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quinta-feira, outubro 09, 2014

a Cuba socialista responde internacionalmente com a maior equipa médica para tratar o Ébola

Enquanto o presidente Barack Obama fala da necessidade de "acção rápida", a Cuba revolucionária passou à acção com o envio da maior equipe médica de qualquer país. Cuba enviou 165 profissionais médicos que estão agora na Serra Leoa, e um contingente adicional de 296 está a postos para ser enviado para a Libéria e Guiné. Estes profissionais médicos têm treino especializado em situações de catástrofe. A Brigada Henry Reeve, (formalmente, “Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastre e Graves Epidemias”) tem provas dadas em diversas noutras missões médicas noutros países, sendo a mais notável a intervenção na ajuda às classes sociais abandonadas durante o furacão Katrina. A equipa tem uma experiência de mais de 15 anos em tais crises de acordo com Roberto Morales,
o ministro cubano da Saúde Pública...... .......................
Este é um acto de solidariedade entre os muitos que Cuba já ofereceu a África para ajudar as pessoas em crise sanitária a melhorar a sua situação durante os últimos 55 anos. Actualmente Cuba tem 50 mil profissionais de saúde em 66 países. A solidariedade e o cuidado pelos médicos e enfermeiros cubanos é a resposta urgente e necessária ao contrário dos 3.000 soldados norte-americanos que Obama enviou para a região para "coordenar os esforços". Cuba deu a resposta adequada ao apelo da Organização Mundial de Saúde com a maior equipe de todos os países do planeta, muitos deles com muitas vezes mais recursos. Para compreender a imensidão da resposta de Cuba, até o imperialista Washington Post se viu obrigado a dar cobertura à reacção cubana à crise com um brilhante artigo intitulado "Na resposta médica ao Ébola, Cuba está a contribuir com meios muito acima do seu peso"
Mais de 6.000 pessoas foram já infectadas com o vírus Ebola morrendo quase metade deles do contágio próximo com outros doentes através dos fluidos corporais, sangue e vómitos. Uma pessoa infectada é contagiosa apenas por um período limitado de tempo. Com base em cálculos matemáticos, uma pessoa infectada com o vírus Ebola infecta 1,5 a 2,0 outras pessoas, quase o mesmo grau de contágio que a hepatite C. Portanto, a resposta médica de Cuba e de outros países é internacionalmente a chave no tratamento de pessoas que estão doentes e evitar a propagação do vírus através da criação de uma infra-estrutura de emergência médica que está em falta nos países da África Ocidental dominados pelo imperialismo. Como o Dr. Margaret Chan da Organização Mundial de Saúde afirma no artigo do Washington Post: "Os recursos humanos são claramente a nossa necessidade mais importante." A revolucionário Cuba pode responder a essa necessidade, porque Cuba sempre deu prioridade à construção de um sistema de saúde universal fora do sistema de lucro. E a solidariedade com os povos do mundo, é a base da esperança de um mundo onde a saúde das pessoas é fundamental. A acção de Cuba não só irá desempenhar um grande papel em parar a epidemia do Ebola, permanecendo como exemplo do poder de um sistema social mais avançado.

2 comentários:

Bate n-avó disse...

Humm... afinal o barraca envia tropas devido ao petróleo na orla da costa dos países afectados(?) com o vírus!
http://redecastorphoto.blogspot.pt/2014/10/e-agora-senhoras-e-senhores-guerra-ao.html

http://csis.org/story/africa-china-united-states-and-oil


Já agora para quem ainda não viu este vídeo:
http://youtu.be/G-HjHxh0HTc

Anónimo disse...

Os pobres enviam médicos e os ricos enviam soldados.
Soldados para combater a epidemia? Será que o vírus tem medo das balas?