Maria Filomena Mónica, no Expresso pp33: "Sem mais nada que fazer, ouvi a recente mensagem de Ano Novo do Presidente da República. "As fundadas dúvidas" sobre a justa repartição dos sacrificios" no próximo Orçamento de Estado levaram-no a que tivesse decidido enviar a lei para o Tribunal Constitucional. Mas deixemos o reformado-mor em paz e olhemos o que se passa à nossa volta. Para não ir mais longe, fui ver quanto ganhava o meu vizinho Eduardo Catroga (...) o Dr. Catroga, alguém próximo de Cavaco Silva, auferiu, como presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, 45 mil euros brutos por mês, a que temos de juntar 9600 €uros de Reforma. Admitindo, como o próprio anunciou, que pagará metade em impostos, leva todos os meses para casa, 27 mil €uros, por um cargo não-executivo. No primeiro semestre de 2012, periodo para o qual existem dados, teve de presidir a cindo reuniões, ou seja, a menos de uma por mês. Não se pode dizer que seja extenuante
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Uma simples mistificação dos economistas da escola neoliberal norte-americana, fazendo tábua rasa da distinção entre o Valor de Uso e o Valor de Troca das mercadorias de Karl Marx em “O Capital” moldou o mundo do pós-guerra tal e qual o conhecemos. Neste sentido, só o Presente é nosso, não o momento passado nem aquele que aguardamos, porque um está destruido, e do outro, se não lutarmos, não sabemos se existirá.
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