa constitucional, fazer todo o possível para evitar falsos sinais a serem transmitidos às instituições e investidores financeiros internacionais. "Essa é a declaração verdadeiramente problemática. O Sr. Cavaco Silva acredita que um governo de esquerda unida pode levar a um confronto com o Eurogrupo e com a UE o que é mesmo muito provável no caso. Mas, numa República Parlamentar, como é actualmente a de Portugal, não está no poder do presidente interpretar intenções futuras para se opôr à vontade dos eleitores. Se uma coligação de esquerda e da esquerda radical tem uma maioria no Parlamento, e se mostra - foi este o caso – ter um programa de governo, ele deve ser nomeado. Qualquer outra decisão é equivalente a um acto inconstitucional, um "golpe-de-estado".
Tem sido dito, e muito, nomeadamente em França e na imprensa europeia que a coligação de direita ganhou as últimas eleições portuguesas. Isso é falso. Os partidos de direita, liderados pelo primeiro-ministro M. Passos Coelho reuniram 38,5% dos votos e perderam 28 assentos no Parlamento. A maioria dos eleitores portugueses que votaram contra as mais recentes medidas de austeridade é de 50,7%. Esses eleitores focaram a sua votação na esquerda moderada (PS), mas também no Partido Comunista Português e outras formações da esquerda radical. Na verdade, o Partido Socialista Português tem 85 assentos, o Bloco de Esquerda 19 e o Partido Comunista Português 17. O que nos 230 lugares no Parlamento dá 121 lugares às forças anti-austeridade quando a maioria absoluta é 116 lugares [2]. Pode vir a ser encontrado um acordo entre os partidos de direita e o Partido Socialista. Mas este acordo não foi claramente possível pela presença desafiadora do programa de austeridade resultante do acordo entre Portugal e as instituições europeias. Esta é uma reminiscência da situação na Grécia ... Os Socialistas e o "Bloco de Esquerda" disseram claramente que o acordo deve ser revisto. Esta é a decisão em que o presidente Cavaco Silva se baseou para rejeitar a proposta apresentada para um governo de Esquerda. No entanto, a sua declaração foi mais longe. Ele disse: "Depois de todos os pesados sacrifícios feitas no contexto de um importante acordo financeiro, é meu dever e minha prerrogativa constitucional, fazer todo o possível para evitar falsos sinais a serem transmitidos às instituições e investidores financeiros internacionais. "Essa é a declaração verdadeiramente problemática. O Sr. Cavaco Silva acredita que um governo de esquerda unida pode levar a um confronto com o Eurogrupo e com a UE o que é mesmo muito provável no caso. Mas, numa República Parlamentar, como é actualmente a de Portugal, não está no poder do presidente interpretar intenções futuras para se opôr à vontade dos eleitores. Se uma coligação de esquerda e da esquerda radical tem uma maioria no Parlamento, e se mostra - foi este o caso – ter um programa de governo, ele deve ser nomeado. Qualquer outra decisão é equivalente a um acto inconstitucional, um "golpe-de-estado".
A situação económica em Portugal
Esta "resposta positiva" do Presidente face à situação económica em Portugal, muitas vezes apresentada - erroneamente - na imprensa como um "sucesso" das políticas de austeridade, continua a ser muito precária. O défice orçamental atingiu mais de 7% em 2014 e deve ser bem acima dos exigiveis 3% este ano. A dívida pública é superior a 130% do PIB. E se a economia tem novamente algum crescimento, em 2015 ainda está ao nível de 2004. As condições de vida regrediram mais de dez anos pelas políticas de austeridade, com um desemprego extremamente alto. Na verdade, as "reformas" que têm sido impostas em troca do pacote de ajuda ao financiamento da dívida e os bancos não têm resolvido o principal problema do país. Este problema é a produtividade do trabalho que é muito baixa em Portugal, e isto por várias razões, uma força de trabalho mal preparada e investimento produtivo em grande medida insuficiente. Portugal, entre 1980 e 1990 poderia acomodar a baixa produtividade, pois poderia deixar sua moeda depreciar-se. Desde 1999 e da entrada no Euro, isso é impossível. Portanto, não é surpreendente que a produção tenha estagnado... (continua)sexta-feira, outubro 23, 2015
dá-lhe Galamba!
o problema é a existência de muitos outros que não são galambas no P"S":
"Infelizmente não vi nenhum Presidente. A exclusão de três partidos políticos com um milhão de votos - Bloco, PCP e Verdes - e o apelo à sublevação no grupo parlamentar de um partido, o PS, são inaceitáveis. Se há partidos que não podem participar em soluções de governo é melhor propor a ilegalização desses partidos. Não podemos é ter uma eleição a fingir". (RTP1, 22 de Outubro)
anda Pacheco:
"Cavaco fez uma declaração de guerra a 2 milhões e 700 mil portugueses”
o Portugal de cavaco, a doença infantil do Servilismo, ou a venda dos portugueses a pataco, já faz história na famigerada UE.
Ambrose Evans-Pritchard no The Telegraph num artigo intitulado "A Eurozona atravessou o Rubicão quando a esquerda anti-Euro portuguesa foi banida da área do Poder. Portugal entrou politicamente em águas perigosas. Pela primeira vez desde a criação da União Monetária Europeia um Estado-membro subiu explicitamente o degrau de proibir os partidos eurocépticos de ocuparem lugares no governo em nome do interesse nacional (...) assim... a democracia deve ficar em segundo lugar face ao alto imperativo das regras e da pertença à comunidade do Euro" (ler o artigo)
"Cavaco fez uma declaração de guerra a 2 milhões e 700 mil portugueses”
o Portugal de cavaco, a doença infantil do Servilismo, ou a venda dos portugueses a pataco, já faz história na famigerada UE.
Ambrose Evans-Pritchard no The Telegraph num artigo intitulado "A Eurozona atravessou o Rubicão quando a esquerda anti-Euro portuguesa foi banida da área do Poder. Portugal entrou politicamente em águas perigosas. Pela primeira vez desde a criação da União Monetária Europeia um Estado-membro subiu explicitamente o degrau de proibir os partidos eurocépticos de ocuparem lugares no governo em nome do interesse nacional (...) assim... a democracia deve ficar em segundo lugar face ao alto imperativo das regras e da pertença à comunidade do Euro" (ler o artigo)
sexta-feira, outubro 16, 2015
“... isto é tudo um putedo!”
tendo em vista o tremendo equivoco que é a "União" Europeia
Sim! Por uma questão de higiene mental, talvez fosse mais saudável passar a ver nos órgãos de comunicação social as caras dos boys do PS, e até certo ponto do PCP e do BE, do que as repelentes fúcias dos cretinos do PSD e do CDS. Mas atenção, meu querido amigo: os capitalistas conhecem bem a saturação psicológica que as caras dos seus lacaios no governo provocam nos explorados e oprimidos e, por isso, são eles próprios a recorrerem à mudança de farsantes, para poderem prolongar a farsa com maior eficácia.Quando Cavaco convoca Passos Coelho e o manda andar por aí à procura de um partido que lhe traga a maioria absoluta no Parlamento, no fundo o que Cavaco lhe pretende dizer é isso: traz caras novas, novos boys, para podermos continuar com a mesma política de terrorismo austeritário" (Arnaldo Matos, no Luta Popular)
a Direita anda desesperada com a mera hipótese de vir a formar-se um governo PS viabilizado pelo PCP e BE. Para não largar o pote tudo serve para atacar a concorrência de outros agentes do neoliberalismo. Até um editorial do histórico e ameaçador MRPP no "Luta Popular". Nunca lhe deram uma linha na campanha eleitoral ou fora dela. Agora "o Observador" do execrável José Manuel Fernandes dá-lhe honras de 1ª página. Como diz Arnaldo Matos assim obriga a campanha de todo este putedo contra a eventual viabilização de um governo, ainda assim, da falsa-esquerda. O Observador não é um jornal (mas aumentou recentemente o capital social para 3,2 milhões de euros), o Observador é um órgão militante de uma Direita enraivecida com a perda da maioria absoluta. É jornalismo de sargeta... a imagem é de hoje, e é bem demonstrativa da "expulsão" de Garcia Pereira...
terça-feira, outubro 13, 2015
que se saiba os investidores da Bolsa não elegem deputados, ou elegeram?
Mais de 60 % dos eleitores portugueses votaram por uma mudança de governo e de política de austeridade. Apesar de António Costa que aqui não há classes médias a votar em Syrizas, o certo é que mesmo assim o boicote não se fez esperar. O semanário do agente bilderberg para Portugal agita imediatamente o fantasma que “metade do país está em risco de pobreza” como se fosse uma grande novidade (gastar dinheiro com pobres é subtrair lucros aos especuladores) e no dia seguinte verifica-se uma derrocada das acções do PSI-20 com especial impacto na Banca (Millenium BCP e BPI). O recado sussurado por Cavaco é que não pode haver modificação dos programas de austeridade exigidos pelos investidores privados coordenados pelo FMI/BCE/EU. Portanto, como diz Arnaldo Matos, seja qual for o governo a ser investido por Cavaco, ele será sempre constituído pelo mesmo putedo politico que tem estado em exercício nos últimos 40 anos. Há demasiados anos que o povo português paga um preço demasiado alto pela impossibilidade dos falsos partidos de esquerda se poderem entender. Só a direita se pode entender. Segundo o “Observador”, orgão online oficial do Capital, “no caso de Costa insistir no governo de esquerda, a direita terá de exigir novas eleições em que seja dado ao povo o direito de escolher entre duas coligações, a do PSD-CDS e a do PS-PCP-BE”, esquecendo-se que se o irrelevante cds-pp se tivesse apresentado sózinho e não sob a capa da enganadora sigla “portugal à frente” os resultados seriam outros. Então quem são os donos do pasquim que recentemente aumentou o capital social para 3,2 milhões de euros?
Disse o próprio “Observador” que revela os nomes dos accionistas em nome dos princípios da transparência e do rigor. Provocadores, perderam a vergonha que nunca tiveram, um belo “sinal da nossa postura no mercado, tal como é um exemplo da forma como iremos tratar a informação". Até estão a conseguir passar o exemplo para o nóvel órgão da direita que dá pelo nome de RTP3, a juntar ao resto do suprasumo da «pluralidade» das nossas televisões e da imprensa portuguesa...
Integram a estrutura accionista do Obervador , José Manuel Fernandes, João de Castello Branco, Jorge Bleck, Filipe de Botton e Alexandre Relvas da Lusofinança e promotores do famigerado “Compromisso Portugal”, Orientempo (accionista de referência António Carrapatoso), Pedro Martinho, Ribacapital, SGPS, Lda. (accionista de referência João Talone), Tempo Calmo SGPS, S.A. (accionista de referência Filipe Simões de Almeida) e Rui Ramos. Preside ao Conselho Geral de Supervisão o ex-presidente da AR Jaime Gama. O conselho de administração tem como presidente António Carrapatoso. Accionistas de referência: Luis Amaral y Hijas Holdings S.L., António Pinto Leite, António Viana Baptista, Ardma SGPS, Atrium Investimentos, SGPS, Bar Bar Idade SGPS de Carlos Moreira da Silva, Duarte Schmidt Lino, Duarte Vasconcelos, Holdaco, SGPS cujo accionista de referência é António Champalimaud
Disse o próprio “Observador” que revela os nomes dos accionistas em nome dos princípios da transparência e do rigor. Provocadores, perderam a vergonha que nunca tiveram, um belo “sinal da nossa postura no mercado, tal como é um exemplo da forma como iremos tratar a informação". Até estão a conseguir passar o exemplo para o nóvel órgão da direita que dá pelo nome de RTP3, a juntar ao resto do suprasumo da «pluralidade» das nossas televisões e da imprensa portuguesa...
Integram a estrutura accionista do Obervador , José Manuel Fernandes, João de Castello Branco, Jorge Bleck, Filipe de Botton e Alexandre Relvas da Lusofinança e promotores do famigerado “Compromisso Portugal”, Orientempo (accionista de referência António Carrapatoso), Pedro Martinho, Ribacapital, SGPS, Lda. (accionista de referência João Talone), Tempo Calmo SGPS, S.A. (accionista de referência Filipe Simões de Almeida) e Rui Ramos. Preside ao Conselho Geral de Supervisão o ex-presidente da AR Jaime Gama. O conselho de administração tem como presidente António Carrapatoso. Accionistas de referência: Luis Amaral y Hijas Holdings S.L., António Pinto Leite, António Viana Baptista, Ardma SGPS, Atrium Investimentos, SGPS, Bar Bar Idade SGPS de Carlos Moreira da Silva, Duarte Schmidt Lino, Duarte Vasconcelos, Holdaco, SGPS cujo accionista de referência é António Champalimaud
quinta-feira, outubro 08, 2015
O Golpe de Estado de Cavaco
Na disposição legal (art.º 187.º, nº 1, da Constituição da República), regula-se o processo constitucional de formação do governo. Ninguém pode alterar os termos e passos deste processo e, muito menos, o presidente da república, que no acto de posse jurou - é certo que por sua honra, e isso ninguém sabe quanto vale – conforme o nº 3 do art.º 127 “defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa”. Por imposição constitucional, base de todo o processo democrático em regime parlamentar: ”o primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais”. Porém, sem ouvir nenhum dos partidos representados na assembleia, Cavaco chamou a Belém o agente alemão Pedro Passos Coelho, aparentemente como chefe da coligação mais votada, e encarregou-o da execução de uma tarefa que a Constituição não autoriza: “encarreguei o dr. Pedro Passos Coelho de desenvolver diligências com vista a avaliar as possibilidades de constituir uma solução governativa que assegure a estabilidade política e governativa do país”. Cavaco está pois empenhado na formação de um governo presidencial, com ele, Passos, Portas e mais a primeira prostituta que aparecer do chamado arco da governabilidade. Isto é, para todos os efeitos, um golpe-de-estado constitucional. A Constituição não autoriza a formação de governos de iniciativa presidencial". (súmula de uma reflexão de Arnaldo Matos no Luta Popular)
domingo, outubro 04, 2015
mas que degradante espectáculo é este?
averiguar em primeiro lugar se o povo português não foi alvo de mais uma fraude à semelhança das "sondagens que manipularam a opinião pública durante meses; em segundo lugar como iremos ridicularizar estes crápulas dem o nosso José Vilhena?
mesmo que com o voto se tenha conseguido impedir uma maioria absoluta em beneficio de qualquer das cliques do bloco central, a luta continua, porque os cortes, mais impostos e a desvalorização do trabalho vão continuar. Precisamente porque o FMI o exige e o Cavaco obedece, eis aí amanhã o o que ele disse e fará: um governo de bloco central, as eleições apenas decidiram quem o lidera
começou a guerreia intestina dentro do Bloco Central: "e agora? A receita de Passos e Portas é esta…
mesmo que com o voto se tenha conseguido impedir uma maioria absoluta em beneficio de qualquer das cliques do bloco central, a luta continua, porque os cortes, mais impostos e a desvalorização do trabalho vão continuar. Precisamente porque o FMI o exige e o Cavaco obedece, eis aí amanhã o o que ele disse e fará: um governo de bloco central, as eleições apenas decidiram quem o lidera
começou a guerreia intestina dentro do Bloco Central: "e agora? A receita de Passos e Portas é esta…
segunda-feira, setembro 14, 2015
afinal quem é que chamou a Troika?
Quando o PEC4 de Sócrates foi chumbado no Parlamento, Cavaco Silva nomeou um representante do seu partido - o PSD - às negociações para a ajuda externa pedida como esmola ao FMI/BCE/UE. Quando agora os aldrabões deste governo usam os "beneficios da Troika" como arma de arremesso contra o não menos mau governo anterior, nada melhor que o Eduardo (Cavaco) Catroga para explicar quem assinou o Memorando e qual dos dois grupos de parasitas beneficiou mais com a Troika
24 horas depois, Passos Coelho dá o dito pelo não dito sobre a subscrição pública para "ajudar" os lesados do BES, que afinal não contam com a ajuda do mesmo Passos Coelho (ver video)
"Deixem-se de merdas e contem a verdade aos portugueses: a Direita esteve em todas as intervenções do FMI" (blogue Aventar)
24 horas depois, Passos Coelho dá o dito pelo não dito sobre a subscrição pública para "ajudar" os lesados do BES, que afinal não contam com a ajuda do mesmo Passos Coelho (ver video)
"Deixem-se de merdas e contem a verdade aos portugueses: a Direita esteve em todas as intervenções do FMI" (blogue Aventar)
quarta-feira, maio 27, 2015
as Eleições Municipais em Espanha
Na hecatombe eleitoral o partido de Aznar perdeu 2,5 milhões de votos, passando de 37% para 27% de votos e de 26.000 municipios para 22.000. Subsistir ainda tanto lugar de poder entregue a facinoras económicos é uma derrota para os povos ibéricos de expressão espanhola que vêem os corruptos do PP continuar na linha da frente dos governos autárquicos (46,69% em Madrid), e uma vitória parcial porque vê o PSOE tornar-se insignificante e quase desaparecer do mapa. Entretanto, a argumentação do Partido Popular está empenhada em recordar ao povo que são o partido mais votado, que a economia vai bem, no melhor dos mundos… enquanto por detrás deste discurso se desmorona o edificio de mentiras e as pessoas se iludem com promessas de futuro sem a máfia ao serviço dos mercados.
Contra os grandes partidos, há uma revolução sem teoria revolucionária, com a emergência de uma miríade de movimentos sociais, coligações, plataformas precarizadas contra a herança neoliberal.
Ada Colau, uma activista ex-portavoz da "Plataforma de Afectados por la Hipoteca" contra os despejos, sempre a contas com a policia de choque, foi eleita presidente da Câmara de Barcelona liderando a coligação “Barcelona en Comú”, que é uma plataforma de cidadãos e dos pequenos partidos “Iniciativa per Catalunya Verds”, “Esquerra Unida i Alternativa”, “Equo”, “Procés Constituent” e “Podemos”. Todos almejam a independência “total” da Cataluña dos bancos, da troika das élites políticas e económicas. Colau denunciou de imediato as "reuniões extraordinarias de última hora" do governo cessante da CiU para adjudicar contratos "de favor" que comprometeriam os orçamentos seguintes.
Manuela Carmena Castrillo à frente da coligação “Ahora Madrid” sucede a Ana Botella no governo da cidade. Carmena é uma advogada que se notabilizou no combate contra os subornos pagos aos agentes do poder judicial. Mas a mulher de Aznar deixa bem atados em reuniões de última hora os contratos no valor de 3.500 milhões de euros adjudicados a um reduzido números de empresas ligadas ao PP, a maioria construtores civis, contratos com prazos que chegam a 12 anos, isto é, por três legislaturas os impostos dos cidadãos são encaminhados para os bolsos de gente corrupta contra a qual os agora eleitos mais não poderão fazer que guerras jurídicas.
Contra os grandes partidos, há uma revolução sem teoria revolucionária, com a emergência de uma miríade de movimentos sociais, coligações, plataformas precarizadas contra a herança neoliberal.
Ada Colau, uma activista ex-portavoz da "Plataforma de Afectados por la Hipoteca" contra os despejos, sempre a contas com a policia de choque, foi eleita presidente da Câmara de Barcelona liderando a coligação “Barcelona en Comú”, que é uma plataforma de cidadãos e dos pequenos partidos “Iniciativa per Catalunya Verds”, “Esquerra Unida i Alternativa”, “Equo”, “Procés Constituent” e “Podemos”. Todos almejam a independência “total” da Cataluña dos bancos, da troika das élites políticas e económicas. Colau denunciou de imediato as "reuniões extraordinarias de última hora" do governo cessante da CiU para adjudicar contratos "de favor" que comprometeriam os orçamentos seguintes.
Manuela Carmena Castrillo à frente da coligação “Ahora Madrid” sucede a Ana Botella no governo da cidade. Carmena é uma advogada que se notabilizou no combate contra os subornos pagos aos agentes do poder judicial. Mas a mulher de Aznar deixa bem atados em reuniões de última hora os contratos no valor de 3.500 milhões de euros adjudicados a um reduzido números de empresas ligadas ao PP, a maioria construtores civis, contratos com prazos que chegam a 12 anos, isto é, por três legislaturas os impostos dos cidadãos são encaminhados para os bolsos de gente corrupta contra a qual os agora eleitos mais não poderão fazer que guerras jurídicas.
domingo, novembro 16, 2014
graças a Dilma Rousseff o Brasil mantêm-se no bom caminho Neoliberal
a Presidente re-eleita adoptou medidas propostas pela oposição durante a campanha. Para satisfazer a sua ala de apoiantes esquerdistas do Partido dos Trabalhadores, Rousseff classificou os membros do partido de oposição PSDB conhecidos como tucanos e o seu candidato presidencial pró-negócios Aécio Neves como "banqueiros sanguessugas": "Esses tucanos da ortodoxia económica... querem uma inflação galopante para poderem cobrar ainda mais juros" disse ela numa audiência no Recife, na cidade mais pobre do nordeste do Brasil, região cujo apoio garantiu a sua estreita vantagem de 3 pontos percentuais na vitória na eleição em 26 de Outubro (...) hoje, graças aos governos do PT o Brasil tem as taxas de juros mais baixas da sua história", disse ela durante outro comicio. No entanto, três dias depois de sua vitória na eleição, o Banco Central do Brasil fez exatamente o que o Sr. Aécio Neves tinha vindo a defender - e aumentou as taxas de juros para o maior nível em três anos para controlar a inflação que está acima do tecto oficial alvo de 6,5 por cento". De facto, desde a eleição Dilma Rousseff, discretamente, começou a implementar várias medidas da candidatura de Aécio Neves para tentar re-equilibrar a estagnada economia do Brasil. A sua postura tem sido alvo de piadas no Facebook de que se de facto não teria sido Aécio quem ganhou a eleição. A única diferença é que a versão Dilma das políticas dos tucanos carecem de zelo reformista do seu rival. Ainda. (Financial Times)
domingo, setembro 28, 2014
A forma corrente do capitalismo continuamente em degradação que temos actualmente...
... acabou com o conceito de bem e de mal. Apenas reconhece o que dá lucro e o que se pode fazer com esse lucro por forma a que com ele se possam acumular mais lucros. E então quando os capitalistas têm os governos, oposições, os media, as forças armadas e as policias no seu rol de pagamentos, não há muita coisa digna que possa ser visto
primeiro embuste: em Portugal não existem eleições para primeiro ministro. Existem eleições para deputados à Assembleia da República e é destes representantes eleitos para o orgão Legislativo que sai o governo como orgão Executivo das leis ali aprovadas. A eleição interna num partido politico a candidato a primeiro ministro, à moda dos Estados Unidos, é uma subversão do processo democrático, um simulacro que pretendeespalhar a ilusão que há uma escolha alargada do povo simpatizante que passa a ter uma maior participação não se sabe bem em quê; segundo embuste: não se sabe em quê porque qualquer dos dois primários não apresentou qualquer programa politico concreto; terceiro embuste: António Costa, caso seja eleito nas Legislativas em 2015, fará sempre acordos de governação à direita, em nome da estabilidade do regime, quer com o partido do Portas se ficar em minoria, quer com o PSD com outra cara na liderança se obtiver maioria. Em nome da sacrossanta submissão à estabilidade da Dívida
primeiro embuste: em Portugal não existem eleições para primeiro ministro. Existem eleições para deputados à Assembleia da República e é destes representantes eleitos para o orgão Legislativo que sai o governo como orgão Executivo das leis ali aprovadas. A eleição interna num partido politico a candidato a primeiro ministro, à moda dos Estados Unidos, é uma subversão do processo democrático, um simulacro que pretende
sexta-feira, setembro 05, 2014
contribuintes pagam serviço público que faz fretes às máquinas de poder dos dois partidos únicos
A empresa pública de Rádio-Televisão pagou 6,2 milhões de euros de renda pelo uso da rede de emissão de sinal à Portugal-Telecom, um consórcio de accionistas estrangeiros; a RTP gastou no último exercicio 839 mil euros em estudos de audiências,, 1,2 milhões em serviços externos de informática e advocacia,,, e apenas 947 mil euros naquilo que seria suposto ser o principal objecto da actividade da empresa, hellas, a programação. No total a RTP em 2013 gastou 3,7 mil milhões de euros.
A avaliar por este exemplo, igual ou pior se passa nos dois outros canais de televisão privados na sua feroz concorrência por mexerico-mixórdias que lhe garantam audiometrias mais favoráveis. Só empresas de medição de audiências existem 4 em Portugal (Marktest, Gfk, Meo e Nos). Para os donos do negócio de TV as audiometrias são consideradas a moeda que estrutura a exploração comercial, o tempo de visão das mercadorias para venda, as receitas dos anunciantes. Entre os mais importantes clientes estão, como é óbvio, as agências de comunicação do governo e as máquinas de propaganda dos partidos do status. E assim sendo, o que paga o contribuinte pelo seu serviço público de informação televisiva?... para além da prioridade ao futebol, aos fait-divers, telenovelas e tudo que possa contribuir positivamente para a estupidificação e viciação dos destinatários das emissões rádio-eléctricas ao assimilarem a oferta de produtos fora de prazo, o telespectador paga sobretudo para ser ludibriado - dois exemplos:
1. na guerra dos Antónios em curso no Partido dito Socialista a RTP&Companhia vão facultar por sua opção tempo de antena em três debates sobre uma questão que apenas deveria dizer respeito às congeminações internas daquela agremiação politica. Esta é a mesma RTP (aliada às outras 2 cadeias de TV) que censurou ferozmente o acesso aos debates ao MRPP na última campanha eleitoral, em igualdade de circunstâncias com todas as candidaturas conforme a lei determina.
2. a deputada Ana Gomes numa comissão parlamentar de inquérito faz graves acusações de corrupção ao actual vice1º- ministro de Estado e ao actual presidente da Comissão Europeia – a RTP não encontra melhor forma de contornar a denúncia senão dar espaço para a leitura de 6 linhas apontando a Ana Gomes o ter incorrido em ínfimos erros factuais. E isso apaga o escândalo dos submarinos protagonizado por Portas e Barroso?
3. O fato bege de Obama
A avaliar por este exemplo, igual ou pior se passa nos dois outros canais de televisão privados na sua feroz concorrência por mexerico-mixórdias que lhe garantam audiometrias mais favoráveis. Só empresas de medição de audiências existem 4 em Portugal (Marktest, Gfk, Meo e Nos). Para os donos do negócio de TV as audiometrias são consideradas a moeda que estrutura a exploração comercial, o tempo de visão das mercadorias para venda, as receitas dos anunciantes. Entre os mais importantes clientes estão, como é óbvio, as agências de comunicação do governo e as máquinas de propaganda dos partidos do status. E assim sendo, o que paga o contribuinte pelo seu serviço público de informação televisiva?... para além da prioridade ao futebol, aos fait-divers, telenovelas e tudo que possa contribuir positivamente para a estupidificação e viciação dos destinatários das emissões rádio-eléctricas ao assimilarem a oferta de produtos fora de prazo, o telespectador paga sobretudo para ser ludibriado - dois exemplos:
| nas autárquicas 2013 não houve debates |
2. a deputada Ana Gomes numa comissão parlamentar de inquérito faz graves acusações de corrupção ao actual vice1º- ministro de Estado e ao actual presidente da Comissão Europeia – a RTP não encontra melhor forma de contornar a denúncia senão dar espaço para a leitura de 6 linhas apontando a Ana Gomes o ter incorrido em ínfimos erros factuais. E isso apaga o escândalo dos submarinos protagonizado por Portas e Barroso?
3. O fato bege de Obama
terça-feira, julho 29, 2014
enganem-nos, que há malta que parece gostar
"A dívida pública é o nó górdio de toda a politica portuguesa actual! Não há um único português que não saiba, principalmente nestes últimos três anos de Tróica, que toda a nossa vida económica, política, social, cultural e familiar tem estado totalmente dependente da dívida pública. A atitude face à dívida soberana define o presente e o futuro de Portugal. Algumas pessoas, em especial da classe média, estariam com certeza à espera que, nesta luta de galos pelo poleiro do PS, os dois galifões restringissem toda a discussão ao único tema importante da situação política e económica portuguesa: a atitude face à dívida (Luta Popular)
António Costa elaborou um Programa para Governar Portugal para Próxima Década... mas esse "programa" não contém uma linha que seja nem sobre o Défice nem sobre a Dívida pública
Seguro viu furo e opinou: "Temos de ter uma solução para a dívida, de modo a que a nossa economia possa crescer e que se aliviem os sacrificios sobre os portugueses". Como o iria fazer (se paga, se prolonga o prazo reestruturando, ou se recusa o pagamento de uma dívida que é odiosa), é quem não diz nem que chovam picaretas falantes... mas conclui chutando para canto: "É impensável que António Costa não tenha uma resposta concreta para um dos problemas que o nosso país tem, que é o da dívida pública". Quem o ouvir falar parece que ele tem...
quarta-feira, junho 18, 2014
Sócrates, Seguro, Costa e Soares, todos por um na urgência de conservar a todo o custo o Socialismo dentro da gaveta
"O costume português é deixar-se tudo em palavras mas palavras que são bolas de sabão deitadas ao ar para distrair pequeninos de seis anos" (Florbela Espanca)
No passado dia 13 de Maio o canal de televisão holandês Netherland2 emitiu uma reportagem de 29 minutos intitulada «Dinheiro Secreto Americano para os Socialistas em Portugal» onde se revelam documentos inéditos sobre o financiamento ao PS para actividades contra-revolucionárias na contenção das lutas populares no pós-25 de Abril. Partido dito Socialista cuja natureza de subjugação ao imperialismo ficou aliás bem expressa ao ser fundado na Alemanha, sob protecção da Fundação Friedrich Ebert, uma instituição próxima dos EUA que perpetuou a gestão dos fundos financeiros do Plano Marshall para além do seu anunciado termo oficial. Como é sabido, na época que precedeu o 25 de Novembro o diálogo de Soares foi com o colaborador da CIA Frank Carlucci. São da CIA os documentos agora tornados públicos.
Mário Soares tem um mestrado irrevogável nessa arte. Na eleição que reinvestiu Cavaco em 2011 Soares apresentou-se do alto da sua provecta idade contra a outra metade do P"S" liderada por Manuel Alegre. E para que não houvesse dúvidas na designação de Cavaco para continuar a fazer o que anda a fazer, ainda arranjaram o "apolítico" Fernando Nobre para "partir" o que restasse da massa não votante em Cavaco, por forma a garantir que o programa neoliberal de dependência aos investidores financeiros estrangeiros é para cumprir. Cavaco foi reinvestido "à rasquinha" com 50,5% dos votos expressos. Curioso é Soares vir imediatamente a seguir para os jornais regozijar-se de quão bem lhe correu a operação...
Na actual peça de teatro em representação no "universo socialista", cujo guião é converter o P"S" numa mera componente do Bloco Central relativizando a ousadia de uma qualquer acção autónoma transviada de alguma facção que se revele, Mario Soares continua activo, tomando partido pela almejada liderança que já vem de longe pela qual os banqueiros há muito almejam: “O maior erro de Seguro foi não ouvir os socialistas que não o bajulassem". Como se na disputa Costa versus Seguro existisse alguma diferença de programas políticos entre os dois
"Nas últimas europeias o P"S" reduziu a sua base eleitoral obtendo apenas 1.033.000 votos dos 9.650.000 eleitores inscritos - ou seja 10,7% - como consequência das suas politicas anti-laborais e anti-sociais em governos anteriores, do seu posicionamento em relação ao "memorando" da Tróika imperialista que discutiu e assinou, o apoio dado ao primeiro programa do governo PS"D"/C"D"S e aos acordos estabelecidos em sede de "concertação social" por via da UGT e sua aprovação parlamentar, bem como ainda o seu compromisso com o famigerado Tratado Orçamental Europeu que obriga a reduzir o défice público para 0,5%, que a ser imposto como deseja a burguesia, implica mais austeridade, desemprego, pobreza e fome" (contas feitas in "A Chispa")
Ao que se faz constar, 60% de inquiridos não se sabe bem onde, preferem Costa na liderança (ou seja, o regresso de muito do que foi Sócrates). Mesmo que o método de escolha venha a ser à norte-americana - todos os simpatizantes, desde que assinem um compromisso de honra onde se declaram socialistas (lol), votam nas duas únicas opções disponíveis e não chateiam - o universo dos votantes seria na melhor das hipóteses de 60% de um milhão de almas. Nas hostes da tropa fandanga do PSD/CDS os índices de "participação" são ainda menores. Concluindo, considerando a habitual abstenção de malta que se está a marimbar para quem seja o líder do PS, contando as cabeças dos que comparecem embrutecidos 24 sobre 24 horas por propaganda alienante, apenas cerca de 300 mil pessoas (*) determinam "a opção de governo" para 10 milhões de pessoas. É esta "a democracia representativa" que nos impingem. Ou não tivesse Mário Soares afirmado em 2008 que "seria uma tragédia se Obama não ganhasse as eleições". Pois seria, não foi?
* errata:
o número previsível de votantes xuxas não deve ultrapassar os 100 mil
No passado dia 13 de Maio o canal de televisão holandês Netherland2 emitiu uma reportagem de 29 minutos intitulada «Dinheiro Secreto Americano para os Socialistas em Portugal» onde se revelam documentos inéditos sobre o financiamento ao PS para actividades contra-revolucionárias na contenção das lutas populares no pós-25 de Abril. Partido dito Socialista cuja natureza de subjugação ao imperialismo ficou aliás bem expressa ao ser fundado na Alemanha, sob protecção da Fundação Friedrich Ebert, uma instituição próxima dos EUA que perpetuou a gestão dos fundos financeiros do Plano Marshall para além do seu anunciado termo oficial. Como é sabido, na época que precedeu o 25 de Novembro o diálogo de Soares foi com o colaborador da CIA Frank Carlucci. São da CIA os documentos agora tornados públicos.
o socialismo anti-republicano speedy-Gonzalez
revela-se no longo prazo
Ao fim de todos estes anos de alternância governativa já não devia ser dificil compreender a Arte de fragmentar o eleitorado na democracia burguesa para obter resultados como pretexto para fins inconfessáveis. Se no universo da Direita (neo-conservadora) dos negócios liberais, a colaboração em esquemas antidemocráticos não será de estranhar, já para os adeptos da autodenominada Esquerda liberal dos negócios neoconservadores esse esquema não tem nada de estranho, estão habituados.Mário Soares tem um mestrado irrevogável nessa arte. Na eleição que reinvestiu Cavaco em 2011 Soares apresentou-se do alto da sua provecta idade contra a outra metade do P"S" liderada por Manuel Alegre. E para que não houvesse dúvidas na designação de Cavaco para continuar a fazer o que anda a fazer, ainda arranjaram o "apolítico" Fernando Nobre para "partir" o que restasse da massa não votante em Cavaco, por forma a garantir que o programa neoliberal de dependência aos investidores financeiros estrangeiros é para cumprir. Cavaco foi reinvestido "à rasquinha" com 50,5% dos votos expressos. Curioso é Soares vir imediatamente a seguir para os jornais regozijar-se de quão bem lhe correu a operação...
Na actual peça de teatro em representação no "universo socialista", cujo guião é converter o P"S" numa mera componente do Bloco Central relativizando a ousadia de uma qualquer acção autónoma transviada de alguma facção que se revele, Mario Soares continua activo, tomando partido pela almejada liderança que já vem de longe pela qual os banqueiros há muito almejam: “O maior erro de Seguro foi não ouvir os socialistas que não o bajulassem". Como se na disputa Costa versus Seguro existisse alguma diferença de programas políticos entre os dois
"Nas últimas europeias o P"S" reduziu a sua base eleitoral obtendo apenas 1.033.000 votos dos 9.650.000 eleitores inscritos - ou seja 10,7% - como consequência das suas politicas anti-laborais e anti-sociais em governos anteriores, do seu posicionamento em relação ao "memorando" da Tróika imperialista que discutiu e assinou, o apoio dado ao primeiro programa do governo PS"D"/C"D"S e aos acordos estabelecidos em sede de "concertação social" por via da UGT e sua aprovação parlamentar, bem como ainda o seu compromisso com o famigerado Tratado Orçamental Europeu que obriga a reduzir o défice público para 0,5%, que a ser imposto como deseja a burguesia, implica mais austeridade, desemprego, pobreza e fome" (contas feitas in "A Chispa")
Ao que se faz constar, 60% de inquiridos não se sabe bem onde, preferem Costa na liderança (ou seja, o regresso de muito do que foi Sócrates). Mesmo que o método de escolha venha a ser à norte-americana - todos os simpatizantes, desde que assinem um compromisso de honra onde se declaram socialistas (lol), votam nas duas únicas opções disponíveis e não chateiam - o universo dos votantes seria na melhor das hipóteses de 60% de um milhão de almas. Nas hostes da tropa fandanga do PSD/CDS os índices de "participação" são ainda menores. Concluindo, considerando a habitual abstenção de malta que se está a marimbar para quem seja o líder do PS, contando as cabeças dos que comparecem embrutecidos 24 sobre 24 horas por propaganda alienante, apenas cerca de 300 mil pessoas (*) determinam "a opção de governo" para 10 milhões de pessoas. É esta "a democracia representativa" que nos impingem. Ou não tivesse Mário Soares afirmado em 2008 que "seria uma tragédia se Obama não ganhasse as eleições". Pois seria, não foi?
* errata:
o número previsível de votantes xuxas não deve ultrapassar os 100 mil
quinta-feira, maio 29, 2014
66% dos eleitores fizeram gazeta aos partidos que vivem das urnas. ´"Qual é o limite de participação para conferir legitimidade democrática às eleições?"
a Constituição da República diz que qualquer acto eleitoral que registe menos de 20 por cento dos eleitores inscritos não tem validade, tendo de ser repetido - senão lá se vai o ar de democracia que lhe dão
"Seguro melhor amigo de Coelho" - Como é que se finge pôr termo a esta bela amizade? talvez com António Costa como melhor amigo de Rui Rio?? (outro bilderberger)
Como é que se finge pôr termo a esta bela amizade? talvez com António Costa como melhor amigo de Rui Rio? A questão é posta por João Maria de Freitas-Branco, no artigo do Público de 27 de Maio pp 44:
"Quando é que se faz o urgente? será que o tão evidente quão extraordinário consenso alargado hoje existente em torno de três ou quatro grandes questões não chega? Quando é que as mentes mais lúcidas, mais racionalmente críticas e modernas da esquerda e do centro esquerda - da área socialista, comunista, social-democrata, democrata-cristã - se sentam à mesa para, em conjunto, cozinharem o núcleo de um programa de acção governativa que salve o país da violenta imoralidade da politica "austecida"? E, existindo esse documento que materialize uma convergência já há muito latente, não será fácil encontrar duas figuras razoavelmente consensuais para se apresentarem como os dignos estadistas que agora tanto nos faltam - um digno Presidente da República e um digno primeiro-ministro? Alguém me pode responder?" (ler aqui)
Com todo o gosto, caríssimo Filósofo, com uma nota prévia: sem considerar a luta de classes não há solução. As estruturas do poder neoliberal estão desenhadas para não haver alternativa fora do Bloco Central de interesses instalados a favor das corporações. Analisando o existente: o governo Coelho-Portas esticou a corda até onde pôde, mas está esgotado. A burguesia precisa urgentemente que o P"S" seja eleito para estabilizar esta fase do assalto. Neste contexto, tanto Seguro como Costa foram os 2 convidados ao grupo Bilderberg (que tutela na sombra as grandes linhas de acção dos governos). O que pode ter acontecido é Seguro ter sido "eleito" para aguentar os cavalos sem grandes ondas, e, missão cumprida, já não precisam de um boneco como ele e descartam-no. Então venha o Dr. António Costa, que dá mais garantias de aguentar a fase seguinte (cuja politica será complementar da anterior. Costa não exige a demissão imediata do governo. Costa é bem capaz, se e quando lá chegar, aceitar um governo de coligação com o partido de Paulo Portas, outro bilderberger.
a solução para uma "saída limpa" da crise passa por um programa com três pontos essenciais:
"Seguro melhor amigo de Coelho" - Como é que se finge pôr termo a esta bela amizade? talvez com António Costa como melhor amigo de Rui Rio?? (outro bilderberger)
Como é que se finge pôr termo a esta bela amizade? talvez com António Costa como melhor amigo de Rui Rio? A questão é posta por João Maria de Freitas-Branco, no artigo do Público de 27 de Maio pp 44:
"Quando é que se faz o urgente? será que o tão evidente quão extraordinário consenso alargado hoje existente em torno de três ou quatro grandes questões não chega? Quando é que as mentes mais lúcidas, mais racionalmente críticas e modernas da esquerda e do centro esquerda - da área socialista, comunista, social-democrata, democrata-cristã - se sentam à mesa para, em conjunto, cozinharem o núcleo de um programa de acção governativa que salve o país da violenta imoralidade da politica "austecida"? E, existindo esse documento que materialize uma convergência já há muito latente, não será fácil encontrar duas figuras razoavelmente consensuais para se apresentarem como os dignos estadistas que agora tanto nos faltam - um digno Presidente da República e um digno primeiro-ministro? Alguém me pode responder?" (ler aqui)
| já me ando a mexer |
a solução para uma "saída limpa" da crise passa por um programa com três pontos essenciais:
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