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Que razões leva os dirigentes de um pequeno país como Portugal a insistirem numa aliança incondicional com o centro de controlo da máfia internacional que provocou deliberadamente a crise?
8º natal em Crise (a agravada, porque a anterior é endémica ao nacional-parasitismo). Obviamente, os usufrutuários do regime sentenciam que "isto está melhor" porque os portugueses este ano, nesta quadra, gastaram mais (é evidente, se o custo de vida está cada vez mais caro). Até o bom do Guterres foi à sua vidinha, quando imaginou que "com o êxito da entrada no Euro" lá para o final de mais uma breve década encher um depósito de combustível custaria 15 contos de réis e um saquinho de pão 600 escudos...
Enfim, estamos todos (os pobres) a pagar por (ninguém sabe lá muito bem pelo quê) um esquema fraudulento de que muito poucos têm uma percepção mínima. Embora seja cada vez mais breve o espaço de tempo em que se averiguam as trapaças. Por exemplo, o dinheiro fabricado à pressa (triliões) para colmatar as falências de 2008, cujos destinatários se desconheciam, já apareceu!... nos bancos que gerem a rede global de endividamento (que actualmente, no processo de concentração capitalista em curso, por insolvência das instituições tradicionais avulsas, já estão a atacar Estados por inteiro)
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