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A concepção original do termo “Opção Sansão” foi pensada somente como uma intimidação, de acordo com o que afirmou o jornalista norte americano Seymour Hersh e o historiador israelita Avner Cohen. Segundo o livro publicado em 1991, líderes israelitas como David Ben-Gurion, Shimon Peres, Levi Eshkol e Moshe Dayan, cunharam a expressão em meados dos anos de 1960, numa referência ao personagem bíblico “Sansão”, que derrubou as colunas do templo e matou milhares de Filisteus usando apenas as próprias mãos.
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Até que na semana passada um programa israelita que usa fundos financeiros oriundos dos EUA, destinados à defesa de mísseis dentro de um bunker de comando nuclear e com silos ICBM foi "acidentalmente" divulgado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Na tentativa de "colocar o génio de volta para dentro da garrafa", Israel usou os seus principais jornais e os demais que controla no Ocidente para divulgar que a notícia era falsa e imprecisa.
Quer dizer, o presidente Russo Vladimir Putin mudou completamente a situação quando o sistema de defesa S300 fornecido à Síria entrou em função operacional. A Força Aéreas de Israel é agora impotente contra a Síria, um país programado para ser "apagado nas areias do tempo" por Israel, num esquema que faz parte duma estratégia global multi-faseada contra o Irão, uma estratégia a ser coordenada com outras potências nucleares como a Índia ou o Paquistão, contra todo o sul da Ásia e a Bacia do Mar Cáspio.
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O sistema de mísseis Arrow 3, projectado para ser uma célula de lançamento e interceptação de mísseis de grande altitude, que é muito parecido com o projeto do sistema russo S 300 agora activo na Síria, foi financiado com base na hipótese não comprovada de que o programa nuclear do Irão tivesse não só avançado, mas que o Irão teria em breve pequenas ogivas de mísseis "transportáveis" por foguetes. Israel exigiu então o sistema como protecção contra mísseis nucleares iranianos, os quais de acordo com um novo relatório da AIEA, podem muito bem nem sequer existir. Algumas cópias vindas antecipadamente a público do relatório da AIEA, que deverá ser divulgado na segunda-feira, 10 de junho 2013, mostram que as conclusões dos serviços de informação dos Estados Unidos sempre souberam disso e há muito tempo que indicam que o Irão não tem um programa nuclear militar. O relatório cita que cada "grama" de material nuclear foi pesada e verificada e nenhuma foi transferida para programas relacionados com armas nucleares. Clinton Bastin, um ex-projectista-chefe de armas nucleares do Departamento de Energia dos EUA, comentou que as linhas de controle ao longo das fronteiras do Irão, tornam impossível que qualquer material nuclear possa ter sido "redireccionado" para o programa Iraniano de enriquecimento de urânio, e o gás de urânio a 20% nunca poderia realmente resultar num material de grau puro o bastante para ser usado em armas nucleares. Tanto os Estados Unidos como Israel, sabem perfeitamente tudo isso... mas no entanto continuam a mentir!
O artigo que divulga estes factos foi originalmente publicado no site norte americano Veterans-Today por Gordon Duff e depois reproduzido na cadeia de televisão iraniana PressTV. No entanto, em entrevista de 12 Outubro de 2012 dada ao judeu Mike Harris da República Broadcasting Network, Gordon Duff teria afirmado: "Cerca de 30% do que está no Veterans-Today é reconhecidamente falso. Cerca de 40% do que eu escrevo é pelo menos propositadamente parcialmente falso, porque se eu não escrevesse informações falsas, eu não estaria vivo." Obviamente, o que Mike Harris pôs na boca do entrevistado é falso.
1 comentário:
Assustador, tanta insanidade e tanta maldade destes tarados que dominam o mundo. Quando e como detê-los, antes que seja tudo destruido e os poucos que sobrevivam a tanta taradice regressem à época das cavernas?
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