Uma simples mistificação dos economistas da escola neoliberal norte-americana, fazendo tábua rasa da distinção entre o Valor de Uso e o Valor de Troca das mercadorias de Karl Marx em “O Capital” moldou o mundo do pós-guerra tal e qual o conhecemos. Neste sentido, só o Presente é nosso, não o momento passado nem aquele que aguardamos, porque um está destruido, e do outro, se não lutarmos, não sabemos se existirá.
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sábado, março 07, 2015
Monsieur Lapin, die Reichen Clown, falando com conhecimento de causa
entretanto, a petição para a "Demissão imediata do Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho" já ultrapassou largamente o número de assinaturas necessárias (venha daí mais uma) para ser presente ao que costumava ser na era proto-cavaquista a Assembleia da República. Veremos o que acontece. A avaliar pela qualidade da "oposição" colaboracionista o mais certo é Monsieur Lapin contar com o seu apoio tácito e ser reeleito.
quinta-feira, fevereiro 05, 2015
se beber não vá para ministro
Mais uma pérola da democracia representativa e um exemplo de regateiros da feira da ladra em que se tornou este governo (1). Mais uma acutilante intervenção da deputada Mariana Mortágua, desmascarando este fanfarrão em particular, que tem um verniz fino...que estala como pipoca quando é confrontado com a realidade.
Relacionado.
1 - O medicamento para a hepatite C, Sofosbuvir, que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, diz que está a negociar é da responsabilidade da empresa norte-americana Gilead Sciences.
2 - A Gilead Sciences é a mesma empresa que detinha a patente do célebre Tamiflu, aquele medicamento para o combate contra a Gripe das Aves e que causou grande polémica quando se soube das ligações entre esta empresa e o ex-secretário de Estado Donald Rumsfeld.
3 - No ano passado, Paulo Macedo foi um dos convidados do encontro do Grupo Bilderberg, onde se reúnem políticos e donos de multinacionais e se definem as politicas globais - que são depois papagueadas pelos montes de trampa do governo. Conclusão meramente especulativa: isto vai acabar mal para o utente e para o contribuinte. (da página do Frederico Duarte Carvalho)
Relacionado.
1 - O medicamento para a hepatite C, Sofosbuvir, que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, diz que está a negociar é da responsabilidade da empresa norte-americana Gilead Sciences.
2 - A Gilead Sciences é a mesma empresa que detinha a patente do célebre Tamiflu, aquele medicamento para o combate contra a Gripe das Aves e que causou grande polémica quando se soube das ligações entre esta empresa e o ex-secretário de Estado Donald Rumsfeld.
3 - No ano passado, Paulo Macedo foi um dos convidados do encontro do Grupo Bilderberg, onde se reúnem políticos e donos de multinacionais e se definem as politicas globais - que são depois papagueadas pelos montes de trampa do governo. Conclusão meramente especulativa: isto vai acabar mal para o utente e para o contribuinte. (da página do Frederico Duarte Carvalho)
quarta-feira, setembro 03, 2014
Ana Gomes, pau para toda a colher
Por um lado a militante-actriz no papel de socialista Ana Gomes sente-se escandalizada por "haver alemães condenados na Alemanha por corromperem pessoas em Portugal no quadro deste contrato de aquisição de submarinos e em Portugal não se saber quem são os corrompidos" e clama para que Durão Barroso seja chamado como primeiro ministro responsável de então a prestar declarações na Comissão Parlamentar de Inquérito chefiada pelo CDS, antes que a coisa prescreva;
num ponto Barroso entalado, noutro ponto Barroso apoiado:
Ana Gomes declarou a propósito da suposta intervenção de nacionais russos anti-nazis nas Repúblicas Populares do leste da Ucrânia, que as sanções da Europa à Rússia só pecam por tardias. Ana Gomes repete a sua posição pró-imperialista euro-estadounidense como no caso da Libia e da Siria. O que, contando com o aopio da "esquerdinha nacional" deixa Durão Barroso assanhadamente aguerrido, a ponto de citar o presidente da Rússia por supostamente lhe ter declarado nas fuças que caso o pretendesse tomava Kiev em duas semanas. O conselheiro de Putin, Juri Uschakow, acusa o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, de ter citado Putin fora de contexto, quando se referiu a uma conversa telefónica entre ambos em que o presidente russo disse que poderia tomar Kiev em duas semanas. O processo, disse Uschakow, não está ao "nível de uma personalidade política séria" (fonte) e por osmose, também não está ao nivel da Ana Gomes...
Os invasores de quem ninguém fala:
Veteranos norte-americanos da Intelligence Professionals for Sanity (VIPS) escreveram a Angela Merkel dizendo-lhe que as informações da NATO sobre invasão da Ucrânia pela Rússia não são confiáveis.
a ana Gomes apoia o Baroso?
actual governo português (PSD/CDS) é visto como um dos mais corruptos do mundo
actual governo português (PSD/CDS) é visto como um dos mais corruptos do mundo
o FMI entra na guerra a favor dos nazis da Ucrânia. O Fundo Monetário Internacional acaba de aprovar um empréstimo de 17 mil milhões de dólares ao governo de Kiev, devendo a primeira tranche de 3,2 mil milhões chegar hoje quarta-feira.
segunda-feira, maio 26, 2014
a grande surpresa da noite...
"Não legitimem a Corrupção, não votem em Corruptos. Não participem na farsa das eleições. Usem o "não voto" para refundar a democracia" (citando Marinho e Pinto, ex-bastionário da Ordem dos Advogados e habitué nos show-offs das televisões)
Em suma, esta é a hipocrisia e a incoerência dos arrivistas recém chegados à procura de protagonismo político e que não têm vergonha de dizer uma coisa e fazer outra, consoante a norma tradicional do Poder: dar o dito por não dito. Nem é preciso comentar isto politicamente... basta dar guita ao papagaio
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nova promoção especial, populismo, é entrar senhores, é entrar!
66 por cento dos eleitores inscritos não votaram, para não terem chatices. Obviamente, o sistema faz as contas aos restantes 34 por cento que compareceram e toda a gente cada um para seu lado clama vitória disto e daquilo. Aprofundando as contas, os deputados dos dois partidos juntos do Bloco Central foram eleitos com 20,5 por cento dos votos contados, a menor percentagem de sempre.
quarta-feira, maio 21, 2014
sobre programas concretos sobre o que vão fazer com os votos no dia seguinte... nicles
Virus xuxialistas, nazis que ameaçam exterminar candidatos, as eternas peixeiras, mestres de ilusionismo, Coelhos tirados da cartola, todos à rasca porque ninguém lhes liga pêva, Portas que se fecham sobre os mercados e um xico-esperto que para variar sai do armário como o "Senhor Bacalhau"
ampliar
Porque este é um tema considerado fulcral, aqui fica para informação e esclarecimento sobre o corte radical com a politica dos partidos troikistas: aos quais se contrapõe a proposta "SAIR DO EURO" - não confundir com saída da UE (via Sandra Vinagre):
PSD-CDS - Discorda totalmente
PS - Discorda totalmente
LIVRE (Rui Tavares) - Discorda totalmente
PAN - Discorda (mas não totalmente)
MPT - Discorda (mas não totalmente)
BE - Discorda (mas não totalmente)
PCP - Concorda (mas não totalmente)
MRPP - Concorda totalmente
segunda-feira, maio 12, 2014
da decadência
e por esta merda se regem os degenerados costumes dos decadentes europeus, enquanto estupidamente consentem em que se rotule de "terrorista" quem tem um comportamento normal
"Allah amaldiçoou os Homens que imitam as mulheres, e amaldiçoou as Mulheres que imitam os homens" (al-Bukhari filósofo persa autor da compilação de "hadiths" sunitas)
e para que não subsistam dúvidas sobre a operação de marketing destinada ao nicho homo, o nome da gaja pode traduzir-se do austríaco por "Conchita Salsicha", uma saudosa inversão da nossa patricia "Catherine Deneuve" com performances notáveis nos bois de bologne por essa Gayeuropa afora
"Allah amaldiçoou os Homens que imitam as mulheres, e amaldiçoou as Mulheres que imitam os homens" (al-Bukhari filósofo persa autor da compilação de "hadiths" sunitas)
e para que não subsistam dúvidas sobre a operação de marketing destinada ao nicho homo, o nome da gaja pode traduzir-se do austríaco por "Conchita Salsicha", uma saudosa inversão da nossa patricia "Catherine Deneuve" com performances notáveis nos bois de bologne por essa Gayeuropa afora
para aprofundar o tema da decência numa sociedade não degenerada
quarta-feira, abril 16, 2014
o "impulso jornalistico" na conversa em familia
A entrevista de Passos Coelho ao "jornalista" Gomes Ferreira foi uma conversa entre dois bons amigos, além do mais, ensaiada previamente durante toda a tarde entre os dois para tele-parvalhões assimilarem duas opiniões privadas que por decência nunca deveriam ter sido tornadas públicas. Ainda assim houve um "descuido": o assalariado do Balsemão para a área económico-financeira distraiu-se e sobre o programa de austeridade perguntou ao convidado do Bilderberg "porque não tinha ido mais longe?" e passado momentos insistiu na pergunta - o outro franziu o sobrolho, como quem diz: "isso não estava combinado", o que levou o "jornalista" a sentir falta de força nas pernas, obrigando-o a titubiar frouxamente: "Desculpe, foi um impulso jornalistico". Ora, "quando um jornalista pede desculpa por fazer jornalismo, está tudo dito" - o Rui Tavares explica o equivoco
segunda-feira, abril 14, 2014
o abominável "comunismo" dos neves
Com toda a gente embevecida a curtir o Abril dos capitães que foram a correr buscar o Spínola para simbolo do "respeitinho é muito bonito" para a hierarquia-militar-fazer-uma-aliança-com-o-povo;
no paradigma daí derivado os respeitadores partidos parlamentares hoje apresentam e a comunicação social veicula, programas onde por exemplo na situação mais "à esquerda", é proposto pelo PCP umas renegociação do serviço da dívida no qual esta seria indexada a 2,5% das exportações. Ora as exportações valem 40% do PIB; logo, o serviço da dívida (juros + amortizações pagos) nunca poderá passar de 1% do PIB. Mesmo que se deixasse de pagar juros (0%) e com tolerância zero a mais empréstimos, levaria 130 anos a amortizar a actual dívida (!) Enquanto isso o programa politico do PCTP/MRPP que propõe a imediata suspensão do pagamento da dívida e a saída do euro é completamente barrado.
É bem certo que, como dizia o poeta popular, p'rá mentira ser segura/ e atingir profundidade/ tem de trazer à mistura/ qualquer coisa de verdade. – e a filosofia aplica-se direitinha na testa do abominável aldrabão e comentador César das Neves, uma espécie de beato profeta contratado para anunciar a boa nova da “ditadura democrática”:
“Portugal tem uma estrutura doutrinal bastante sólida. Uma vez no Governo todos os partidos têm comportamento paralelo, independentemente da sua linha ideológica. Vivemos uma época de consenso nacional, onde as grandes opções estão feitas” - Falando em pulhice ideológica, o partido do Portas era o mais insignificante até Cavaco Silva lhe dar asas – detém o recorde do oportunismo, “pois já fez coligações com todos os que cabem no conceito novo de “partidos do arco da governação”. - o beato César fala em nome dos que de momento dominam, mas é bem certo que o povo já percebeu que “a classe dominante nunca será capaz de resolver a crise, ela é a crise” (Rob Riemen).
Dir-se-á que o "elogio" que faz ao MRPP é uma mera sacanice, na óptica alucinada do melro destinada a “roubar votos ao PCP" (que nunca ofereceu perigo, senão o César das Neves elogiava-os; e vindo dele isso é péssimo), mas não, sabendo de antemão que o MRPP é o partido cujas ideias sempre foram mais censuradas e omissas dos media, o que o César faz é um feroz ataque subliminar ao Comunismo:
“O nosso panorama politico, tal como o País, mudou muito, mas pretendendo determinar “o partido mais notável da nossa democracia. não é nenhum destes, mas o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses, PCTP/MRPP – nos 44 anos desde a sua fundação a 13 de Setembro de 1970, desde a vigência da Constituição de 1976, ele foi o único partido que concorreu sózinho em todas as 30 eleições partidárias (13 legislativas, 11 Autárquicas e 6 europeias) – isto é dedicação democrática”. Mas o que o pulha não menciona é que o MRPP foi o único partido a ser proibido de concorrer às primeiras eleições “democráticas”. È uma inominável canalhice, que obriga qualquer pessoa decente a pensar como é urgente mudar este paradigma social , politico e, por via do César, religioso.
no paradigma daí derivado os respeitadores partidos parlamentares hoje apresentam e a comunicação social veicula, programas onde por exemplo na situação mais "à esquerda", é proposto pelo PCP umas renegociação do serviço da dívida no qual esta seria indexada a 2,5% das exportações. Ora as exportações valem 40% do PIB; logo, o serviço da dívida (juros + amortizações pagos) nunca poderá passar de 1% do PIB. Mesmo que se deixasse de pagar juros (0%) e com tolerância zero a mais empréstimos, levaria 130 anos a amortizar a actual dívida (!) Enquanto isso o programa politico do PCTP/MRPP que propõe a imediata suspensão do pagamento da dívida e a saída do euro é completamente barrado.
É bem certo que, como dizia o poeta popular, p'rá mentira ser segura/ e atingir profundidade/ tem de trazer à mistura/ qualquer coisa de verdade. – e a filosofia aplica-se direitinha na testa do abominável aldrabão e comentador César das Neves, uma espécie de beato profeta contratado para anunciar a boa nova da “ditadura democrática”:
“Portugal tem uma estrutura doutrinal bastante sólida. Uma vez no Governo todos os partidos têm comportamento paralelo, independentemente da sua linha ideológica. Vivemos uma época de consenso nacional, onde as grandes opções estão feitas” - Falando em pulhice ideológica, o partido do Portas era o mais insignificante até Cavaco Silva lhe dar asas – detém o recorde do oportunismo, “pois já fez coligações com todos os que cabem no conceito novo de “partidos do arco da governação”. - o beato César fala em nome dos que de momento dominam, mas é bem certo que o povo já percebeu que “a classe dominante nunca será capaz de resolver a crise, ela é a crise” (Rob Riemen).
Dir-se-á que o "elogio" que faz ao MRPP é uma mera sacanice, na óptica alucinada do melro destinada a “roubar votos ao PCP" (que nunca ofereceu perigo, senão o César das Neves elogiava-os; e vindo dele isso é péssimo), mas não, sabendo de antemão que o MRPP é o partido cujas ideias sempre foram mais censuradas e omissas dos media, o que o César faz é um feroz ataque subliminar ao Comunismo:
“O nosso panorama politico, tal como o País, mudou muito, mas pretendendo determinar “o partido mais notável da nossa democracia. não é nenhum destes, mas o Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses, PCTP/MRPP – nos 44 anos desde a sua fundação a 13 de Setembro de 1970, desde a vigência da Constituição de 1976, ele foi o único partido que concorreu sózinho em todas as 30 eleições partidárias (13 legislativas, 11 Autárquicas e 6 europeias) – isto é dedicação democrática”. Mas o que o pulha não menciona é que o MRPP foi o único partido a ser proibido de concorrer às primeiras eleições “democráticas”. È uma inominável canalhice, que obriga qualquer pessoa decente a pensar como é urgente mudar este paradigma social , politico e, por via do César, religioso.
domingo, março 23, 2014
como é possivel?
Três fait-divers, um por cada partido com assento no Parlamento, alegraram a agenda dos jornais e televisões por estes dias.
1. (PSD) O comentador que prediz o futuro lendo os astros, saiu-se com a adivinhação de que o Governo (no Documento de Estratégia Orçamental) já anda a preparar mais um corte de 1,7 mil milhões que implicam mais reduções salariais. 2. (CDS) A presidente da Assembleia da República Assunção Esteves designou a vice-presidente Teresa Caeiro para representar a "casa do povo" nas exéquias do ex-ministro Medeiros Ferreira... mas a deputada Teresa chegou ao velório tarde demais, com a porta da igreja já encerrada. 3. (PS) João Cravinho, o principal mentor do Manifesto dos 70 pelo prolongamento da Dívida e dos Juros a pagar, ocupa uma posição de relevo no Banco de Investimento Europeu (BEI) que foi a entidade que mais dinheiro emprestou para financiar PPPs, o esquema que mais endividou o país. Faz sentido.
Nos anos que vão de 1994 a 2000, a dívida pública portuguesa, então expressa em Escudos, desceu de 57,3% para 48,4 % do PIB. E desde que há catorze anos adoptámos o Euro, a Dívida pública portuguesa subiu de 48,4%, em 2000, até 128,7%, em Dezembro de 2013, e chegará aos 140% do PIB no próximo mês de Setembro. Por ocasião do 25 de Abril, 40% do PIB português era gerado na indústria. Hoje, por virtude da adesão ao Euro, apenas 13% do PIB é gerado no sector industrial secundário (o industrial primário foi extinto). E para que a desgraça fosse ainda maior, apenas 2% do PIB tem hoje origem nos sectores da agricultura e pescas, que foi o que sobrou do sector primário. Portugal tornou-se assim, um país economicamente inviável, desindustrializado e sob um ataque cerrado ao ensino público - cumprindo a politica dos lacaios do neoliberalismo porque o que lhes interessa é que o povo seja analfabeto.
No programa PRÓS&PRÓS de amanhã (que insistem em designar de Prós&Contras) entre os defensores do pagamento da Dívida e da política de Austeridade, não estará nenhum representante da opção de suspender imediatamente o pagamento da Dívida
1. (PSD) O comentador que prediz o futuro lendo os astros, saiu-se com a adivinhação de que o Governo (no Documento de Estratégia Orçamental) já anda a preparar mais um corte de 1,7 mil milhões que implicam mais reduções salariais. 2. (CDS) A presidente da Assembleia da República Assunção Esteves designou a vice-presidente Teresa Caeiro para representar a "casa do povo" nas exéquias do ex-ministro Medeiros Ferreira... mas a deputada Teresa chegou ao velório tarde demais, com a porta da igreja já encerrada. 3. (PS) João Cravinho, o principal mentor do Manifesto dos 70 pelo prolongamento da Dívida e dos Juros a pagar, ocupa uma posição de relevo no Banco de Investimento Europeu (BEI) que foi a entidade que mais dinheiro emprestou para financiar PPPs, o esquema que mais endividou o país. Faz sentido.
como é possivel? continuar-se a votar sempre nos mesmos?
Nos anos que vão de 1994 a 2000, a dívida pública portuguesa, então expressa em Escudos, desceu de 57,3% para 48,4 % do PIB. E desde que há catorze anos adoptámos o Euro, a Dívida pública portuguesa subiu de 48,4%, em 2000, até 128,7%, em Dezembro de 2013, e chegará aos 140% do PIB no próximo mês de Setembro. Por ocasião do 25 de Abril, 40% do PIB português era gerado na indústria. Hoje, por virtude da adesão ao Euro, apenas 13% do PIB é gerado no sector industrial secundário (o industrial primário foi extinto). E para que a desgraça fosse ainda maior, apenas 2% do PIB tem hoje origem nos sectores da agricultura e pescas, que foi o que sobrou do sector primário. Portugal tornou-se assim, um país economicamente inviável, desindustrializado e sob um ataque cerrado ao ensino público - cumprindo a politica dos lacaios do neoliberalismo porque o que lhes interessa é que o povo seja analfabeto.
(grafitti em frente da Uni.Nova, que já foi apagado pela brigada de limpeza do António Costa)
No programa PRÓS&PRÓS de amanhã (que insistem em designar de Prós&Contras) entre os defensores do pagamento da Dívida e da política de Austeridade, não estará nenhum representante da opção de suspender imediatamente o pagamento da Dívida
domingo, fevereiro 23, 2014
o Congresso da Troupe Laranja
Como sempre, numa associação efémera de malfeitores de conveniência que tem como finalidade disfarçar a impunidade do banditismo governativo, o momento mais importante é aquele que não acontece
Saída do Euro, Não pagamento da Dívida, impedir a política de Austeridade perpétua
Saída do Euro, Não pagamento da Dívida, impedir a política de Austeridade perpétua
sexta-feira, fevereiro 21, 2014
Congressos & Jornadas, Novos Rumos, Compadres & Vigaristas.Gov
Manuel Loff chamou à sua coluna no pasquim da Sonae o estudo "Patronagem e Governos partidários em Portugal no periodo 1995-2009" publicado por uma investigadora da Universidade de Aveiro no qual esta disseca a forma como "o mundo dos negócios" opera integrando sistemicamente uma rede organizada de prestação de favores cujos agentes partidários são cooptados para ascender aos lugares de topo da Administração Central do Estado, transmutando-se entre esta entidade que deixou de representar o interesse público e as administrações das grandes Empresas como caciques à escala local e regional. Resumindo, as nomeações para a cúpula da administração pública em Portugal são influenciadas por interesses partidários para recompensar serviços prestados ao partido que no momento está no poder.
Acrescente-se a este indice de corrupção a grande corrupção das elites de negócios transnacionais concertados em nome do país com as Corporações estrangeiras... e aí temos o miserável retrato social que o Portugal usurpado pela clientela cavaquista está a dar ao mundo.
A mega-operação de propaganda que vem sendo montada é, obviamente, uma mentira. Não existe nenhum crescimento das exportações, nem estas sustentariam um crescimento de uma economia intencionalmente destruida; o que existe é uma diminuição drástica das importações por via dos cortes nos rendimentos de uma classe média que não foi criada por uma produção de bens consistente, mas sim sustentada pela concessão de crédito sem qualquer nexo com a realidade. O ponto onde Portugal está, tem vindo a ser construido pelos sucessivos governos durante quatro décadas. Existe um pacto de regime entre PS-PSD-CDS consignado no Tratado Orçamental que os três assinaram de cerviz vergada à troika, com o pretexto de reduzir a dívida, quando esta de facto está a aumentar, uma politica cujo cimento é o Euro, a moeda forte espalhada a crédito barato para passado oito anos virem cobrar esses empréstimos a juros exorbitantes, forçando o Estado a contrair novos empréstimos ad eternum. E que agora sim, com o "défice limpo", agora é que Portugal vai começar a ser sustentável, quando a maioria da população aufere rendimentos tão baixos que não se consegue sustentar. E, no fim do caminho, dizem-nos que não existe alternativa "aos partidos do arco da governação"...
... dizem-nos que tanto o PS como o PSD e o CDS têm sido bastante responsáveis. Exacto, responsáveis por submarinos, bancos falidos, auto-estradas para nenhures, negociatas obscuras, PPP's, swaps, distribuição de cargos pelas clientelas, favores, má gestão, corrupção, esbanjamento. Chega para lhes avaliar o grau de responsabilidade?
Tudo isto vem sendo feito sob a ideia liberal dos cortes nas despesas de um Estado com demasiado peso na Economia. Na verdade o peso do Estado é o mais elevado de sempre, agravado pelo facto de 11,8% do PIB ser actualmente para pagar o serviço de uma dívida fraudulenta, congeminada pela adesão ao Euro. Foram estes três partidos aderentes confessos do Neoliberalismo que criaram o paradigma. Agora movem-se sombras em cavernas de foruns e congressos reclamando o regresso à social-democracia (sic), ou seja, o regresso ao assistencialismo salazarista da distribuição da "sopa do barroso" aos novos-pobres. É preciso ter lata.
Acrescente-se a este indice de corrupção a grande corrupção das elites de negócios transnacionais concertados em nome do país com as Corporações estrangeiras... e aí temos o miserável retrato social que o Portugal usurpado pela clientela cavaquista está a dar ao mundo.
De propaganda mal enjorcada a pura conversa da treta, já era de calcular:
A mega-operação de propaganda que vem sendo montada é, obviamente, uma mentira. Não existe nenhum crescimento das exportações, nem estas sustentariam um crescimento de uma economia intencionalmente destruida; o que existe é uma diminuição drástica das importações por via dos cortes nos rendimentos de uma classe média que não foi criada por uma produção de bens consistente, mas sim sustentada pela concessão de crédito sem qualquer nexo com a realidade. O ponto onde Portugal está, tem vindo a ser construido pelos sucessivos governos durante quatro décadas. Existe um pacto de regime entre PS-PSD-CDS consignado no Tratado Orçamental que os três assinaram de cerviz vergada à troika, com o pretexto de reduzir a dívida, quando esta de facto está a aumentar, uma politica cujo cimento é o Euro, a moeda forte espalhada a crédito barato para passado oito anos virem cobrar esses empréstimos a juros exorbitantes, forçando o Estado a contrair novos empréstimos ad eternum. E que agora sim, com o "défice limpo", agora é que Portugal vai começar a ser sustentável, quando a maioria da população aufere rendimentos tão baixos que não se consegue sustentar. E, no fim do caminho, dizem-nos que não existe alternativa "aos partidos do arco da governação"...
... dizem-nos que tanto o PS como o PSD e o CDS têm sido bastante responsáveis. Exacto, responsáveis por submarinos, bancos falidos, auto-estradas para nenhures, negociatas obscuras, PPP's, swaps, distribuição de cargos pelas clientelas, favores, má gestão, corrupção, esbanjamento. Chega para lhes avaliar o grau de responsabilidade?
Tudo isto vem sendo feito sob a ideia liberal dos cortes nas despesas de um Estado com demasiado peso na Economia. Na verdade o peso do Estado é o mais elevado de sempre, agravado pelo facto de 11,8% do PIB ser actualmente para pagar o serviço de uma dívida fraudulenta, congeminada pela adesão ao Euro. Foram estes três partidos aderentes confessos do Neoliberalismo que criaram o paradigma. Agora movem-se sombras em cavernas de foruns e congressos reclamando o regresso à social-democracia (sic), ou seja, o regresso ao assistencialismo salazarista da distribuição da "sopa do barroso" aos novos-pobres. É preciso ter lata.
quinta-feira, fevereiro 13, 2014
e obviamente...
... uma vez que "a coisa" é para ser feita com dinheiro angariado a mecenas do regime, a coisa deve passar a chamar-se "Revolução dos Cravas"
"Sendo, nos termos do artigo 110.º da Constituição da República Portuguesa, a Assembleia da República, um órgão de soberania, não se enquadra no âmbito das entidades beneficiadoras do regime do Estatuto dos Benefícios Fiscais (Capítulo X), aprovado pelo Decreto-Lei nº 215/89, de 1 de Julho, na redacção dada pelo Decreto-Lei nº 108/2008, de 26 de Junho (artigos 61º a 66º). Tão pouco se enquadra na abrangência do Estatuto do Mecenato regulado pelo Decreto Lei n.º 74/99, de 16 de Março (Revogado pelo art.º 87.º da Lei n.º 53-A/2006, de 29/12)" (daqui)
"Sendo, nos termos do artigo 110.º da Constituição da República Portuguesa, a Assembleia da República, um órgão de soberania, não se enquadra no âmbito das entidades beneficiadoras do regime do Estatuto dos Benefícios Fiscais (Capítulo X), aprovado pelo Decreto-Lei nº 215/89, de 1 de Julho, na redacção dada pelo Decreto-Lei nº 108/2008, de 26 de Junho (artigos 61º a 66º). Tão pouco se enquadra na abrangência do Estatuto do Mecenato regulado pelo Decreto Lei n.º 74/99, de 16 de Março (Revogado pelo art.º 87.º da Lei n.º 53-A/2006, de 29/12)" (daqui)
sexta-feira, janeiro 24, 2014
a burguesia "baixou o défice", os trabalhadores foram vítimas de um esquema fraudulento
Isto não é uma hipérbole, ou uma 'teoria da conspiração' idiota. Esta é a realidade ... São precisas 3 biliões de pessoas, combinando todos os seus bens e riqueza para igualar a riqueza das 300 milionárias figuras que decidem a emissão de papel como moeda global, a Reserva Federal dos Estados Unidos (FED). Este Cartel Bancário, as "elites" que centralizam o processo de globalização dos mercados... ocorre por design determinista, utilizando a ânsia geral e a ignorância das grandes massas por créditos que ilusoriamente lhes permitam viver sem trabalh#r. É uma insanidade. Reduzidos a salários insignificantes, sem acesso à propriedade pública, sem rendimentos de património (sugado pelo endividamento), aceitando como herança a estupidificação, os trabalhadores não têm quaisquer recursos, suporte ou defesa contra a selvageria em curso. Desarmados, permitem que as suas elites corruptas se dediquem exclusivamente à prática de inconstitucionalidades, ao afã de gerirem autênticos esquemas de Ponzi, superiormente acolitados por essa rede corruptamente chamada de "Bancos Centrais". Podemos parar esta insanidade por um simples levantamento popular?
Não existe absolutamente nenhuma dívida nacional, o que se diz que é divida é uma coisa totalmente mítica, foi congeminada de forma corrupta, criada inconstitucionalmente, principalmente pela burguesia nacional aliada a um grupo de assassinos estrangeiros, por criminosos de elite do crime organizado que fazem a gestão de rançosos "Bancos Centrais"... cuja testa de ferro da organização está sediada em Washington e se chama Reserva Federal, propriedade privada de uma familia restrita e seus aliados de proximidade que controlam toda a rede da economia mundial. (veja aqui a lista de bancos que integram o esquema de endividamento e exploração dos povos)
Pode-se perguntar: o que é que "eles" emprestam? recorrendo apenas a um exemplo: a Dívida das empresas públicas em Portugal subiu 565 milhões de euros desde a chegada da Troika. Então o dinheir# da "ajuda" não foi emprestado para pagar os défices públicos? então porque é que sobe? em vez de descer? onde foi parar o dinheir# e mais o aumento brutal de impostos? Se ninguém sabe dizer para quê, para onde e para quem vão os juros, comissões e mais proventos debitados na amortização da "Divida", como pode esta não ser considerada um esquema fraudulento e não uma dívida?
Não existe absolutamente nenhuma dívida nacional, o que se diz que é divida é uma coisa totalmente mítica, foi congeminada de forma corrupta, criada inconstitucionalmente, principalmente pela burguesia nacional aliada a um grupo de assassinos estrangeiros, por criminosos de elite do crime organizado que fazem a gestão de rançosos "Bancos Centrais"... cuja testa de ferro da organização está sediada em Washington e se chama Reserva Federal, propriedade privada de uma familia restrita e seus aliados de proximidade que controlam toda a rede da economia mundial. (veja aqui a lista de bancos que integram o esquema de endividamento e exploração dos povos)
Pode-se perguntar: o que é que "eles" emprestam? recorrendo apenas a um exemplo: a Dívida das empresas públicas em Portugal subiu 565 milhões de euros desde a chegada da Troika. Então o dinheir# da "ajuda" não foi emprestado para pagar os défices públicos? então porque é que sobe? em vez de descer? onde foi parar o dinheir# e mais o aumento brutal de impostos? Se ninguém sabe dizer para quê, para onde e para quem vão os juros, comissões e mais proventos debitados na amortização da "Divida", como pode esta não ser considerada um esquema fraudulento e não uma dívida?
quinta-feira, novembro 28, 2013
Juíza indicada pelo PS salva diploma do Governo dos Ricos
Dividido entre os nomeados pelo PS e PSD, o Tribunal Constitucional acabou por aprovar a "Lei das 40 Horas" pelo voto de sete juízes contra seis. Quem deu a maioria ao acordão redigido por um juiz do PSD foi a maioria de votos dos juizes nomeados pelo PS.
Temos assim mais uma Corporação a agremiar ao desnorte fundamentalista de gente que nunca mexeu uma palha para ganhar a vida trabalhando fora do âmbito partidário, Governo, Presidência da República, Oposição, Medias opinadores do regime. Cada grupo de interesses puxa a brasa à sua sardinha e o resultado é catastrófico. Não existe equidade a nenhum nivel de regulação do Estado. Aos reformados da classe média, que em média já ganhavam menos 26% que os europeus cortam-se ainda mais as pensões: sete em cada dez pensionistas ganham menos que o salário minimo, o indice de pobreza na velhice é de 9,9%. Enquando os "nossos anafados representantes" no parlamento são aumentados tradicionalmente ... (e cada vez mais) milhões de remediados e pobres de Portugal estão cada vez mais pobres, e os 25 mais ricos de Portugal são hoje donos de 10% do PIB quando há apenas um ano as suas fortunas não chegavam aos 8,5%.
Por outro lado, há projectos para segregar a pobreza. Destruição criativa, pensaram os neocons mal se apanharam à cabeça de tão frutuoso pote pendurado na árvore das patacas. Ganância e prepotência mafiosa misturada com uma incompetência primata em termos de equidade. No caso da nova lei, a função pública afecta à governação trabalhará 40 horas, o funcionalismo ligado às Câmaras Municipais continuará a trabalhar 35 horas...
"acumularam uma factura que agora é preciso pagar (...) e o que está acontecer não é culpa deste governo", (excepto a megalomania que o faz tomar medidas que vão muito para além das exigidas pela Troika) por isso, já há tipos de direita que pretendem pôr o regime no banco dos réus: afirmando que temos "uma Constituição não democrática (a de 1976, alvo de 7 revisões) que fez o obséquio de colocar a "esquerda" como dona do regime", para este professor-investigador do "Nova Finance Center School of Business and Economics" (este ou outro, é desse mesmo que estamos a falar) o Cavaco nunca existiu e Soares esteve e está sempre do lado errado", embora um e outro sempre tenham prosseguido a politica do "Tudo para a Banca". Quem estará no lado certo é decerto o Portas, que paulatinamente entronizado no púlpito da assembleia da república nos aparece a ler atentamente o Jornal de Negócios. Uma imagem vale mais que mil palavras.
Temos assim mais uma Corporação a agremiar ao desnorte fundamentalista de gente que nunca mexeu uma palha para ganhar a vida trabalhando fora do âmbito partidário, Governo, Presidência da República, Oposição, Medias opinadores do regime. Cada grupo de interesses puxa a brasa à sua sardinha e o resultado é catastrófico. Não existe equidade a nenhum nivel de regulação do Estado. Aos reformados da classe média, que em média já ganhavam menos 26% que os europeus cortam-se ainda mais as pensões: sete em cada dez pensionistas ganham menos que o salário minimo, o indice de pobreza na velhice é de 9,9%. Enquando os "nossos anafados representantes" no parlamento são aumentados tradicionalmente ... (e cada vez mais) milhões de remediados e pobres de Portugal estão cada vez mais pobres, e os 25 mais ricos de Portugal são hoje donos de 10% do PIB quando há apenas um ano as suas fortunas não chegavam aos 8,5%.
Por outro lado, há projectos para segregar a pobreza. Destruição criativa, pensaram os neocons mal se apanharam à cabeça de tão frutuoso pote pendurado na árvore das patacas. Ganância e prepotência mafiosa misturada com uma incompetência primata em termos de equidade. No caso da nova lei, a função pública afecta à governação trabalhará 40 horas, o funcionalismo ligado às Câmaras Municipais continuará a trabalhar 35 horas...
"acumularam uma factura que agora é preciso pagar (...) e o que está acontecer não é culpa deste governo", (excepto a megalomania que o faz tomar medidas que vão muito para além das exigidas pela Troika) por isso, já há tipos de direita que pretendem pôr o regime no banco dos réus: afirmando que temos "uma Constituição não democrática (a de 1976, alvo de 7 revisões) que fez o obséquio de colocar a "esquerda" como dona do regime", para este professor-investigador do "Nova Finance Center School of Business and Economics" (este ou outro, é desse mesmo que estamos a falar) o Cavaco nunca existiu e Soares esteve e está sempre do lado errado", embora um e outro sempre tenham prosseguido a politica do "Tudo para a Banca". Quem estará no lado certo é decerto o Portas, que paulatinamente entronizado no púlpito da assembleia da república nos aparece a ler atentamente o Jornal de Negócios. Uma imagem vale mais que mil palavras.
mas de onde é que raio nós conhecemos esta música?
sexta-feira, novembro 22, 2013
policias amanuenses amigos de policias de choque (es)gaseiam o ministro
14 de Novembro de 2012. Em frente à Assembleia da República gente pobre com uniforme golpeia gente pobre com fome para beneficiar gente rica sem uniforme nem fome. o ministro Macedo proclama: "são meia dúzia de profissionais da desordem e da provocação!".
21 de Novembro de 2013. De forma simbólica e perante a ausência de repressão pelos seus pares, manifestantes das forças de segurança invadem as escadarias do Parlamento, enviando uma mensagem clara ao Governo: dêem-nos mais dinheiro! (ou demitam-se) e entoam folcloricamente por diversas vezes o hino dos gajos que lhes pagam o salário. Sintomático: no final os policias manifestantes acabaram a bater palmas aos policias de choque slogando "a polícia unida jamais será vencida!". Unida contra quem?
as Corporação policiais, normalmente comandadas por altas patentes das Forças Armadas, existem para garantir o funcionamento do modo de produção capitalista, da sociedade burguesa, através da violência repressiva contra os trabalhadores. Há uma crise no seio do Estado burguês, mas nesta manifestação não há nada de revolucionário. Pode no entanto abrir caminho para acções mais radicais; quem havemos de conclamar, quando não se cumpre a Constituição Portuguesa, para ajudar o povo? Só há um caminho, caminhar empunhando os nossos próprios bastões, o povo em armas, entoando o hino dos explorados:
21 de Novembro de 2013. De forma simbólica e perante a ausência de repressão pelos seus pares, manifestantes das forças de segurança invadem as escadarias do Parlamento, enviando uma mensagem clara ao Governo: dêem-nos mais dinheiro! (ou demitam-se) e entoam folcloricamente por diversas vezes o hino dos gajos que lhes pagam o salário. Sintomático: no final os policias manifestantes acabaram a bater palmas aos policias de choque slogando "a polícia unida jamais será vencida!". Unida contra quem?
as Corporação policiais, normalmente comandadas por altas patentes das Forças Armadas, existem para garantir o funcionamento do modo de produção capitalista, da sociedade burguesa, através da violência repressiva contra os trabalhadores. Há uma crise no seio do Estado burguês, mas nesta manifestação não há nada de revolucionário. Pode no entanto abrir caminho para acções mais radicais; quem havemos de conclamar, quando não se cumpre a Constituição Portuguesa, para ajudar o povo? Só há um caminho, caminhar empunhando os nossos próprios bastões, o povo em armas, entoando o hino dos explorados:
quarta-feira, novembro 13, 2013
Estado prevê nacionalizar os restantes 30% dos serviços públicos dos Correios e entregar as Lojas do Cidadão como negócio privado a integrar nos CTT
entretanto, os contribuintes vão ser obrigados a pagar mais 1 Milhão e meio de euros pela negociata (a acrescentar aos 8,5 milhões que perfazem o total da empreitada), uma verba que o Governo não tem prevista no Orçamento de Estado para 2014. Estes imbecis impregnados de má-fé não se cansam de "organizar" tanta trafulhice na sua fúria de saquear as funções sociais do Estado?
Governo admite vender todo o capital dos CTT. O ministério da Economia vai monitorizar "as condições de mercado com vista à potencial privatização" da restante participação do Estado na empresa pública. Ora o "mercados", convém não esquecer, são os accionistas das multinacionais estrangeiras... (I.online)
(Público, 13Nov)
Governo admite vender todo o capital dos CTT. O ministério da Economia vai monitorizar "as condições de mercado com vista à potencial privatização" da restante participação do Estado na empresa pública. Ora o "mercados", convém não esquecer, são os accionistas das multinacionais estrangeiras... (I.online)
quinta-feira, agosto 01, 2013
era uma vez um país onde a realidade tinha passado a ser imaginária
Parafraseando o filósofo do gato fedorento, no que diz respeito ao deserto económico em que se degradou Portugal, com a recauchutagem deste governo quando fazemos a travessia desse deserto já não vemos apenas miragens, vemos viragens… “em menos de uma década, e tendo em conta apenas a opinião do punhado de especialistas que nos têm governado, de Sócrates a Cavaco e Passos, a economia portuguesa já passou, pelo menos, por 8 viragens e 5 inversões”
Como nota outro filósofo, e desta vez a sério, não se limitando a tirar o barrete a altos representantes do conto do vigário, houve de facto viragem, “mas não voltámos à estaca zero, mas aquém do zero, porque estamos mais pobres, mais fragilizados e sem sementes de futuro”. Que aconteceu afinal, se nada aconteceu? A “crise politica nunca existiu”: Vitor Gaspar confessou o seu fracasso e desapareceu; Paulo Portas demitiu-se e desapareceu como pretexto para voltar a aparecer; o compromisso de “salvação nacional” evaporou-se, para voltar a aparecer agora apenas com o PSD/CDS substituindo a maioria de 2/3 no Parlamento necessária para mudar a Constituição – a necessidade é imposta aos lacaios interinos da Troica para poderem despedir mais 30 mil funcionários públicos, assim se completando o actual paradigma neoconservador que visa converter Portugal num pais com direitos sociais pagos segunda vez que capitalizem a favor de privados, de mão-de-obra ao nivel dos chineses da Europa, precarizado, sem direitos laborais e sem capacidade de reivindicação de quem trabalha – eis o meta-objectivo de Cavaco e sua clientela desde 2006 prestes a estar concluído.
José Gil: “Pegue-se num pouco de real, imagine-se-lhe o oposto que se lhe sobrepõe e o anula: cria-se o plano de não inscrição, onde a realidade é imaginária e tudo e o seu contrário são possíveis e verosímeis”. É uma técnica.
Por exemplo, a ministra das Finanças sobre as trocas de swaps nas empresas públicas para maquilhar as contas públicas onde ela própria interveio quando foi gestora da Refer, mente ao dizer que não mentiu (1) Isto apesar de nova prova através da carta do ex-secretário de Estado do anterior governo. Noutro exemplo (2), o actual secretário de Estado, Joaquim Pais Jorge então na qualidade de funcionário do Citigroup, tentou vender ao executivo de José Sócrates mal este tomou posse “três contratos de swap tóxicos escondidos das estatísticas para melhorar o rácio Dívida/PIB das contas públicas no curto prazo (370 Milhões de euros em 2005 e 450 M de euros em 2006) entalando as contas públicas no longo-prazo: um isco seguido de um risco. (3)
Dentro do pote onde se enfiaram em conjunto com os governantes os funcionários da banca internacional, quiçá os mesmíssimos personagens travestidos uns nos outros, o esquema operativo é o seguinte: o Estado português receberia 370 ou 450 milhões num ano, que repagaria no ano seguinte, com hipóteses de ocultar essa verba quer do défice quer da dívida pública, isto é, cobrindo com a jogada um risco do aumento dos juros, mas provocando prejuízos colossais nos anos seguintes caso os juros se mantivessem baixos, como é o caso (0,5% ao ano) conforme determinado pela banca privada internacional e garantido por Mário Draghi – exactamente a mesma que oferece estes empréstimos no “mercado” com a obrigatoriedade do Estado pagar um valor mínimo de 3,7%. E em Portugal subsiste uma ministra que não sabia nada sobre um esquema que já provocou 3 mil milhões de prejuízo, mas que a ministra já conseguiu maquilhar como sendo de apenas 1,3 mil milhões…
(1) Ministrados Swaps voltou a defender-se mas desta vez num tom invulgarmente exaltado (video)
(2) Revista Visão - Artigo detalhado aqui
(3) o Citigroup e o PSD são recorrentes nestes jogos de roleta viciados: A operação de cedência de créditos fiscais e da Segurança Social ao Citigroup, realizada por Manuela Ferreira Leite enquanto ministra das Finanças do Governo PSD/CDS-PP, está a ficar cara ao Estado: dos 11, 44 mil milhões de euros cedidos ao Citigroup em 2003, mais de 3,74 mil milhões foram substituídos por outros créditos cobráveis dos anos seguintes.(fonte)
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| Cavaco, Loureiro e Lima. 3 em 1: Presidente, Gestor BPN e Vigarista |
José Gil: “Pegue-se num pouco de real, imagine-se-lhe o oposto que se lhe sobrepõe e o anula: cria-se o plano de não inscrição, onde a realidade é imaginária e tudo e o seu contrário são possíveis e verosímeis”. É uma técnica.
Por exemplo, a ministra das Finanças sobre as trocas de swaps nas empresas públicas para maquilhar as contas públicas onde ela própria interveio quando foi gestora da Refer, mente ao dizer que não mentiu (1) Isto apesar de nova prova através da carta do ex-secretário de Estado do anterior governo. Noutro exemplo (2), o actual secretário de Estado, Joaquim Pais Jorge então na qualidade de funcionário do Citigroup, tentou vender ao executivo de José Sócrates mal este tomou posse “três contratos de swap tóxicos escondidos das estatísticas para melhorar o rácio Dívida/PIB das contas públicas no curto prazo (370 Milhões de euros em 2005 e 450 M de euros em 2006) entalando as contas públicas no longo-prazo: um isco seguido de um risco. (3)
Dentro do pote onde se enfiaram em conjunto com os governantes os funcionários da banca internacional, quiçá os mesmíssimos personagens travestidos uns nos outros, o esquema operativo é o seguinte: o Estado português receberia 370 ou 450 milhões num ano, que repagaria no ano seguinte, com hipóteses de ocultar essa verba quer do défice quer da dívida pública, isto é, cobrindo com a jogada um risco do aumento dos juros, mas provocando prejuízos colossais nos anos seguintes caso os juros se mantivessem baixos, como é o caso (0,5% ao ano) conforme determinado pela banca privada internacional e garantido por Mário Draghi – exactamente a mesma que oferece estes empréstimos no “mercado” com a obrigatoriedade do Estado pagar um valor mínimo de 3,7%. E em Portugal subsiste uma ministra que não sabia nada sobre um esquema que já provocou 3 mil milhões de prejuízo, mas que a ministra já conseguiu maquilhar como sendo de apenas 1,3 mil milhões…
(1) Ministrados Swaps voltou a defender-se mas desta vez num tom invulgarmente exaltado (video)
(2) Revista Visão - Artigo detalhado aqui
(3) o Citigroup e o PSD são recorrentes nestes jogos de roleta viciados: A operação de cedência de créditos fiscais e da Segurança Social ao Citigroup, realizada por Manuela Ferreira Leite enquanto ministra das Finanças do Governo PSD/CDS-PP, está a ficar cara ao Estado: dos 11, 44 mil milhões de euros cedidos ao Citigroup em 2003, mais de 3,74 mil milhões foram substituídos por outros créditos cobráveis dos anos seguintes.(fonte)
sábado, julho 27, 2013
Nelson Mandela
Muita água correu sob as pontes ideológicas desde que Mandela nos idos de 90 se assumia abertamente como Comunista e depois foi obrigado a reciclar-se ao sabor de um sistema que está de pés prá cova
A 18 de Julho de 2008, nos 90 anos de Nelson Mandela, a efeméride era comemorada na Assembleia da República portuguesa. Das actas desse dia respiga-se esta curiosidade (onde a “esquerda” conluiada com a direita omite cuidadosamente o papel fulcral da Cuba de Fidel Castro na aniquilação do Apartheid sul africano): "(...) aquilo que os senhores não querem que se diga, lendo os vossos votos, é que Mandela esteve até hoje na lista de terroristas dos Estados Unidos da América. (1) Mas isto é verdade! É público e notório - toda a gente o sabe! Os senhores não querem que se diga que Nelson Mandela conduziu uma luta armada contra o apartheid, mas isto é um facto histórico. Embora os senhores não o digam, é a verdade, e os senhores não podem omitir a realidade. Os senhores não querem que se diga que, quando, em 1987, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, com 129 votos a favor, um apelo para a libertação incondicional de Nelson Mandela, e os três países que votaram contra foram os Estados Unidos da América, de Reagan, a Grã-Bretanha, de Thatcher, e o Governo de Portugal nessa época… precisamente liderado por… Cavaco Silva. O cinismo desta sinistra personagem é inenarrável: três anos depois o pigmeu Cavaco elogiava Mandela como sendo "um gigante do nosso tempo",
Não querem que se diga que, em 1986, o governo português tentou sabotar, na União Europeia, as sanções contra o regime do apartheid. Não querem que se diga que a imprensa de direita portuguesa titulava, em 1985, que: «Eanes recebeu em Belém um terrorista sul-africano». Este «terrorista» era Oliver Tambo! São, portanto, estes embaraços que os senhores não querem que fiquem escritos num voto. Não querem que se diga que a derrota do apartheid não se deveu a um gesto de boa vontade dos racistas sul-africanos mas à heróica luta do povo sul-africano, de Mandela e à solidariedade das forças progressistas mundiais contra aqueles que defenderam até ao fim o regime do apartheid.(...)"
A 18 de Julho de 2008, nos 90 anos de Nelson Mandela, a efeméride era comemorada na Assembleia da República portuguesa. Das actas desse dia respiga-se esta curiosidade (onde a “esquerda” conluiada com a direita omite cuidadosamente o papel fulcral da Cuba de Fidel Castro na aniquilação do Apartheid sul africano): "(...) aquilo que os senhores não querem que se diga, lendo os vossos votos, é que Mandela esteve até hoje na lista de terroristas dos Estados Unidos da América. (1) Mas isto é verdade! É público e notório - toda a gente o sabe! Os senhores não querem que se diga que Nelson Mandela conduziu uma luta armada contra o apartheid, mas isto é um facto histórico. Embora os senhores não o digam, é a verdade, e os senhores não podem omitir a realidade. Os senhores não querem que se diga que, quando, em 1987, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, com 129 votos a favor, um apelo para a libertação incondicional de Nelson Mandela, e os três países que votaram contra foram os Estados Unidos da América, de Reagan, a Grã-Bretanha, de Thatcher, e o Governo de Portugal nessa época… precisamente liderado por… Cavaco Silva. O cinismo desta sinistra personagem é inenarrável: três anos depois o pigmeu Cavaco elogiava Mandela como sendo "um gigante do nosso tempo",
Isto é a realidade! Está documentado!
Não querem que se diga que, em 1986, o governo português tentou sabotar, na União Europeia, as sanções contra o regime do apartheid. Não querem que se diga que a imprensa de direita portuguesa titulava, em 1985, que: «Eanes recebeu em Belém um terrorista sul-africano». Este «terrorista» era Oliver Tambo! São, portanto, estes embaraços que os senhores não querem que fiquem escritos num voto. Não querem que se diga que a derrota do apartheid não se deveu a um gesto de boa vontade dos racistas sul-africanos mas à heróica luta do povo sul-africano, de Mandela e à solidariedade das forças progressistas mundiais contra aqueles que defenderam até ao fim o regime do apartheid.(...)"
terça-feira, fevereiro 05, 2013
Recordar é Dever; e o BPN é Dívida
Inquérito sobre a fraude BPN | local: Parlamento | tempo: início da 28ª sessão da comissão de inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN
| quem estava presente: Maria de Belém Roseira (PS), dirigindo-se a Nuno Melo (CDS-PP), antes de começarem as perguntas a Franquelim Alves, ex-administrador do BPN
1ªhipótese: deve ter sido promovido a secretário de estado pela excelência do trabalho que fez no BPN
2ª hipótese: quem participar em fraudes que prejudicam milhares de pessoas tem como prémio ser secretário de Estado de qualquer coisa, como se pode inferir daqui:
Franquelimstein. O problema não é só a existência deste moço de recados de nome Franquelim Alves, mas sim no todo deste governo de vende-pátrias em conluio com o grande capital e seus bancos... portanto nada de chorar em cima do leite derramado, mas sim lutar pelo derrube deste governo de traidores e vende-pátrias. (daqui)
"Foi a maior fraude de sempre em Portugal que nós contribuintes pagamos com o nosso dinheiro e não acontece nada!"
Durante cinco meses, uma equipa da SIC mergulhou no dossier BPN. Falaram com 51 pessoas, entre banqueiros e ex-banqueiros, arguidos dos processos judiciais em curso, advogados, accionistas e administradores do BPN e da SLN, hoje Galilei, clientes lesados, políticos. A investigação da SIC juntou pontas soltas, chegou a factos novos, mergulhou a fundo na fraude, descobrindo nomes de eventuais implicados que permaneciam afastados das manchetes. Esperemos bem que desta vez se tenham lembrado de fazer jornalismo de investigação sobre as ligações ao caso de Cavaco Silva e a cumplicidade de José Sócrates ao admitir a transferência da fraude para as contas do Estado. Esperamos também que se esclareçam as fortes razões para admitir que o BPN financiou o PSD.
A Grande Reportagem apresenta a partir de hoje a (ou uma parte da) Fraude dividida em quatro capítulos, a emitir dias 5, 6, 7, e 8 de Fevereiro. a ver com atenção
1ªhipótese: deve ter sido promovido a secretário de estado pela excelência do trabalho que fez no BPN
2ª hipótese: quem participar em fraudes que prejudicam milhares de pessoas tem como prémio ser secretário de Estado de qualquer coisa, como se pode inferir daqui:
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Franquelimstein. O problema não é só a existência deste moço de recados de nome Franquelim Alves, mas sim no todo deste governo de vende-pátrias em conluio com o grande capital e seus bancos... portanto nada de chorar em cima do leite derramado, mas sim lutar pelo derrube deste governo de traidores e vende-pátrias. (daqui)
"Foi a maior fraude de sempre em Portugal que nós contribuintes pagamos com o nosso dinheiro e não acontece nada!"
Durante cinco meses, uma equipa da SIC mergulhou no dossier BPN. Falaram com 51 pessoas, entre banqueiros e ex-banqueiros, arguidos dos processos judiciais em curso, advogados, accionistas e administradores do BPN e da SLN, hoje Galilei, clientes lesados, políticos. A investigação da SIC juntou pontas soltas, chegou a factos novos, mergulhou a fundo na fraude, descobrindo nomes de eventuais implicados que permaneciam afastados das manchetes. Esperemos bem que desta vez se tenham lembrado de fazer jornalismo de investigação sobre as ligações ao caso de Cavaco Silva e a cumplicidade de José Sócrates ao admitir a transferência da fraude para as contas do Estado. Esperamos também que se esclareçam as fortes razões para admitir que o BPN financiou o PSD.
A Grande Reportagem apresenta a partir de hoje a (ou uma parte da) Fraude dividida em quatro capítulos, a emitir dias 5, 6, 7, e 8 de Fevereiro. a ver com atenção
terça-feira, janeiro 29, 2013
Dívida da Câmara de Sintra liderada por Fernando Seara (PSD) ultrapassou o ano passado os 100,6 milhões de euros
abriu mais uma época de caça aos simpáticos apoiantes de aldrabões. A ameaça é real, este não vai desertar.
Primeira promessa: em 2014 tem de haver uma baixa de impostos (!) sussura o truculento Seara. "Gestor" ruinoso de alta performance (mais de 100 milhões de dívida contraída num ano em Sintra é obra... mais uma... para lançar nas contas do famigerado Estado mínimo para fazer pagar o máximo aos contribuintes. Spin-doctor e grande formador de opinião de claque futebolista, olheiro ingénuo do gang, casado com uma directora de desinformação televisiva famosa, politico anestesista que conclui que a "revisão da Constituição merecia um entendimento cirúrgico", a sua primeira facada em promessas não cumpridas verificou-se logo no primeiro mês no cargo na autarquia de Sintra em 2001: mandar colocar portagens na Crel. Atenção utentes do voto, se este cavalheiro social-dividocrata se apanha a mandar em Lisboa, não vai largar os bolsos dos lisboetas... Fixemos para memória futura: António Costa prometeu não aumentar o imposto municipal IMI aos imóveis abrangidos pela autarquia de Lisboa
Professor Doutor Fernando Seara associa-se às comemorações do 25 de Novembro, à surrelfa, muros de quarteis adentro, e nas costas do povo. Se porventura a nova lei de limitação de mandatos o permitisse, no próximo ano teríamos Seara a homenagear um qualquer busto do major jaime neves, o tristemente célebre simbolo da "democracia" que trouxe o país ao estado em que está.
.
Primeira promessa: em 2014 tem de haver uma baixa de impostos (!) sussura o truculento Seara. "Gestor" ruinoso de alta performance (mais de 100 milhões de dívida contraída num ano em Sintra é obra... mais uma... para lançar nas contas do famigerado Estado mínimo para fazer pagar o máximo aos contribuintes. Spin-doctor e grande formador de opinião de claque futebolista, olheiro ingénuo do gang, casado com uma directora de desinformação televisiva famosa, politico anestesista que conclui que a "revisão da Constituição merecia um entendimento cirúrgico", a sua primeira facada em promessas não cumpridas verificou-se logo no primeiro mês no cargo na autarquia de Sintra em 2001: mandar colocar portagens na Crel. Atenção utentes do voto, se este cavalheiro social-dividocrata se apanha a mandar em Lisboa, não vai largar os bolsos dos lisboetas... Fixemos para memória futura: António Costa prometeu não aumentar o imposto municipal IMI aos imóveis abrangidos pela autarquia de Lisboa
Professor Doutor Fernando Seara associa-se às comemorações do 25 de Novembro, à surrelfa, muros de quarteis adentro, e nas costas do povo. Se porventura a nova lei de limitação de mandatos o permitisse, no próximo ano teríamos Seara a homenagear um qualquer busto do major jaime neves, o tristemente célebre simbolo da "democracia" que trouxe o país ao estado em que está.
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