Segundo a cadeia de televisão ultraconservadora e militarista
Fox News (e já agora,
Sionista, porque é propriedade do Lobie Judaico), os Estados Unidos preparam-se para o pior: um
colapso generalizado. Existem 4 cenários para uma espécie de “
Pearl Harbour financeiro”. Esta expressão consta do primeiro relatório da CIA na era Obama

A “
informação” da Fox difundida a semana passada prevê situações que vão desde
um ataque asiático contra o dólar (por exemplo, da China, onde Hillary Clinton esteve a semana passada) e o regresso ao
nacionalismo anti-americano, até a processos de caos económico nos paises da Europa do Leste, num contexto mundial onde
a crise económica se vai converter num “inimigo muito mais perigoso” que o “terrorismo” para a segurança dos EUA.
Transmitido na sexta feira passada, dia 20, o programa “The War Room”, que pode ser traduzido por “Posto de Controlo de Guerra”, conduzido pelo jornalista
Glenn Beck destinou-se a avaliar o que aconteceria se ocorresse um “11 de Setembro económico”
("an Economic 9.11”, um ataque coordenado de dois dias de duração contra os EUA) e utilizando metodologia militar de análise e planeamento estratégico aplicando cenários prováveis para eventos de alto impacto, Beck deixou a pergunta sobre como se deverá reagir: “preparando-nos para o pior” e logo recordou a frase chave do ex-senador William J. Fulbright, nos anos 70, os da crise petrolifera, “devemos atrever-nos a pensar o impensável, porque se o impensável chegar a ocorrer, então não haverá tempo para pensar, e as acções que tomarmos tomá-las-emos sem pensar”
Outra fonte que aponta para na mesma direcção foi a comunicação do director dos serviços de informação de Obama, almirante Dennis Blair, perante o Senado na semana passada em tom dramático:
“esta nova ameaça e as suas implicações geopolíticas são hoje muito mais graves que o “terrorismo internacional”
Antevendo um 1º cenário previsto pelos analistas Gerald Celente do
Instituto de Análise de Tendências e Stephen Moore do Wall Street Journal, autor do livro “O Fim da Prosperidade”, que coloca a acção num longinquo 2014, o índice Dow Jones Industrial cai 2800 pontos; o desemprego supera os 12%; todos os bancos são nacionalizados, o que resta do mercado imobiliário colapsa, o ouro chega a 8000 dólares a onça, começam a circular moedas alternativas; e este truque converte-se em forma de intercâmbio económico generalizado. Ou seja, como previu o analista russo
Igor Panarim, vinte anos depois do colapso do capitalismo de Estado da URSS, trata-se agora do
colapso financeiro total e da balcanização dos Estados Unidos.

Como consequência, passa-se a um
estado de ingovernabilidade e caos social. Os limites de liberdade de opinião e de imprensa livre são reavaliados pelo poder remanescente, atraiçoando os “mandatos que foram recebidos do povo”. Esta análise é do
sionista Onkar Ghote do
Instituto Ayn Rand que recorda a possibilidade de haver o perigo de se gerar “uma linha oficial de pensamento”, como aquela que antecedeu a entrada dos EUA na 1ª guerra mundial em 1917, quando chegou a haver 150 mil presos politicos cujo único delito foi o de terem manifestado a sua oposição àquela guerra.
O sargento-mor do Exército Tim Strong falou sobre o
“Efeito Bubba” que surge nos milicianos quando os combatentes deixam de confiar nos seus comandantes e se reagrupam em células autónomas unidas por interesses e objectivos em comum. Na falta de pagamento generalizado dos salários, estariamos perante a ameaça da constituição de exércitos comandados por carismáticos “senhores da guerra” coordenando civis vizinhos, amigos e familiares. Como aconteceu com as
"Unidades Roswell" na Alemanha derrotada em 1918, ou como se ficcionou sobre as comunidades do filme Mad Max.
Michael Sheuer, ex-chefe da “Brigada Bin Laden” da CIA, autor do livro “Marchando até ao Inferno” comenta um estudo realizado pela neoconservadora
“Fundação Heritage” que estima que para pagar os gigantescos defíces e salvamentos financeiros em curso, no futuro cada cidadão terá de pagar impostos na ordem dos 80 a 90 por cento de todos os rendimentos auferidos, o que obviamente não acontecerá, porque antes disso ocorrerá uma rebelião generalizada. Sai muito mais barato cada grupo fazer a guerra por conta própria.
Quando o anfitrião da Fox pergunta ao painel de entrevistados o que deverá ser feito para conter tudo isto, tanto Michael Sheuer como Tim Strong respondem dizendo que não crêem que se possa fazer nada (!!!). E nesse momento, Glenn Beck mostra-se realmente alarmado
(ao minuto 5.12 deste vídeo) perante as respostas.
(
continua amanhã, com os 3º e 4º cenários: Os policias do Mundo contra distúrbios civis generalizados; e o facto da eleição do fascista Netanyahu para 1º ministro de Israel aumentar em 55% a probabilidade da ocorrência a curto prazo de uma guerra que envolva todo o Médio Oriente)
fonte: tradução do programa da Fox-News por Adrian Salbuchi publicada no sitio web
http://www.asalbuchi.com.ar .