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mau negócio é aquele em que todos perdem,,,
o objectivo falhado da dominação global - de John Bellamy Foster, edição Monthly Review
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Fora das nossas fronteiras da manipulação de imagens publicitárias repetidas exaustivamente como se fossem realidades, arrastam-se os “goyim”, uns seres tenebrosos que só estorvam a boa harmonia do mundo – porque quem não é consumidor, nem dá lucro aos investidores, não tem o direito de existir.
Ou senão,,, até tem, desde que concorde em se deixar reunir em rebanhos cosmopolitas para a sua exploração ser processada de forma eficaz, com o menor custo e economia nos artifícios e artefactos empregues.
“O império romano expandiu-se graças a dois princípios políticos: o preconceito de que todos os outros fossem iníquos - e que se tivesse que conquistar a vitória a qualquer custo. O primeiro princípio fornecia o pretexto para declarar a guerra; o segundo, para conduzir os conflitos a uma conclusão feliz”
Santo Agostinho – a “Cidade de Deus” livro IV
Basta substituir “império romano” por “EUA” ou “Israel” e chegamos à idade moderna
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Luanda. Cidade construída para 600.000 habitantes, actualmente com perto de cinco milhões de pessoas que estão condicionadas e impedidas de regressar às terras de origem, porque são necessários ali, para constituírem massa crítica para os negócios por atacado da máfia dirigente.
Contudo, há quem prefira,,, viver!, correr os riscos da liberdade, ao invés da segurança ad eternum da escravidão.
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relacionado:
* “Vida e Morte do 3º Mundo”
* ¿De quem é o séculoXXI? por Immanuel Wallerstein
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