a carnificina desencadeada pelo Estado de Israel contra os vizinhos pobres da Palestina.
"A aviação realiza mais de 60 ataques durante a noite. Tropas do Tsahal israelita apoiadas por tanques enfrentam as milicias do Hamas (acrónimo árabe para "Movimento de Resistencia Islâmica") nas ruas da cidade de Gaza; estes respondem com minas colocadas nas estradas, obuses de morteiro e foguetes anti-tanque. As explosões e os estrondos dos projecteis disparados dos tanques aterrorizam os habitantes. Assim continua Israel espalhando o terror, trazendo sangue, fogo e fome - tudo em nome de derrotar e humilhar o povo da Palestina. É esta a estratégia de dominação dos Sionistas segundo os seus manuais militares de prática obrigatória para toda a população de Israel; a brutalidade é indiscritível. "Estamos estreitando o cerco à cidade", afirmou o general de brigada Eyal Eisenbert (fixem o nome deste "glorioso" soldado) o comandante da operação "Chumbo Fundido", para o confrontar com evidências para acusação de crimes de guerra.
Uma simples mistificação dos economistas da escola neoliberal norte-americana, fazendo tábua rasa da distinção entre o Valor de Uso e o Valor de Troca das mercadorias de Karl Marx em “O Capital” moldou o mundo do pós-guerra tal e qual o conhecemos. Neste sentido, só o Presente é nosso, não o momento passado nem aquele que aguardamos, porque um está destruido, e do outro, se não lutarmos, não sabemos se existirá.
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