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quarta-feira, novembro 23, 2005

Eixo para a Paz - a fundação de um Movimento Internacional contra a Dominação Global

sobre esta iniciativa, nem uma palavra foi publicada nos orgãos de "comunicação" social portugueses, apesar de lá estar presente José Saramago.
Réunião de Lideres da Contestação Mundial
Ligações:
O sitio oficial "Axis for Peace" : www.axisforpeace.net
a Declaração Final : www.axisforpeace.net/article680.html
as Fotografias da Conferência: www.axisforpeace.net/rubrique13.html
Resumo das intervenções: www.voltairenet.org/rubrique616.htm

o Foro Iberoamerica

Meia-dúzia de linhas num jornal, com a menor importância possivel, e em paralelo com a Cimeira Ibero-Americana dos politicos reunidos em Salamanca debaixo do fogo dos holofotes mediáticos,,, reuniam-se, dias antes, discretamente em Lisboa no Hotel Tivoli, um grupo de mais de cem participantes, que se auto-intitularam de "grupo de reflexão privado" para a América Latina. 500 anos depois, continuam a ser sempre o mesmo bando de piratas caras-pálidas quem pretende resolver a vida dos indígenas.

Neste lote de pesos pesados, compareceu como habitualmente a nata da máfia do Bloco Central: Pinto Balsemão (PSD); Durão Barroso (PSD); Jorge Sampaio (PS); o ex-1º ministro espanhol Felipe Gonzalez (PSOE) Rui Machete da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD); Jardim Gonçalves (BCP);João Rendeiro (BPP); Ricardo Baião Horta (Cimpor); Francisco Sanchez (EDP); o filho de Roberto Marinho da TV GLOBO; Gustavo Cisneros do grupo venezuelano de TV CISNEROS envolvido no golpe para destituir o presidente Chavez; ex-presidentes da Argentina, Uruguai e Nicarágua; Manuel Arango do grupo mexicano Concord; governadores locais sul americanos e outros pequenos oligarcas de somenos importância.
Venha então, quem negue que os assuntos tratados não se relacionem com a exploração neo-colonial conforme se analisou no post anterior. Devemos começar por discutir o projecto de construção da OTA, tendo somente como leit-motiv o facto de ser apenas plataforma e placa giratória para a exploração neo-colonialista dos territórios do espaço lusófono e da América Latina, ao serviço do Império - politica da qual Barroso, ao "Senhor Banalidades" como é conhecido na Europa o cão-de-fila-pró-americano armado em importante, cabe a tarefa de rato de porão que consiste em "partir a Europa" em beneficio desta opção Atlântica.

O projecto politico-económico Atlântico tem outras vertentes: a geo-estragégia Militar, (José Dirceu e a criação de Forças Armadas Sul Americanas unificadas) e até a componente Ambiental é re-equacionada através das ONGs recicladas pelo relatório Bruntland (Agenda 21) para as politicas de apoio à exploração - tudo sob o manto diáfano das melhores das "boas intenções". Neoliberais, esquecem-se por lapso, de acrescentar.

É impossível não ver aquilo que o grande capital não consegue esconder: o Poder concentrado no “establishment americano” (Democratas&Republicanos ou “Socialistas”&Social-Democratas) tem um plano global para monopolizar os recursos naturais do planeta, com o objectivo de manter o abastado modo de vida das classes dominantes no Ocidente.

terça-feira, novembro 22, 2005

“Não há comparação nenhuma entre quem foi para a guerra de África e os que estão a fazer esta guerra no Afeganistão. Nós fomos porque éramos obrigados, estes vão porque são mercenários. Estão lá porque querem, para ganhar dinheiro”
Carlos Pinto Coelho (24 Horas 20/11)

Noticia do República em 21/11 de 1975:
“As intercomissões de Soldados e Marinheiros exigem um pré de 2500 escudos, porque “a Burguesia já provou que pode pagar”

Realmente, passados 30 anos, parece que sim. A burguesia agora, ainda por cima, também é outra, cresceu. Globalizou-se. O soldado morto no Afeganistão, um jovem de trinta anos, estava a construir uma moradia no Alandroal, com dinheiro sujo de sangue. Quanto se ganha agora de pré nas Forças Armadas ao serviço dos interesses criminosos de expansão Imperialista?,,, Esta gente é perigosa. O espectáculo feito em redor do funeral da vítima, a presença de “altas individualidades", as missas do bispo Torgal Ferreira –“assim se paga a liberdade” disse ele invocando na inversão de valores tudo o que há de mais retrógrado nos instintos humanos, as associações de Comandos em peso - os cães-de-fila do contra-golpe que derrubou o 25 de Abril, enfim a ocupação do espaço público nos orgãos de comunicação social com assuntos do foro interno dos militares profissionalizados, sem que estivessem alguma vez legitimados democráticamente para fazerem aquilo que andam a fazer. O mais chocante de tudo, sem dúvida, é a posição da Igreja, sempre silenciosa em relação aos crimes do Poder, mas que afinal se “compreende”, porque é do Poder que a Hierarquia católica se alimenta, sempre manipulando a crendice mais abjecta, ontem branqueando o Fascismo, com um padre por cada batalhão que seguia para a guerra colonial, hoje com os rituais que legitimam assassinios e torturas ao serviço do Império.

domingo, novembro 20, 2005

a União Europeia de olho neles,,,

1 - Na comissão parlamentar realizada com o grupo de peritos do Conselho da Europa encarregue da avaliação de Portugal no domínio da corrupção o presidente da comissão parlamentar de Assuntos Económicos, João Cravinho, alertou para a necessidade de Portugal ter uma estratégia específica anti-corrupção na administração pública, lamentando a falta de uma lei-quadro sobre esta questão.Os peritos, que pertencem ao Grupo de Estados Contra a Corrupção (GRECO), estiveram em Portugal para fazerem "uma radiografia" dos mecanismos de combate à corrupção no âmbito da administração pública e das entidades económicas privadas.

2 - Luis Salgado de Matos no Público
14/Novembro:
“Dentro de poucas semanas, o Banco Central Europeu (BCE) passará a recusar garantias dadas plos paises com economias deficitárias. Consequência? Aumentará o juro pago por estes maus alunos. Entre os quais Portugal.Desde que há euro, quando um banco português aparecia a pedir dinheiro emprestado ao BCE e dava como garantia dívidas do Estado português – ou de empresas portuguesas bem classificadas - o banco aceitava as garantias – e emprestava. Dentro em breve, o BCE dirá: “desculpe, você tem a classificação A- (A menos), dada pela agência Standart&Poor’s e por isso não aceito as suas garantias”.
Continue a ler mais, aqui.

sábado, novembro 19, 2005

Argel - anos 60 - A luta pela emancipação, continua!

“Get Rich or Die Trying” – (Enriqueça ou morra tentando!)
sentencia o “Rapper 50 Cents” um irónico americano na moda entre os miudos dos suburbios.

Mas, quem são afinal os “beurs”, os novos bárbaros que invadiram os "banlieus" das cidades francesas, onde atingem já 15% do total dos naturais?
É muito simples saber quem são.Porque não são novos. A seguir à guerra o capitalismo francês precisou de mão de obra e foi buscá-la ao que então era território francês: a Argélia. Hoje esses imigrantes e descendentes continuam, como é normal, ligados ás suas raizes étnicas e culturalmente diferenciados em relação aos valores da França onde são marginalizados em “zonas urbanas sensíveis”
Por outro lado, os que ficaram em África, todos eles com parentes na diáspora, aspiram a ter o mesmo estatuto dos seus compatriotas “franceses”. Em Anjouan, um pequeno arquipélago africano antiga colónia francesa pediu-se recentemente numa manifestação a integração do país na França, onde se viam fotografias de Chirac e bandeiras francesas aos gritos de “França para Todos!”. Portanto o conceito de França transcendeu a noção de pátria ou de país, para se transformar em simbolo na luta pela utopia da igualdade, liberdade e fraternidade sociais, que são afinal os valores universais desde sempre ansiados e nunca alcançados da Revolução Francesa. Mas, ¿o que pensam os governantes de direita francesa destas questões?,,, sejam de direita ou de “esquerda” os Poderes constituidos têm agido sempre no sentido descendente do apagar das Luzes,,,

as Memórias dos Imigrantes - a continuação do Colonialismo por outros meios, ou de como Transformar o Medo em Fúria, chamando à colação o album “Music for a New Society” de John Cale.

A luta armada na Argélia teve início em 1954 e foi das guerras mais sangrentas pela independência de um país das travadas em África.O idealismo que então presidia à emancipação social de todos os homens como iguais ancorava-se em obras teóricas, em autênticos gritos de revolta e de cólera, como o “Discurso sobre o Colonialismo” de Aimé Cesaire ou os “Danados da Terra” de Frantz Fanon, (um activista oriundo da Martinica). Em França os campos extremaram-se contudo ainda mais depois do ensaio teórico “Retrato do Colonizado precedido do Retrato do Colonizador” da autoria de Albert Memmi em 1957. As guerras pelas independências tinham-se entretanto generalizado a todos os continentes, numa espécie de luta de classes mundial. Os franceses tinham abandonado a Indochina depois da derrota histórica em Dien-Bien-Phu e o imperialismo americano tomava posições contra o avanço das ideias comunistas no Vietname no inicio do conflito que haveria de deixar o país dividido em dois. Em 1959 os revolucionários de Fidel Castro, coadjuvados pelo militante internacionalista Ernesto Guevara tomavam o poder em Cuba. Em Abril de1961 no rescaldo da vitória sobre os invasores da Baía dos Porcos Fidel desafia os EUA proclamando: -“As ideias Socialistas são as ideias revolucionárias da época histórica actual”.
Em 17 de Outubro de 1961 seguindo um apelo da Frente Nacional de Libertação, o movimento independentista da Argélia, 30 mil imigrantes argelinos desarmados, homens mulheres e crianças sairam dos bairros da lata dos arredores onde viviam para se manifestarem no centro de Paris. A policia disparou sobre eles, foram presos mais de 11 mil. Na manhã seguinte havia dezenas, senão centenas, de cadáveres a boiar no Sena. O chefe da policia de então, Maurice Papon, viria a ser condenado em 1998, não por estes crimes, mas por outros cometidos contra a humanidade durante a segunda grande guerra. (O sangrento episódio de Paris é agora lembrado no filme “Nuit Noire” de Alain Tasma; sobre isto, tambem Michel Foucault escreveria depois duas obras cruciais - "Vigiar e Punir" e "A Vontade de Saber").
Em 1962, finalmente a Argélia tornou-se Independente. É então aí, à capital Argel que convergem os revolucionários de todo o mundo em luta pela libertação. O Movimento dos Paises não alinhados, que procedia da Conferência de Bandung realizada na Indonésia, procurava estruturar-se, tendo como um dos seus mais destacados militantes anti-colonialistas o marroquino Mehdi Ben Barka que tinha conduzido Marrocos à independência em 1956.

Procurava-se dar inicio a um movimento universalista cujo desafio era o de encontrar o ponto de equilibrio entre a URSS e a China para garantir a ajuda de ambas na luta contra o Imperialismo americano – Movimento que seria fundado numa próxima Conferência chamada Tricontinental a realizar em Havana. Por Argel passou Che Guevara em trânsito para a sua participação na guerrilha do Congo, então ainda uma colónia Belga. Data desta altura o seu famoso discurso a enviar á “Tricontinental” onde se proclamava “É preciso criar dois, três, muitos vietnames!”, discurso onde se fazia já uma menção explicita ao colonialismo português e aos Movimentos de Libertação das nossas colónias.
A capital argelina tornara-se o núcleo intelectual da contestação revolucionária internacional. Aí se encontravam os exilados das colónias portuguesas nomeadamente Amilcar Cabral que faziam eco das correntes libertadoras vindas do continente americano.Uma das figuras mais poderosas do movimento negro nos Estados Unidos, Malcom X encontrava-se em Argel em 1964. O Ideal perseguido era uma acção concertada contra a dependência do sistema Capitalista, a liquidação das Bases militares estrangeiras, oposição às armas nucleares, ao apartheid e à segregação racial. Todos eles objectivos tanto de então, como de Agora, eram de libertação total! - Contra estas insurreições do Terceiro Mundo, tornou-se obsessiva a repressão internacional. Então como Agora.
Um golpe de Estado na Argélia em 1965 levou ao poder o coronel Boumediene que reconduziu a ex-colónia novamente a uma dependência da França. Outro golpe militar destituiu Sukarno na Indonésia, com a influência directa de Kissinger, onde foram mortos meio milhão de militantes comunistas. Ben Barka foi condenado à morte pelas autoridades marroquinas, foi raptado em Paris a 29 de Outubro de 1965 e o seu corpo nunca chegou a ser encontrado. (ver o “Caso Ben Barka”). Che Guevara foi assassinado pela CIA em 1967. Amilcar Cabral foi assassinado em 1973. Henry Curiel o dirigente da rede activa “Solidariedade” anti-apartheid fundador do Congressso Nacional Sul-Africano, que ajudava os desertores americanos que se recusavam a ir para o Vietname, foi assassinado em 1978. Malcom X tinha sido assassinado com apenas 39 anos, em 1968.
É preciso ser-se mesmo distraído (ou mal intencionado!) para não se ver aqui, que existe um movimento de repressão Oficial organizado, de assassinatos politicos, primeiro contra a emancipação do colonialismo, depois contra a luta anti-neocolonial, agora contra a emancipação social, enfim, a guerra tem sido sempre, e ainda o é hoje, contra o Socialismo.Hoje, oficialmente, porque não estamos com eles, somos todos "terroristas".
O mundo que os Criminosos, os verdadeiros Terroristas de Estado, têm construido está à vista de todos – mas,,, os seus crimes, que dia após dia evoluem tanto em sofisticação como em descaramento, algum dia serão julgados?
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* A história da Argélia é a história do Mundo. Que lhe aconteceu depois da "independência"?
* Laurence Thieux:
"Os que ficaram - Argelia: imobilismo político, dependência económica e tensões sociais"
* Aqui se conta o golpe de Estado de 1992 patrocinado pelo Ocidente em que a Frente Islâmica (FIS) muçulmana foi impedida de ganhar as eleições, a repescagem e o recair da culpa na guerrilha,tudo em nome dos interesses económicos franceses:
“A Long and Dirty War”, na edição portuguesa do Le Monde Diplomatique: "A difícil transição na Argélia"
* "Vinte anos de dificuldades das Familias argelinas"
* "Estado de Depressão - a situação das mulheres na Argélia"
* Desenvolvimentos posteriores:
www.algeria-interface.com CENSURADO
www.liberte-algerie.com

sexta-feira, novembro 18, 2005

Embora circule por aí, entre os nossos intelectuais assépticamente bem pensantes, uma onda de anti-determinismo,,, ninguem tem dúvidas que a História, pelo menos a que é oficialmente ensinada aos putos nas escolas, é pré-determinada e construida a golpes de força.

Amanhã, já ninguem se lembrará do que foi feito ontem?
entretanto o Exército Britânico, em dificuldades para recrutar novos voluntários, oferece 500 libras aos soldados que tragam um parente para ser alistado para o Iraque,,,

quinta-feira, novembro 17, 2005

Novas do protectorado Lusitano


“As projecções ontem avançadas pelo Banco de Portugal representam um cenário mais pessimista para a economia portuguesa em 2005 do que o utilizado pelo Governo na elaboração do Orçamento do Estado para 2006. Se o PIB for menor em 2005, isso não terá impacto no défice orçamental em 2006?. No OE 2006, o “motor” do crescimento da economia é as exportações (previam-se que crescessem 5,7% em 2006); mas os números do Banco de Portugal mostram uma tendência decrescente para as exportações”.
Significa isto, trocado por miudos, que a “crise” e a estagnação vão continuar, quiçá até a agravarem-se, com o aumento crescente do desemprego e a degradação do poder de compra das classes médias. Imagine-se a favor de quem,,,
A situação não tinha de ser assim. Foi assim desde o Governo de direita de Durão Barroso que em 2001, mandatado por um pacto meio-secreto meio-oficial celebrado nas Lajes, conivente com Sampaio, colocou Portugal na órbita incondicional norte-americana. A opção atlântica era expectável. Portugal é, tem sido nos últimos 300 anos, uma colónia anglo-saxónica de facto, mais precisamente desde Wellington, que nos veio ajudar a expulsar os franceses. Azar foi que nunca mais houve quem os conseguisse expulsar a eles próprios, além bem pelo contrario, do problema se ter posteriormente agravado, com a colonização cultural inglesa. O que não era previsivel quando os portugueses elegeram Barroso, era que este envolvesse o protectorado lusitano em politicas, mais do que de direita, de indole neo-fascista em sociedade com os Estados Unidos e de imediato tivesse dado inicio ao desmantelamento do Estado Social para angariar “mercado livre” para privatizar em favor das multinacionais estrangeiras. Que não se fazem rogadas para vir fazer fortuna de forma usurária, ou não fosse o espirito judaico-sionista-evangélico o de lucrar com os novos pobres a expensas do seu endividamento e da sua subsquente miséria.

É disso que vivem os abutres e também os politicos de direita e da “esquerda fingida” bem instalada no sistema, meros “artistas mediáticos” contratados para espectáculos préviamente combinados pelos gananciosos predadores económicos. Esta “democracia”, mais do que uma comédia lúgrube onde os direitos humanos são deitados ás malvas, repete-se sempre, cada vez mais, como uma Farsa.
Mas afinal, além da Banca e das Empresas Parabancárias (as antigas casas-de-prego do portugal-salazarista, óbviamente evoluiram!) quem recolhe os lucros fabulosos dos enormes aumentos do custo de vida destes últimos 4 anos? dos desmesurados preços dos combustiveis? Do aumento incomportável dos impostos, desde Ferreira Leite, Bagão e agora, na mesmissima linha, do amigo Sócrates das promessas de mentira?,,, para onde vai e a que se destina esse dinheiro? – esse dinheiro é para pagar os custos da guerra, seja contra um “terrorismo” meio invisivel meio inventado, seja em agressões pura-e-duras contra paises onde se vislumbrem interesses económicos para saquear, nomeadamente o petróleo do Iraque e o que mais a seguir se verá.
Estas politicas de rapina e estes alinhamentos criminosos, têm um único fim – sustentar as élites parasitárias, em Portugal imensamente desmesuradas num país pobre e pequeno, que sustentam o Império e por ele são sustentadas, por via do espólio dos mais desfavorecidos nesta sociedade de castas que têm vindo diligentemente a construir à sombra do Bloco Central, desde Abril, nestes últimos 30 anos. Será por eleger o inerrarável Cavaco Silva que o povo português poderá aspirar a inverter esta situação?,,, óbviamente é da gente de Cavaco que tenho estado aqui a fazer e a resumir a triste estória. Daqueles cujo cinismo e hipocrisia lhes permite, com uma mão fazer pactos criminosos com os Neoliberais de Bush, enquanto com a outra mão têm recebido e delapidado chorudos subsidios financeiros da União Europeia. Votar na gente de Cavaco é apunhalar a Europa humanista que conhecemos em prol duma América dos predadores com pretenções a dominar um mundo semi-destruido.
A opção não pode, nem deve, ser resolvida pelas contas viciadas de um obscuro professor de Finanças, um falso cristão meio mudo e nhurro, sem a menor sensibilidade social, para quem não existe vida alguma fora das tabelas do Excel.

Portugueses! Tenham vergonha na cara, se estão a pensar votar num gajo* destes!,,, para nosso Presidente,,,

Ps (* peço desculpa pela ligeireza do léxico empregue, e pelo estilo panfletário, mas estes termos não se destinam a ser lidos pelos “doutores” da tal casta pseudo-erudita,,, justamente a gente de Cavaco – esses, e as Vanessas deste país, têm a “poesia” do Rui Veloso e da Kátia e as obras intelectuais da Margarida Rebelo Pinto)
"(...) porque Cavaco simboliza aquilo que mais náuseas me provoca: a banalização de tudo, o sucesso ranhoso e vazio, o atropelo dos valores e das pessoas, o autoritarismo descabelado, a demagogia, o nacional-carreirismo e os favores, a aldrabice e a cunha, a indiferença, o elogio da pirosice, a ignorância e a escandalosa nulidade cultural, etc, etc..."
Al Berto, "NEM MAIS - jornal do movimento de jovens apoiantes incondicionais de Sampaio", 1995

Vitor Constâncio tinha previsto que o PIB crescesse 1,75%, mas agora já só augura 0,3%

A vida dos economistas é esta: jogarem com números a bel-prazer dos intere$$es dominantes, conforme o vento sopra no jogo dos mercados descontrolados. Eu digo-vos o que vai acontecer com a eleição do Cavaco, outro funcionário do Banco de Portugal:
Quando (e se) o Cavaco se apanhar em Belém, o amigo José Sócrates vai esticar ao máximo, até ao limite socialmente possivel, sem confrontos graves de rua, esta politica iniciada pelo team Barroso. Quando a situação se tornar insustentável, e isso será a muito curto prazo,,, o (des)governo de Sócrates será dissolvido,(depois de cumprida a tarefa, o Poder sabe sempre recompensar magnânimamente os seus fiéis serventuários), e por um método à escolha do novo Sr. Presidente, será empossado um novo governo de tecnocratas dominado pelo PSD de António Borges (o nº2 consultora Britânica Goldman Sachs) com Morais Sarmento como 1º Ministro, depois de se verem livres do mini-empecilho Marques Mendes.
Tudo isto já foi escrito no vento pelo Grupo Bilderberg, concertado entre o padrinho Balsemão, os católicos da Opus Dei e a maçonaria de Soares,,,a promoção artificial de sectores da extremistas Neonazis para que o grande Centrão se possa parecer afirmar como moderado,quando em boa verdade se assume sempre e cada vez mais de extrema direita etc,etc.,,, mas que diacho! - nós podíamos fazer uma bela surpresa a nós mesmos, e estragar a festa a esta gente,,,

+ Links anti-Cavaco:
Cavaco Fora de Belem
Stop Cavaco
Hiper-Cavaco

quarta-feira, novembro 16, 2005

O fim da sociedade de bem-estar alemã e a crise da União Europeia

a receita barroso "His Master Voice": 16% IVA...19% IVA + privatizações de serviços públicos = receitas extraordinárias - (menos) assistência social = Estado neoliberal
ou de como proceder à portugalização da Alemanha.
Merkel (CDU) e Müntefering (SPD)

Robert Kurz:
"Durante muito tempo pareciam bem definidas as fronteiras mundiais entre a miséria em massa e o relativo bem-estar em massa. A linha de demarcação separava essencialmente o Norte do Sul do planeta. Essa constelação no entanto foi apenas um produto da história posterior à Segunda Guerra Mundial. Nos centros capitalistas, a mobilização das indústrias fordistas desencadeou um impulso sem precedentes de trabalho em massa e acumulação de capital, ligados à ascensão dos sindicatos e da social-democracia. A "automobilização" da sociedade ia de par com a construção crescente de uma rede de segurança social (o Estado do bem-estar), especialmente profunda na Alemanha Ocidental e em parte na França. Até mesmo no espaço anglo-saxónico de tradicional liberalismo económico os governos trabalhistas no Reino Unido e a "grande sociedade" do presidente Lyndon Johnson nos USA, na tradição do "New Deal", criavam novas estruturas sociais. O sociólogo alemão Ulrich Beck descreveu a ascensão social na era fordista do pós-guerra como "efeito elevador": apesar da continuação das diferenciações sociais, a sociedade como um todo era elevada a um patamar superior".
Continue a ler aqui: "A Descer no Elevador da História"

Keynes,Ricardo e as Finanças alemães: www.dw-world.de

segunda-feira, novembro 14, 2005

em plena crise identitária europeia,,,

"As esquerdas (em Portugal) não conseguiram - ou não quiseram, ou não puderam - encontrar um candidato único à presidencia. A ter havido, deveria ter sido alguém vindo de fora dos aparelhos partidários, de modo a ultrapassar divergências e a estabelecer uma plataforma mobilizadora"
Miguel Vale de Almeida

30 Ideias para despertar a Esquerda

no "Liberation" (via BdE)

domingo, novembro 13, 2005

a Direita intelectual e o Fascismo liberal

À figura chamada Oximoron, aplica-se uma palavra,
um epíteto que parece contradizê-la;
do mesmo modo, os gnósticos falaram de uma luz escura;
os alquimistas de um sol negro

Jorge Luis Borges

The Great Portuguese Disaster

"EU não preciso de vos falar, VÓS sabeis,,, mas vou-vos aparecer para vos salvar, irmãos,,,assim tenhais FÉ!"

Por cortesia do venerável blogue "oJumento" (que deus nosso senhor lhe mantenha a alma imaculada) publicamos a imagem que actualmente corre célere pelo mundo levando a boa-nova, colhida ontem nas ruas da nossa abençoada "Santa Lisboa da Virgem". Voltaram os saudosos tempos das centenas de camionetas carregadas de patêgos que vinham dar louvações ao Senhor. Segundo a fonte fidedigna que sem dúvida é uma repórter da TVI eram praí uns quinhentos mil, ou mais. Mas, saudades desses tempos de opressão e perseguição é coisa que a maioria do povo português decerto não tem!,,, Beatos de todas as religiões,uni-vos: Aproveitai e Instrui-vos:
"Preenchei os papelinhos que as vossas paróquias destribuiram pelas vossas quase 300 dioceses desta capital miraculosa, formulai um desejo e escrevei-o sem peias encomendando-o a Nossa Senhora, (se vier alguma guita em anexo, dir-vos-ei tambem que estais salvos, e nós tambem, amen) o nosso departamento de Marketing trabalhará o material colectado e recebereis um email com este endereço que vos habilitará a ter um chat em tempo real com Deus: www.talkwith-me.pá
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Em tom mais sério:,,, a Fé é assunto do foro íntimo de cada um e deve ficar dentro das Igrejas - Os poderes públicos resolveram deitar às malvas a Concordata; mas nós devemos exigir o fim do financiamento da Igreja pelo Estado. E que cesse, de imediato, a tentativa de fazer renascer o obscurantismo religioso próprio da Idade Média, que remeteu os povos da Europa do Sul para um atraso civilizacional secular, em favor de uma Sociedade onde pontifica a minoria de meia-dúzia de nababos burgueses e mais uma pequena multidão de anafados abades, bispos e diversas eminências pardas da parasitária hierarquia falsamente católica sustentada com subsidios públicos - enquanto persiste uma cada vez maior e escandalosa condição de desigualdade social entre os portugueses.
«Os "bárbaros" só o são porque nós os produzimos com as nossas economias sem coração e com as nossas políticas de mentira»
disse o Padre Mário de Oliveira. Convém meditar sobre isso, em vez de lamuriar por aí pelas avenidas as ladaínhas beatas conformistas da miséria.

sábado, novembro 12, 2005

Judith Miller, a repórter do New York Times, foi despedida

na sequência do escândalo "Plamegate", "Rowegate", "Bushgate", "Barrosogate",,, enfim "NEOCONSgate", Judith Miller, ela própria que se define como sendo de centro-direita, explica aqui, na sua página internete as razões da saida do seu jornal de sempre, onde permaneceu 28 anos e ganhou diversos prémios, entre os quais o prestigiado Pulitzer.

www.judithmiller.org/news/index.php

! cortar na educação dos pobres, aumentar receitas aos ricos

Segundo o prof. José Gil “a extrema dureza de certas medidas orçamentais fez ver a todos, pela primeira vez, que a crise nacional é extremamente grave”

Contrapondo ao à-vontade do primeiro ministro para fazer o que lhe apeteça, com suporte na actual maioria absoluta (a ler: "o amigo da onça")– perante a afirmação de Sócrates de que “há uma baixa taxa de conflitualidade na sociedade portuguesa”, o filósofo afirma que “a verdade é que a baixa taxa de conflitualidade” esconde inibições ancestrais na expressão do descontentamento, individual e colectivo, passividade, fantasmas de represálias, receios inconscientes de punições, medo e culpabilidade perante a eventualidade de se opor ao poder, no espaço público”(na “Visão”)
Por essa razão o Governo exerce um excesso de poder,,, permitido pela população. A permissividade dos cidadãos é determinada pelo grau de consciência que a população adquire no exercicio activo dos seus direitos de cidadania. Se a revolta popular latente por ter sido aldrabado por promessas cínicas ao eleger Sócrates, ainda assim consegue estar em niveis tão baixos, esta passividade ignorante dos cidadãos deve-se a um trabalho sistemático de décadas na desinformação e incultura, levada a cabo de forma intensa e a todos os níveis.

A Câmara Municipal de Santiago do Cacém (com gestão de maioria Comunista) gastou 1,5 milhões de euros na construção e apetrechamento do novo espaço cultural inaugurado há cerca de um mês, uma Biblioteca em Santo André construida sem quaisquer apoios comunitários. O Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) vai conceder em 2006 uma verba de 500 EUROS 500 para a gestão do projecto. Será apenas caricato? Ou a mensagem é esta: vejam televisão, estúpidos!
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Chomsky é o intelectual mais influente do mundo, segundo votação efectuada pelos leitores da revista inglesa “Prospect”. Noam Chomsky o maior linguista norte-americano vivo ( o pai da gramática generativa) que se tem notabilizado pela sua crítica impiedosa ao controle corporativo (empresarial) dos Media, tem criticado violentamente de igual forma o Governo dos EUA.(independentemente de ele ser “republicano” ou “democrata”)
Conduzidos por Arundhati Roy, uma activista indiana, podemos ler aqui (traduzido para português)o que Chomsky tem para dizer sobre esta e muitas outras questões:
portugal.indymedia.org/
Atente-se por isso, que ver televisão – o entorpecimento hipnótico pelas imagens – dá resultados imediatos ao Poder. Vaclav Havel o presidente checo e um obscuro pseudo-intelectual com pretensões a lider ideológico ficou em 4º lugar na votação, à frente de figuras como o filósofo alemão Jurgen Habermas (7º), a activista anti-globalização Naomi Klein (11º) ou do teólogo Francis Fukuyama (21º)

Vaclav H. - apenas mais um vulgar escriba ideológo de meia-tigela?
um mero produto televisivo, ou algo ainda mais tenebroso?

sexta-feira, novembro 11, 2005

Zeitgeist

amanhã vou ao mercado e espero apanhar um carapau
<º))))><
no mínimo,tão bom como este,,,

e por oposição aos desajeitados manipuladores do défice, convém ler:
Eugénio Rosa
"Benefícios e outros privilégios fiscais mantêm-se no Orçamento para 2006, determinando elevadas perdas de receitas para o Estado"

A crise ecológica e a inundação do dinheiro


Gerhard Schroeder em conferência recente num Sindicato: (desde quando um governante se desloca a um sindicato em Portugal?),,,comentou:
- “Não queria nomear quaisquer exemplos de catástrofes onde vocês possam ver o que acontece quando não existe organização do Estado, mas todos sabem que estou a falar da América”.
Aproveitando o mote, vamos então a números:
- Nos paises de economias liberais, do centro capitalista, a ajuda às vítimas não pode pôr em causa os orçamentos de Estado, nomeadamente nas já insuficientes verbas para investigação e desenvolvimento, educação, cuidados médicos e para procura de energias alternativas. Ou pode?
- 192.424 quartos de hotel estão ainda alugados à ordem das vítimas evacuadas do furacão que atingiu New Orleans que representam U$ 11 milhões de dólares de custos por dia para a FEMA, cujas verbas não constavam no seu “budget” anual.
- U$ 2 biliões de dólares foi o capital disponibilizado para comprar 300.000 tendas pré-fabricadas e caravanas. Até à ultima semana de Outubro, dessa quantidade, apenas 7.308 tinham sido entregues e ocupadas.
(Fonte: A.P./Time)
- Como gastar quase 1 bilião de dólares por dia com a reconstrução (entregue na maioria às incontornáveis empresas ligadas à Administração Bush) sem cortar nos programas federais? – Um facto é que os efeitos, no imediato, se têm repercutido no maior custo da alimentação, na subida dos combustíveis, na perda de empregos, e no bloqueio aos cuidados de saúde.

quinta-feira, novembro 10, 2005

a Ascenção do Dinheiro aos Céus

Os limites estruturais da valorização do capital, o capitalismo de casino e a crise financeira global

Capital real e capital que rende juros
"A relação contraditória entre trabalho e dinheiro é uma das muitas estruturas esquizóides do mundo moderno. O trabalho, como dispêndio abstracto de energia humana no processo da racionalidade empresarial, e o dinheiro, como forma fenoménica do "valor" económico assim produzido (ou seja, duma fantasmagoria fetichista da consciência social objectivada) são as duas faces da mesma moeda. O dinheiro representa ou "é" nada mais que "trabalho morto", tornado realmente abstracto na forma duma coisa, no fim-em-si-mesmo capitalista, que consiste numa acumulação sempre acrescida de tal meio fetichista. O humano "processo de metabolismo com a natureza" (Marx) tornou-se um abstracto e em si insensato dispêndio de força de trabalho, justamente porque o dinheiro se autonomizou do agente humano, na forma fetichista potenciada do capital: não é a necessidade humana que guia o dispêndio de energia; pelo contrário, a forma "morta" dessa energia, autonomizada como coisa, subordinou a si a satisfação das necessidades humanas. A relação com a natureza, tal como as relações sociais, tornaram-se meros processos de passagem para a "valorização do dinheiro".Porém, este processo de valorização, em que o meio fetichista se tornou fim-em-si-mesmo, não se desenvolve sem atritos. Como o trabalho e o dinheiro constituem fases diferentes do desenvolvimento da valorização como fim-em-si-mesmo, estes dois momentos também podem separar-se em situações de crise, deixando assim de coincidir. Tal falta de coincidência manifesta-se como uma desvinculação entre o dinheiro e a substância abstracta do trabalho: a multiplicação do dinheiro ocorre então mais rapidamente que a acumulação de "trabalho morto" abstractizado, destacando-se assim da sua própria base. Mas como os dois fenómenos do trabalho e do dinheiro se formaram num processo histórico cego, nas costas dos sujeitos humanos, o seu nexo intrínseco escapa à consciência, tanto no "bom senso" comum, como no pensamento científico. Trabalho e dinheiro podem surgir opostos um ao outro nas diversas ideologias, assim como na concepção do processo económico".
Continue a ler, aqui, os restantes capitulos, por Robert Kurz:

* A dependência crescente do capital real em relação ao crédito
* A revolução terciária
* Terceriziação - capital que rende juros e crédito estatal
* Globalização e indústrias fantasmas
* Dessubstancialização do dinheiro e inflação estrutural
* Da expansão fordista à revolução microeletrónica
* As estruturas globais do déficit e o curto Verão do capitalismo de casino
* A caminho do choque da desvalorização

quarta-feira, novembro 09, 2005

o "capital" em viagem turística

Jorge Sampaio, em presidência aberta sobre o Turismo nacional, saiu-se com esta: "Temos de combater o xico-espertismo, a procura do lucro fácil e imediato!" - nem mais!, decerto estaria a referir-se à noticia que veio publicada num jornal de ontem:
"Quatro maiores bancos portugueses têm activos de 30 mil milhões de euros no estrangeiro"

CGD, Millennium,BES e BPI empregam 12 mil trabalhadores no exterior em bancos por si controlados, que detêm mais de 1000 balcões. A Caixa lidera em activos, o BCP em trabalhadores e agências e o BES em resultados.
A propósito de BES e falando em Turismo, que tal aquele empreendimento Hoteleiro no meio de um terreno agrícola de plantação de arroz na Herdade da Comporta?

terça-feira, novembro 08, 2005

a Imprensa corporativa portuguesa é uma Merda!

Sobre os recentes distúrbios nos bairros periféricos de Paris, os títulos idiotas tem pingado dos cérebros desta gente, que nem gotas de transpiração,,,
títulos, titulos,,,(mal empregado cocktail molotov)

* "Se a Europa for uma fortaleza não terá futuro - tem de ter uma politica de imigração adaptada à nova realidade do mundo, e não a mesma de sempre - que a leva a fixar há demasiados anos em muito próximo do zero as suas quotas de imigração legal e a combater por todos os meios, mesmo os inadmissiveis, a imigração clandestina"
(Nas zonas dos distúrbios, em apreço, a percentagem de estrangeiros é de cerca de 40%!)
* "Paris já está a arder" (Teresa de Sousa, no Público)
* A Intifada francesa" (!) e "A Palestina do Sena"
* o JMFernandes no editorial "Não é o social,Estúpido: é a Cultura": "não é um problema social o que ameaça alastrar a outros paises europeus (desejos não faltam) mas apenas uma questão de investimento económico (neoliberal, claro, segundo os desejos dos patrões Kane)
* e para rematar - o think-thanker americano por excelência - the only and lonely Francis Fukuyama que diz que "A Jihad (está) dentro de casa" ressuscitando Mohamed Atta e a radicalização do "terrorismo" na Europa no pós golpe 11/9 de Bush.
E isto tudo apenas em 2 números de jornal,,,
Para se desintoxicar, e saber o que realmente está a acontecer, é melhor ler esta resenha da imprensa internacional, resumida aqui.