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quinta-feira, dezembro 18, 2014

18 de Dezembro, Cravos Vermelhos para o Zé dos Bigodes

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Antes de escreverem comentários estúpidos sobre o herói nacional José Estaline, como é regra dos aspirantea a trotsiskas e outros oportunistas idiotas, pergunte a si mesmo o porquê da memória colectiva do povo manter o seu amor por Estaline?
De acordo com memórias de contemporâneos da época de Estaline, o então comissário do comité central dos sovietes era um homem tipicamente espirituoso. Descrito nas memórias de Stalin A. Rybin, um dos guardas vermelhos que integrou a sua comitiva, certa vez o Comissário do Povo da Agricultura da Ucrânia dirigiu-se ao Politburo para apresentar os resultados do trabalho do ministério. Chegou, cumprimentou José Estaline e perguntou: Como devo fazer o relatório? Resumido em forma breve ou detalhado? - Como quiser, pode ser uma coisa curta, pode mencionar detalhadamente, mas três minutos é o tempo limite que tem para o fazer – respondeu Estaline com um sorriso.
Estaline era um homem extremamente culto, versado um pouco em todos os assuntos pela prática de décadas, sabia música, corrigia as pautas de Shostakovich realçando-lhe as componentes heróicas, era duro e implacável na crítica às tendências contra-revolucionárias. Recordando o I Congresso dos Sovietes de Deputados do Povo realizado a 17 de Junho de 1917 o menchevique Tsereteli opina que é necessário transferir o poder para um governo interino “porque não temos um partido que possa e seja capaz de exercer o poder em nome do povo”. Sentado ao lado de Estaline, Lenine levantou-se e gritou para a plateia: “mas já existe um tal partido, somos nós, o Partido Bolchevique”.

Historicamente os mencheviques sempre pretenderam trair a revolução dizendo que o poder deve ser transferido para a burguesia. Que as pessoas comuns não vão ser capazes de gerir do país. Em boa verdade eles eram a favor do capitalismo. Os trotskistas também trairam a revolução afirmando que o campesinato não poderia ser um aliado dos trabalhadores. Que o governo pode e deve ser exclusivamente exercido pelos operários industriais conscientes. Os Bolcheviques defenderam a criação de conselhos  (sovietes) o que implicaria a união dos trabalhadores, soldados e camponeses, e a adesão geral no país a este modo de organização politica foi de 85%. Confirmou-se que sem uma aliança com o campesinato, a revolução estaria fadada ao fracasso. A experiência iria demonstrar que Lenine, o seu sucessor Estaline e os bolcheviques tinham razão. Em Fevereiro de 1924 Estaline escrevia: "As revolucionáriaa previsões de Lênine (governar é prever) foi posteriormente confirmada com toda a precisão. Foi uma mente brilhante, com a capacidade de captar rapidamente e ver o sentido interno de eventos iminentes. Nessa qualidade Lenine era único, o que lhe permitiu estabelecer a estratégia certa e uma clara linha de conduta sobre cada etapa do movimento revolucionário
Sobre a perplexidade de Estaline nos primeiros dias de guerra os seus detratores pretendem apresentá-lo como um homem cobarde, sem saber o que fazer, manifestando medo - o mesmo medo que tiveram todos os oportunistas e revisionistas, lacaios da burguesia. Mas que se passou de facto? - a partir das memórias do engenheiro aeronáutico Alexander Yakovlev no livro "Propósito de Vida": "eu notei em Estaline uma característica, se as coisas que se passavam na frente não eram boas ele explodia de raiva, era exigente e severo; quando não havia problemas ele brincava, ria-se, andava descontraído. Nos primeiros meses da guerra, estávamos com a impressão que haveria um fracasso, as nossas tropas foram recuando, tudo era muito difícil. (imagem à esquerda: um soldado adquire senha para a estreia da 7ª Sinfonia de Shostakovich, 1942)
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Estaline nunca mostrava as dificuldades, guardava-as para si mesmo, compreendendo que nesses momentos esconder as suas emoções transmitia uma atitude tolerante com as pessoas. Nunca lhe notei perplexidade, pelo contrário, parecia que com o seu bom humor ele sabia que, aparentemente, nesses momentos, as pessoas precisavam de apoio, de incentivo". Sendo um ser humano tão real, o que leva as pessoas esquecerem-se disso e embarcarem na história cretina do “sangrento ditador”? as pessoas que dependeram das acções de Estaline guardam-no na sua memória como um pai, como alguém que na verdade, defendeu os interesses das pessoas comuns. Desde 1960, martelam-se na cabeça das pessoas coisas horríveis enganando-as com propaganda de capitalistas ao melhor estilo de Goebbels. Que direito têm esses bastardos que nunca conheceram a URSS de repetir como papagaios as ideias sujas de propaganda ocidental? O que sabem esses idiotas sobre Estaline excepto os clichés que assimilam daqueles que querem manchar a honra dos que sempre se recusaram a ser escravos?

4 comentários:

Manuel Galvão disse...

As pessoas queriam a ditadura do proletariado sem ditador...

Anónimo disse...

Foi Staline que salvou a Europa do Nazismo

Anónimo disse...

Foi Staline,o Povo Soviético e os seus 2 filhos!Nenhum outro leader 'democrático' mandou os seus filhos para a guerra-Yacob foi assassinado pelos capitalistas alemães,lidrados pelo Hitler.
Eu, não consigo compreender pelo teatro anti judeus de Stalin, feito pelos caniches vassalos historiadores/jornalistas.Ele,Lenin, e 85% do Politburo do Comité Central,eram de cultura judaica(sim,estes que não são Semitas e,sim turcomanos/eslavos!!!!)

Há muito filho da puta, a rescrever a história...

Anónimo disse...
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